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quarta-feira, 26 de novembro de 2014

ONCIDIUM (LOPHIARES) PUMILUM

       PLANTA IDENTIFICADA: Nº  0068

      Mais uma pequena joia da natureza, a Micro Oncidium Pumilum, assim deonominada por John Lindley em 1825, a desfilar aqui no orquidário. Minhas plantas, todas elas são de derrubadas de matas aqui no alto Viamão RS, e muitas estão comigo a muitos anos, sempre florescendo nos verões da vida.

     Abaixo uma das plantas, em vaso de PET adequado, com muito tijolo quebrado no subtrato, para não guardar excesso de umidade, que esta orquídea não tolera. 
 
    As flores em foto com maior aproximação, em detalhes.
 
    Uma das flores, em detalhe.

       Esta planta deve ser cultivada com luminosidade porém não a sol pleno, sombreado via sombrite, ou a sombra, é o ideal. E atentar muito que a mesma não suporta ter suas raízes permanentemente umedecidas, esta é uma forma de matá-las em pouco tempo.





terça-feira, 18 de novembro de 2014

ANACHEILIUM (OU PROSTHECHEA) VESPA TIPO

        PLANTA IDENTIFICADA: N 0188

     Possuo quatro plantas desta variedade, Anacheilium Vespa, ou ainda Prosthechea Vespa, como alguns preferem classificá-la, e todas tem origem em derrubada de mata na serra do mar, nos arredores de São Paulo SP. Estão comigo desde 2000 e dois vasos deverão ser separados, dando origem a mais duas plantas. 

                              Nesta foto um dos vasos, por inteiro. 

                                  Nesta foto uma das hastes florais.

                           Foto de duas flores, com maior aproximação.

    E, finalmente, a foto de uma delas, em detalhe.

        Segundo a Wikipedia a Anacheilium vespa é uma espécie de orquídea muito comum por quase toda América LatinaCaribe e sul dos Estados Unidos, a qual, pela ampla dispersão, originou diversas variedades decorrentes da diferenciação de grupos de plantas geograficamente isoladas. Muitos destes grupos são frequentemente classificados como espécies autônomas não havendo consenso sobre os limites de cada espécie. A tendência moderna é classificar este conjunto de espécies como um complexo onde algumas espécies são reconhecidas, outras relegadas à sinonímia. A separação de cada uma das espécies é sempre um problema de difícil solução, dai o elevado número de sinônimos que apresenta. Não há consenso também sobre o gênero em que devem ser classificadas. Muitos defendem sua classificação no gênero Prosthechea.

MAXILLARIA UNCATA

      PLANTA IDENTIFICADA: Nº 0250

     Minha planta é única lá no orquidário e venho cuidando dela com muita atenção desde 1999, sendo sua origem dos arredores de Nova Trento SC, em derrubada de mata já detalhada aqui, em outra postagem.
     Ela é muito florífera, as vezes florescendo mais de uma vez por ano, dependendo do calor e umidades no meio ambiente.

       Na foto abaixo a planta e sua floração, por inteiro.

    Com maior aproximação, foto com tres flores, uma semi-aberta.
 
                                Foto de uma das flores, em detalhe.

     Segundo a Wikipedia Internacional a Maxillaria uncata, a Maxillaria em forma de gancho, é uma espécie de orquídea que vão desde o sul do México até o sul do Brasil.

MILTONIA FLAVESCENS

         PLANTA IDENTIFICADA: Nº 0084

       Foi no ano de 1998 que ganhei duas mudas desta orquídea quando a trabalho em Nova Trento SC, as irmãs tinham uma planta grande enraizada em uma figueira, depois de um bom "choro" elas foram colocadas nas minhas mãos. Tanto se multiplicaram, que hoje possuo inúmeros vasos, todos florescendo anualmente, sempre nos novembros da vida.

              Na foto abaixo um dos vasos, por inteiro.

    Nesta foto um trio em sequência, que é como se apresentam.

    Uma das flores, em detalhe.

                            Abaixo, uma foto do labelo em detalhe.

    Segundo a Wikipedia a Miltonia flavescens é uma espécie botânica de orquídeas epífitas provenientes do Brasil, do norte da Argentina e do Paraguai.
O nome do gênero - Miltonia - foi batizado em homenagem ao inglês, colecionador e jardineiro de orquídeas, Lord Fitzwilliam, visconde de Milton.
       Quanto a morfologia esta planta tem duas folhas compridas de 30 a 35 cm de comprimento e 2,5 a 3 cm de largura, que nascem de pseudobulbos elípticos compridos e achatados de 5 a 12 cm de comprimento.
        A haste floral nasce da base do rizoma e contém de 7 a 10 flores de cor creme com pintinhas marrons.
        Cultivo: Esta planta é fácil de cultivar com tutores. O substrato deve favorecer a drenagem, porque as raízes necessitam de aeração. É conveniente cultivar em troncos ou cascas de madeira ou sobre galhos. Não se deve permitir que o substrato seque totalmente.

BIFRENARIA INODORA VAR MARROMNACEA

      PLANTA IDENTIFICADA: Nº 0120

     Possuo duas plantas da Bifrenária Inodora, as duas estão comigo desde 2000, e tem sua origem em derrubada de mata, autorizada via plantio de novas árvores, em local nos arredores de Angelina SC. Quando lá estive muitas plantas estavam condenadas a morrer e serem queimadas, muitas delas mudinhas pequenas, que vieram a se desenvolver lá em casa. As bifrenárias, porém, já eram adultas e floresceram quase que de imediato, e mantém florações anuais desde então, sempre em novembro.

     Na foto abaixo uma das plantas, onde podem observar que a planta não emite um caule muito desenvolvido quando da formação do botão e por consequência, para as flores. 

    As flores em dois tempos, nesta abaixo, para observarem a flor e ao lado botões ainda fechados.
 
    Já nesta abaixo, uma das flores já aberta em plenitude e uma outra ainda semi aberta.

      Segundo a Wikipedia a Bifrenaria inodora é uma espécie de orquídea epífita de crescimento cespitoso que existe do Espírito Santo ao Rio Grande do Sul e em Minas Gerais, no Brasil,1 onde habita florestas úmidas abertas. Pertence ao grupo das Bifrenaria grandes, as quais nunca foram classificadas nos gêneros Adipe ou Stenocoryne. Pode ser facilmente reconhecida pelo lobo central do labelo de suas flores que é duas vezes mais comprido que largo.

ENCYCLIA ONCIDIOIDES

      PLANTA IDENTIFICADA: Nº 0046

       Possuo duas plantas desta Encyclia Oncidioides, as duas com sua origem em derrubada de mata lá nos arredores de Peruíbe SP, na mata atlântica litorânea, no ano de 2001, desde então elas florescem todos os anos.  

Na foto abaixo a planta por inteiro, com suas duas hastes florais 
 
    Na foto abaixo uma das flores nos primeiros momentos em que abriu, mais esverdeada, e sem perfume.

    Já esta, da foto abaixo, aberta a mais dias, apresenta uma tonalidade dum amarelo esverdeado, acredito que por sua maturação e apresenta um leve perfume, bem agradável.

      Segundo a Wikipedia a Encyclia Oncidioides é um espécie de orquídea rupícola que vegeta no Nordeste brasileiro (esclarecendo que a minha foi encontrada em Peruíbe, no litoral paulista). Planta vigorosa, com pseudobulbosovóides e fusiformes de 20 centímetros de altura, portando duas ou três folhas lineares, coriáceas e lanceoladas de 40 centímetros de comprimento e de cor verde-amarelado.
Inflorescências eretas e ramificadas com mais de 1 metro de altura, portando grande quantidade de flores. Flor de três centímetros de diâmetro, com pétalas e sépalas amarelo-pálidas, densamente reticuladas de marrom.
Floresce no verão.

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

DENDROBIUM FIMBRIATUM VAR. OCULATUM

      PLANTA IDENTIFICADA: Nº 0249

     Esta planta é outra que veio de São Paulo, capital, lá do SEASA, lá por 2009 e esta comigo, produzindo flores desde então.

       Como se trata de uma planta que em seu habitat natural convive com invernos rigorosos, coisa que não tivemos nesta ano aqui no sul, ai a explicação para pouca emissão de cachopas de flores.
                   A foto abaixo é deste ano, outubro/2014.

    A floração abaixo é de outubro/2014.

    Com maior aproximação, uma flor em detalhe.

                                   E o labelo, em detalhe.

    Já na foto abaixo, floração de 2010, logo que a planta chegou ao alto Viamão RS

     Sua origem é o Nepal, na Ásia.

     Gosta de clima seco e quente durante o dia, com queda significativa de temperatura e com elevação de umidade à noite.

      Portanto, aprecia ambientes bem iluminados, e o meu cultivo a pleno sol, mantendo uma umidade relativa, permanentemente.

      Como se trata de uma orquídea epífita, com pseudobulbos que podem se tornar pendentes até um metro de comprimento, melhor cultivá-los dependurados. Suas folhas são alternadas, lanciformes e verde brilhantes.


EPIDENDRUM PANICULATUM VAR. ALBO

        PLANTA IDENTIFICADA: Nº 0248 

       Possuo duas plantas desta espécie e só recentemente consegui classificá-la, trata-se do Epidendrum Paniculatum var. Albo. Porque Albo, enquanto o Tipo possui as sépalas verdes, nas minhas elas são levemente esverdeadas, por isso a variedade Albo.


      Minhas mudas tem sua origem de uma área com mata derrubada nas proximidades de Cubatão SP, ocorrida muito perto de um córrego que desce das montanhas, onde existe uma Barragem. 

      Uma foto com maior aproximação para melhor observarmos as flores.

                      E a flor, em detalhe.

     Segundo a Wikipedia o Epidendrum paniculatum é uma orquídea epífita no gênero Epidendrum.
       
       A planta tem ampla distribuição, desde as florestas de Beliza, Costa Rica, Ilhas de Barlavento, Guiana Francesa, Guiana, Venezuela, Peru, Bolívia, Brasil e Argentina, em altitudes que podem chegar aos 2100 metros. 

       Quanto a sua cultura a planta cresce em condições de clima intermediário e para cultivar em vasos, utilizar casca de pinheiro com perlita. A planta prefere períodos de secagem entre as regas, onde a luminosidade alta é recomendada. No inverno alongar o período de secagem.


sábado, 8 de novembro de 2014

BULBOPHILUM FALCATUM

       PLANTA IDENTIFICADA: Nº 0232

       Possuo este Bulbophylum desde 2009 e todos os anos floresce aqui no alto Viamão RS, porém SOMENTE agora consegui classificá-lo junto aos sites da Internet, e o danado é africano, mais propriamente da região de Uganda e arredores.

         Esta planta foi adquirida em São Paulo, capital, no SEASA.

         Minhas fotos ficaram devendo, ainda preciso melhorar muito enquanto fotógrafo.

      Abaixo, suas hastes florais, mais aproximadas.

       E, finalmente, algumas flores, em detalhe, pequenas mas com cores intensas e muito cerosas. Ainda que a primeira vista pareçam bastante estranhas quanto ao formato, quando vistas individualmente demonstram todas as características das orquídeas.

      Segundo a Wikipedia Internacional o Bulbophyllum falcatum é uma espécie de planta da família Orchidaceae endémica da África tropical a partir de Serra Leoa até o Congo e no oeste de Uganda . 
         Ele é um membro da secção de Megaclinium. 
    Tem raque em forma de asa que são cerca de 10 cm de comprimento e 8-10 mm de espessura. Em cada lado da coluna vertebral são uma fileira de flores com as flores 10-15 por fila. As sépalas das flores são um vermelho escuro e as pétalas são extremamente pequenas e assemelham-se a um fio. Das partes florais a sépala dorsal é o maior ser 8-9 mm de comprimento e visualmente a parte mais proeminente da flor. Para o fim da dorsal SEPAL existe uma área mais espessa amarela.

PHALAENOPISIS HIBRIDA PINTALGADA

      PLANTA SEM IDENTIFICAÇÃO: Nº 0231

       Aquisição recente, quando da minha estada no Rio de Janeiro, com o vaso em oferta pois a floração da planta estava em declínio, com o valor tentador, pronto, veio pro sul.

       Trata-se de uma Phalaenopsis, e Hibrida, porém revirei os sites da Internet em busca de seu nome e criador mas ainda não encontrei, portanto continua com o SP, sem identificação.

       De qualquer forma é mais uma das criações da genialidade do homem que aprendeu com a mãe natura e soube usar seus conhecimentos para nos encantar com novas flores, em formas, cores e perfumes.

       Estarei atento e assim que conseguir identificá-la, ou alguém me fizer esta gentileza, de pronto repassarei a informação, renomeando-a.

       Esperemos que se adapte perfeitamente aqui no alto Viamão RS e para o próximo ano nos presentei com uma bela floração.

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

MAXILLARIA COGNIAUXIANA

        PLANTA IDENTIFICADA: Nº 0009

     Possuo duas plantas desta espécie de Maxillaria, a Cogniauxiana, pequenas em tamanho mas grandes em cerosidade e formosura. 

      Minhas plantas foram encontradas numa derrubada de mata, já descrita em outra postagem, perto de Nova Trento SC.

         Tenho muito carinho por esta pequena grande planta, além de muito florífera, e de um leve perfume, sua forma e cerosidade são encantadoras.
  
           Na foto abaixo um dos vasos.    

      Nesta outra foto a planta vista mais de perto, com a possibilidade de vermos as diversas flores, nem todas abertas em sua plenitude.

        Outra foto, tomada de outro ponto.

      E, finalmente, uma das flores, numa tentativa não tão bem resolvida, de mostrá-la em detalhe.


       Ela é conhecida como: Maxillaria cogniauxiana por W. Hoehne 1933;

       Tem muitos sinônimos:

Christensonella cogniauxiana ( Hoehne ) Szlach. , Mytnik , Górniak & Miszek 2006; Maxillaria cogniauxiana var. latifolia (Hoehne) Pabst 1972; Maxillaria cogniauxiana var. pygmaea (Hoehne) Pabst 1978; Maxillaria heterophylla Hoehne 1952; Maxillaria heterophylla var. acicularifolia Hoehene 1952; Maxillaria heterophylla var. intermedia Hoehne 1952; Maxillaria heterophylla var. latifolia Hoehne 1952; Maxillaria heterophylla var. longifolia Hoehne 1952; Maxillaria heterophylla var. pygmaea Hoehne 1952;

       Consta que seus habitas naturais vão do Rio de Janeiro até São Paulo, Minas Gerais e ao Paraná, aos 1400 metros, porém a minha foi encontrada nos arredores de Nova Trento SC, numa altura aproximada dos 480 metros, portanto é, provavelmente muito maior a sua área de distribuição.
       Outros dados:
Planta: Epífita, ~10 centímetros;
Flor: 2,5 centímetros;
Época de floração: outono;
Longevidade das Flores: 20~25 dias;
Fragrância: nenhuma. Discordo, com leve perfume, bastante agradável;
Luminosidade: média;
Umidade: média;
Dificuldade de cultivo: fácil. 






CAPANEMIA SUPERFLUA

       PLANTA IDENTIFICADA: Nº 0074

      Eis um vaso de encher os olhos, a pequena e muito charmosa Capanemia Superflua, da qual possuo duas plantas, porém neste ano só uma floriu lá no alto Viamão RS.

    Minhas mudas são da serra gaúcha, das proximidades de Veranópolis, e foram encontradas, ambas juntinhas e pequenas, num galho caído em área dos Freis Franciscanos Capuchinhos. 

        Abaixo, foto da planta com botões ainda por abrir.

       E, na sequência, a planta muito linda e florífera, já com as flores completamente abertas, como podem ver na foto abaixo, que recém esta adquirindo sua maioridade enquanto planta.


      Logo abaixo as pequenas charmosas em detalhe...


   Segundo o Wikipedia a Capanemia é um género botânico pertencente à família das orquídeas (Orchidaceae). Foi proposto por João Barbosa Rodrigues em Genera et Species Orchidearum Novarum 1: 137, em 1877. A Capanemia micromera Barb.Rodr. é a espécie tipo deste gênero. O nome deste gênero é uma homenagem ao Barão de Capanema. Como é um gênero morfologicamente muito próximo de Quekettia, espécies de um já estiveram atribuídas ao outro.
    Capanemia agrupa cerca de uma dezena de miniaturas epífitas, de crescimento cespitoso, distribuídas pelo sudeste brasileiro, ParaguaiBolívia e Uruguai, normalmente crescendo em finos ramos musgosos das árvores.
          São plantas minúsculas cujo rizoma é curto com pseudobulbos globulares ou ovóides, na base guarnecidos por Baínhas não foliares, portando uma única folha plana e coriácea, ou roliça rígida e carnosa, então sulcada na face de cima. A inflorescência é racemosa, sempre mais curta que as folhas, com flores simultâneas muito pequenas verdes, amareladas ou alvacentas, e brota das Baínhas que parcialmente recobrem os pseudobulbos.
      Como descrição temos que as sépalas e pétalas são livres e variáveis conforme a espécie. O labelo, em regra simples, geralmente mais largo que longo ou então quase romboidal, é totalmente livre da coluna, embora justaposto à sua face ventral em algumas espécies, por vezes carnoso ou com calosidades variáveis no disco, ou prolongado em pequeno calcar na base. As flores contém duas polínias.

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

CATTLEYA SP

      PLANTA NÃO IDENTIFICADA: Nº 0233

     Esta é uma Cattleya, e é filha única aqui no alto Viamão RS, foi plantinha pequena encontrada numa derrubada de mata aqui perto há uns oito anos, quase as margens do Estuário do Guaíba, muito próximo já da Lagoa dos Patos. Quando floriu, anos depois, levou bem uns quatro anos, me encantou, porém até hoje, e já é a sua terceira floração, não consegui classificá-la. Penso que é um casamento natural entre uma Cattleya Leopoldii e uma Cattleya Intermédia, de floração mais tardia. Já pesquisei muito na Internet e, ainda, nada descobri. A orquídia que mais se parece com esta dai, na foto abaixo, é a Cattleya Ametlystoglossa, todavia esta variedade tem seus habitats restritos a Bahia, Espírito Santo e um tantinho em Minas Gerais...o que faria, aqui, bem ao sul, junto ao Estuário do Guaíba? E, demais a mais, existem diferenças bem expressivas entre ambas, ainda que conste que a Amestlystoglossa tenha sua origem a partir da Guttata, que muitos acreditam ser igual a nossa Leopoldii.

       De qualquer forma, enquanto aguardo encontrar sua classificação, talvez alguém saiba e se disponha a me esclarecer, ei-la para a alegria daqueles, que, como eu, se encantam com a beleza destas belas flores...e, esta, não há como negar, é muito linda! Curtam a foto abaixo.

 
      A flor, em detalhe.

       E o seu labelo, magistralmente bem desenhado, haja perfeição na mãe natura.

Quem sou eu

Minha foto
Sou Nedi Nelson, como profissional abraço a contabilidade e nesta me realiza a auditoria; como pessoa sempre sublimei ler e escrever, a poesia é lugar comum, hoje vivencio o romancear; como hobby e paixão descobri as orquídeas, o estudo, o cultivo e por fim o descortinar de suas florações..e eis que minha alma transcende o poetar. Viver o entreabrir de uma orquídia me é palco sensível para deixar fluir o poema. A idéia é criar três seções específicas, uma para partilhar a palavra escrita, seja por meio de poemas, contos ou romance, estejam publicados ou não, que venham a ser publicados ou não; outra para cultuar, via fotografias e textos, as minhas orquídeas; e outra para falar de minhas viagens, via fotografias e textos, seja quando a trabalho nos contextos da auditoria, em minhas folgas, seja especificamente a lazer .

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