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quinta-feira, 27 de novembro de 2014

COTIDIANO FACE 36

Este provavelmente é um recado para mim mesmo.

Existem alegrias tão intensas, mas tão intensas,
que temos ciúmes de deixarmos que aflorem aos olhos do mundo.
Não é por nada que muitas vezes as pessoas nos pegam sorrindo sozinho,
Em íntima recordação.

Há um universo nestes sorrisos furtivos, cativos de nos mesmos,
São frutos de mensagens da alma.

A felicidade se alimenta de simplismos,
Sobrevive em pessoalidades inatas, por  vezes  insondáveis,
Nos corriqueiros vivenciais.
Nem em todos, porém, apenas em pessoas que trazem dentro de si
 o estar em paz consigo mesmo!

Então, copiamos de alguém.

Não tenho tudo que quero, mas amo tudo que tenho!

Simples não é mesmo?!

...se bem que adormeço dentro de mim um sentimento!

Terezina, 14 de novembro de 2014-11-14


COTIDIANO FACE Nº 37

Muitas vezes me faço silêncio,
nestes momentos minha alma me atribula mensagem de inquietude...

Silêncios prolongados podem ter muitos significados,
Dentre eles a necessidade de manter  a boca fechada, também a palavra escrita,
Para não trazer para a sua vida problemas que não são seus;
Ou, por outro lado, podem revelar indiferença
E egoísmos,
No mais trivial dos dane-se que a vida é tua;
Ou, ainda, o domínio da conjuntura do medo,
Na mais antiga das premissas,
Onde tua mente mantém em pergunta um alerta:
- onde rebenta a corrente?
Sabemos, evidente, no elo mais fraco...

Bem por isso continuamos enquanto povo admitindo desgovernos
E canalhices.

Ou, entra em cena a pujança do nosso umbigo na proteção das nossas,
Ainda que por vezes  pequenas, regalias...

Tantos precisam de muito,
Tantos precisam de pouco,
Para viver a vida,
Para ver a vida passar sob sua janela,
Cada qual com suas escolhas,
Mas, sempre existe um mas,
Ainda que nosso mundo sejamos grande,
Ainda que pequenos aos olhos de outros mundos,
Cada um de nós protege como um leão a demarcação do seu modus vivendi:
- não mecha no meu queijo,
Hei, alguém mexeu no meu queijo...

Tudo isso para expressar uma obviedade,
Estamos tão preocupados com nossas perdas caseiras,
Com nossos ratinhos domésticos,
Que deixamos passar incólumes de reação
As perdas elefantérrimas que nossos governos, todos eles,
Nos tem imputado vida afora.

EU...estou cansado,
E puto comigo mesmo,
Na visão da herança que estou ajudando a deixar aos meus filhos e netas.

Por isso a emoção não aflora,
Por isso a palavra se torna silente,
Por isso este gosto amargo na boca,
Pois me condena a pior das condições,
Sou devedor por omissão,
Não por desconhecimento,
Não por cegueira, assim fosse, poderia ser perdoado!

Na angústia de identificar o momento que vivo,
Busco me entregar ao mea culpa, e assim fazendo,
Pudesse, pediria perdão a todos os filhos da minha geração!

...não podendo, precisei calar por dias estas palavras e verdades,
que meu coração e minha mente, exigiam deixasse vir a tona.

Culpa...mea culpa...toda uma vida!
Protegendo-se,  almejando proteger,
Num calar sitiado de medos,
Numa inércia enraizada em vazias postergações,
Para perceber agora a inutilidade disto tudo,
Porque deixei de lutar e acreditar nas mudanças das quais poderia ter participado,
Desde minha juventude, quando o trauma das violências de uma ditadura,
Me fizeram criar barricadas protecionistas para mim e os meus,
Não na irmandade, na justiça e na humanidade,
Mas no egoísmo, na indiferença e no desamor pelo humano ao meu lado!  

Sim, minha geração rendeu-se e perdeu a capacidade de reagir!
EU...talvez um culpado maior, porque percebia e via o que acontecia,
E sempre calei...ponderando sobrevivência!

...bem poucos, da minha geração, poderão jogar a primeira pedra!

Campo Grande, 27 de novembro de 2014.


quarta-feira, 26 de novembro de 2014

ONCIDIUM BARBATUM

      PLANTA IDENTIFICADA: Nº 0160

     Possuo alguns exemplares destes variedade, todas elas são aqui dos arredores, no alto Viamão RS, coletadas que foram em derrubadas de matas, E outra planta que não gosta de ter suas raízes mantidas com muita umidade, pois é planta que na natureza via de regra se desenvolve em galhos de pequeno porte, com suas pequenas raízes bem fixadas.

                     Na foto abaixo um dos vasos por inteiro

                             Nesta foto um conjunto de flores.

    Outra foto para melhor verificarmos, em detalhes, suas formas e esplêndidas cores.

                                     E, por último, o labelo em maior aproximação.

      Segundo a Wikipedia é uma espécie epífita muito decorativa. Pseudobulbos largos e ovóides, lateralmente comprimidos e angulosos, de 3 centímetros de altura e de cor verde-brilhante. Folhas curtas de 2 centímetros de comprimento por 2 centímetros de largura, oblongo-lanceoladas e com ápice arredondado. Inflorescências que alcançam até meio metro, flexíveis e graciosamente recurvadas, portando até trinta flores. Flor de 2 centímetros de diâmetro, com pétalas e sépalas de cor acinzentada, maculada de marrom-claro. Labelo trilobado com lóbulos amarelos laterais grandes e vistosos. Lóbulo central encrespado da mesma cor das pétalas e sépalas, mas com margens amarelas bem fimbriadas.


MAXILLARIA TENUIFOLIA

       PLANTA IDENTIFICADA: Nº 0251

      Esta planta é exemplar único lá no orquidário, veio ate mim por troca com orquidófilo lá de Niterói RJ, no ano de 2001 e desde então, nesta mesma época floresce todos os anos. Já formou uma bela touceira, esta na hora de efetuar algumas novas mudas.   

                   Na foto abaixo a planta inteira.
   
   As flores em nova foto e com maior aproximação.
   
      Nesta, uma flor em detalhe.

             E, por fim, o labeto em detalhe.

      Segundo a Wikipedia Internacional a Maxillaria tenuifolia, o Delicate-folheado Maxillaria ou Coconut Pie Orchid, é uma espécie de orquídea que vão desde o México até a Nicarágua e, possivelmente, Costa Rica . [1] Estas plantas são fáceis de crescer, se mantido úmido e dado boa circulação do ar em um alto luz janela de qualquer orientação, mas Norte.

CULTIVO: De todos os membros de seu gênero, que não são tão procurados no cultivo, Maxillaria tenuifolia é o mais popular. Tem bastante pequenas flores, normalmente há mais de uma e meia polegadas, e eles vêm único a um ponto. Sua popularidade é devido ao cheiro da flor, que é como a de cocos. As flores são coloridas em vermelho com manchas amarelas ou marrons. Esta planta é fácil de crescer e florescer, mas não como um pouco mais frio temps noite no inverno.
Temperatura: As plantas crescem bem em temperaturas intermediárias, com noites de inverno 55-62 graus Fahrenheit e dias de 58 a 75. As temperaturas no verão podem ser de vários graus mais quente.
Umidade: Esta planta gosta de uma humidade relativa de 50 por cento ou mais. usando bandejas de umidade ou umidificadores de quarto para fornecer umidade adicional em condições secas é benéfico para essas plantas.
Água: Em seu habitat natural, esta planta recebe muita água durante a estação chuvosa, mas a partir de dezembro há uma estação mais seca, que pode durar até maio. Para o cultivo dentro de casa, isso significa que o substrato deve ser deixada para secar entre as regas do final de novembro até o final de março. Com cuidado para não permitir que os pseudobulbos para tornar-se muito enrugada é essencial, a planta não deve ser mantido seco demais. as plantas só pode ter que ser regada a cada 2-3 semanas durante o período seco. Sobre meados de março um pode começar a regar normalmente permitindo que o substrato para se tornar um tanto seco entre as regas, mas não tão seco como nos meses de inverno. É melhor usar a chuva, água destilada ou água de osmose reversa para essas plantas.

DENDROBIUM MOSCHATUM

       PLANTA IDENTIFICADA: Nº  0072

       Esta espécie chegou as minhas mãos via três galhos de plantas com Keikis(mudas que crescem nos galhos velhos das orquídeas) lá nos idos de 1997, chorados que foram duma planta na Entidade onde estava efetuando um trabalho. De lá para cá já efetuei dezenas de replantes e tenho bastante vasos desta variedade.

      A planta é enorme, seus caules podem chegar a mais de um metro de cumprimento, e é muito florífera, principalmente quando cultivada a pleno sol. 
      Porém um senão se impõe, admire-a bastante quando em flor, pois sua durabilidade é de apenas 24 horas a pleno vigor.

       Já o vaso abaixo foi como que uma herança, era da minha mãe, estava plantado numa lata grande de tinta, hoje ocupa plenamente um grande vaso, colocado ao centro de um gramado, quase a frente da casa. Já é atraente quando sem flor, florido, então, ainda que para ser admirado num compasso de dois dias, dá um espetáculo a parte.


    Abaixo, outro dos meus vasos, ainda com muitas flores por abrir.

Na foto abaixo um dos conjuntos de um caule com floração em sua plenitude.

    Já na foto abaixo uma destas flores para se observá-la em detalhes.

E, por fim, o labelo, em maior aproximação, para melhor observarmos seus detalhes.

       Segundo a Wikipedia internacional o Moschatum Dendrobium, o Dendrobium Musky-cheiro, é uma espécie de orquídea, e ele é nativo do Himalaia (norte e leste da Índia , do norte de Bangladesh , Nepal , Butão , Assam , Yunnan ), e Indochina ( Vietnã Tailândia , Myanmar , Laos , Camboja )

ONCIDIUM (LOPHIARES) PUMILUM

       PLANTA IDENTIFICADA: Nº  0068

      Mais uma pequena joia da natureza, a Micro Oncidium Pumilum, assim deonominada por John Lindley em 1825, a desfilar aqui no orquidário. Minhas plantas, todas elas são de derrubadas de matas aqui no alto Viamão RS, e muitas estão comigo a muitos anos, sempre florescendo nos verões da vida.

     Abaixo uma das plantas, em vaso de PET adequado, com muito tijolo quebrado no subtrato, para não guardar excesso de umidade, que esta orquídea não tolera. 
 
    As flores em foto com maior aproximação, em detalhes.
 
    Uma das flores, em detalhe.

       Esta planta deve ser cultivada com luminosidade porém não a sol pleno, sombreado via sombrite, ou a sombra, é o ideal. E atentar muito que a mesma não suporta ter suas raízes permanentemente umedecidas, esta é uma forma de matá-las em pouco tempo.





terça-feira, 18 de novembro de 2014

ANACHEILIUM (OU PROSTHECHEA) VESPA TIPO

        PLANTA IDENTIFICADA: N 0188

     Possuo quatro plantas desta variedade, Anacheilium Vespa, ou ainda Prosthechea Vespa, como alguns preferem classificá-la, e todas tem origem em derrubada de mata na serra do mar, nos arredores de São Paulo SP. Estão comigo desde 2000 e dois vasos deverão ser separados, dando origem a mais duas plantas. 

                              Nesta foto um dos vasos, por inteiro. 

                                  Nesta foto uma das hastes florais.

                           Foto de duas flores, com maior aproximação.

    E, finalmente, a foto de uma delas, em detalhe.

        Segundo a Wikipedia a Anacheilium vespa é uma espécie de orquídea muito comum por quase toda América LatinaCaribe e sul dos Estados Unidos, a qual, pela ampla dispersão, originou diversas variedades decorrentes da diferenciação de grupos de plantas geograficamente isoladas. Muitos destes grupos são frequentemente classificados como espécies autônomas não havendo consenso sobre os limites de cada espécie. A tendência moderna é classificar este conjunto de espécies como um complexo onde algumas espécies são reconhecidas, outras relegadas à sinonímia. A separação de cada uma das espécies é sempre um problema de difícil solução, dai o elevado número de sinônimos que apresenta. Não há consenso também sobre o gênero em que devem ser classificadas. Muitos defendem sua classificação no gênero Prosthechea.

MAXILLARIA UNCATA

      PLANTA IDENTIFICADA: Nº 0250

     Minha planta é única lá no orquidário e venho cuidando dela com muita atenção desde 1999, sendo sua origem dos arredores de Nova Trento SC, em derrubada de mata já detalhada aqui, em outra postagem.
     Ela é muito florífera, as vezes florescendo mais de uma vez por ano, dependendo do calor e umidades no meio ambiente.

       Na foto abaixo a planta e sua floração, por inteiro.

    Com maior aproximação, foto com tres flores, uma semi-aberta.
 
                                Foto de uma das flores, em detalhe.

     Segundo a Wikipedia Internacional a Maxillaria uncata, a Maxillaria em forma de gancho, é uma espécie de orquídea que vão desde o sul do México até o sul do Brasil.

MILTONIA FLAVESCENS

         PLANTA IDENTIFICADA: Nº 0084

       Foi no ano de 1998 que ganhei duas mudas desta orquídea quando a trabalho em Nova Trento SC, as irmãs tinham uma planta grande enraizada em uma figueira, depois de um bom "choro" elas foram colocadas nas minhas mãos. Tanto se multiplicaram, que hoje possuo inúmeros vasos, todos florescendo anualmente, sempre nos novembros da vida.

              Na foto abaixo um dos vasos, por inteiro.

    Nesta foto um trio em sequência, que é como se apresentam.

    Uma das flores, em detalhe.

                            Abaixo, uma foto do labelo em detalhe.

    Segundo a Wikipedia a Miltonia flavescens é uma espécie botânica de orquídeas epífitas provenientes do Brasil, do norte da Argentina e do Paraguai.
O nome do gênero - Miltonia - foi batizado em homenagem ao inglês, colecionador e jardineiro de orquídeas, Lord Fitzwilliam, visconde de Milton.
       Quanto a morfologia esta planta tem duas folhas compridas de 30 a 35 cm de comprimento e 2,5 a 3 cm de largura, que nascem de pseudobulbos elípticos compridos e achatados de 5 a 12 cm de comprimento.
        A haste floral nasce da base do rizoma e contém de 7 a 10 flores de cor creme com pintinhas marrons.
        Cultivo: Esta planta é fácil de cultivar com tutores. O substrato deve favorecer a drenagem, porque as raízes necessitam de aeração. É conveniente cultivar em troncos ou cascas de madeira ou sobre galhos. Não se deve permitir que o substrato seque totalmente.

BIFRENARIA INODORA VAR MARROMNACEA

      PLANTA IDENTIFICADA: Nº 0120

     Possuo duas plantas da Bifrenária Inodora, as duas estão comigo desde 2000, e tem sua origem em derrubada de mata, autorizada via plantio de novas árvores, em local nos arredores de Angelina SC. Quando lá estive muitas plantas estavam condenadas a morrer e serem queimadas, muitas delas mudinhas pequenas, que vieram a se desenvolver lá em casa. As bifrenárias, porém, já eram adultas e floresceram quase que de imediato, e mantém florações anuais desde então, sempre em novembro.

     Na foto abaixo uma das plantas, onde podem observar que a planta não emite um caule muito desenvolvido quando da formação do botão e por consequência, para as flores. 

    As flores em dois tempos, nesta abaixo, para observarem a flor e ao lado botões ainda fechados.
 
    Já nesta abaixo, uma das flores já aberta em plenitude e uma outra ainda semi aberta.

      Segundo a Wikipedia a Bifrenaria inodora é uma espécie de orquídea epífita de crescimento cespitoso que existe do Espírito Santo ao Rio Grande do Sul e em Minas Gerais, no Brasil,1 onde habita florestas úmidas abertas. Pertence ao grupo das Bifrenaria grandes, as quais nunca foram classificadas nos gêneros Adipe ou Stenocoryne. Pode ser facilmente reconhecida pelo lobo central do labelo de suas flores que é duas vezes mais comprido que largo.

ENCYCLIA ONCIDIOIDES

      PLANTA IDENTIFICADA: Nº 0046

       Possuo duas plantas desta Encyclia Oncidioides, as duas com sua origem em derrubada de mata lá nos arredores de Peruíbe SP, na mata atlântica litorânea, no ano de 2001, desde então elas florescem todos os anos.  

Na foto abaixo a planta por inteiro, com suas duas hastes florais 
 
    Na foto abaixo uma das flores nos primeiros momentos em que abriu, mais esverdeada, e sem perfume.

    Já esta, da foto abaixo, aberta a mais dias, apresenta uma tonalidade dum amarelo esverdeado, acredito que por sua maturação e apresenta um leve perfume, bem agradável.

      Segundo a Wikipedia a Encyclia Oncidioides é um espécie de orquídea rupícola que vegeta no Nordeste brasileiro (esclarecendo que a minha foi encontrada em Peruíbe, no litoral paulista). Planta vigorosa, com pseudobulbosovóides e fusiformes de 20 centímetros de altura, portando duas ou três folhas lineares, coriáceas e lanceoladas de 40 centímetros de comprimento e de cor verde-amarelado.
Inflorescências eretas e ramificadas com mais de 1 metro de altura, portando grande quantidade de flores. Flor de três centímetros de diâmetro, com pétalas e sépalas amarelo-pálidas, densamente reticuladas de marrom.
Floresce no verão.

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

DENDROBIUM FIMBRIATUM VAR. OCULATUM

      PLANTA IDENTIFICADA: Nº 0249

     Esta planta é outra que veio de São Paulo, capital, lá do SEASA, lá por 2009 e esta comigo, produzindo flores desde então.

       Como se trata de uma planta que em seu habitat natural convive com invernos rigorosos, coisa que não tivemos nesta ano aqui no sul, ai a explicação para pouca emissão de cachopas de flores.
                   A foto abaixo é deste ano, outubro/2014.

    A floração abaixo é de outubro/2014.

    Com maior aproximação, uma flor em detalhe.

                                   E o labelo, em detalhe.

    Já na foto abaixo, floração de 2010, logo que a planta chegou ao alto Viamão RS

     Sua origem é o Nepal, na Ásia.

     Gosta de clima seco e quente durante o dia, com queda significativa de temperatura e com elevação de umidade à noite.

      Portanto, aprecia ambientes bem iluminados, e o meu cultivo a pleno sol, mantendo uma umidade relativa, permanentemente.

      Como se trata de uma orquídea epífita, com pseudobulbos que podem se tornar pendentes até um metro de comprimento, melhor cultivá-los dependurados. Suas folhas são alternadas, lanciformes e verde brilhantes.


EPIDENDRUM PANICULATUM VAR. ALBO

        PLANTA IDENTIFICADA: Nº 0248 

       Possuo duas plantas desta espécie e só recentemente consegui classificá-la, trata-se do Epidendrum Paniculatum var. Albo. Porque Albo, enquanto o Tipo possui as sépalas verdes, nas minhas elas são levemente esverdeadas, por isso a variedade Albo.


      Minhas mudas tem sua origem de uma área com mata derrubada nas proximidades de Cubatão SP, ocorrida muito perto de um córrego que desce das montanhas, onde existe uma Barragem. 

      Uma foto com maior aproximação para melhor observarmos as flores.

                      E a flor, em detalhe.

     Segundo a Wikipedia o Epidendrum paniculatum é uma orquídea epífita no gênero Epidendrum.
       
       A planta tem ampla distribuição, desde as florestas de Beliza, Costa Rica, Ilhas de Barlavento, Guiana Francesa, Guiana, Venezuela, Peru, Bolívia, Brasil e Argentina, em altitudes que podem chegar aos 2100 metros. 

       Quanto a sua cultura a planta cresce em condições de clima intermediário e para cultivar em vasos, utilizar casca de pinheiro com perlita. A planta prefere períodos de secagem entre as regas, onde a luminosidade alta é recomendada. No inverno alongar o período de secagem.


sábado, 8 de novembro de 2014

BULBOPHILUM FALCATUM

       PLANTA IDENTIFICADA: Nº 0232

       Possuo este Bulbophylum desde 2009 e todos os anos floresce aqui no alto Viamão RS, porém SOMENTE agora consegui classificá-lo junto aos sites da Internet, e o danado é africano, mais propriamente da região de Uganda e arredores.

         Esta planta foi adquirida em São Paulo, capital, no SEASA.

         Minhas fotos ficaram devendo, ainda preciso melhorar muito enquanto fotógrafo.

      Abaixo, suas hastes florais, mais aproximadas.

       E, finalmente, algumas flores, em detalhe, pequenas mas com cores intensas e muito cerosas. Ainda que a primeira vista pareçam bastante estranhas quanto ao formato, quando vistas individualmente demonstram todas as características das orquídeas.

      Segundo a Wikipedia Internacional o Bulbophyllum falcatum é uma espécie de planta da família Orchidaceae endémica da África tropical a partir de Serra Leoa até o Congo e no oeste de Uganda . 
         Ele é um membro da secção de Megaclinium. 
    Tem raque em forma de asa que são cerca de 10 cm de comprimento e 8-10 mm de espessura. Em cada lado da coluna vertebral são uma fileira de flores com as flores 10-15 por fila. As sépalas das flores são um vermelho escuro e as pétalas são extremamente pequenas e assemelham-se a um fio. Das partes florais a sépala dorsal é o maior ser 8-9 mm de comprimento e visualmente a parte mais proeminente da flor. Para o fim da dorsal SEPAL existe uma área mais espessa amarela.

PHALAENOPISIS HIBRIDA PINTALGADA

      PLANTA SEM IDENTIFICAÇÃO: Nº 0231

       Aquisição recente, quando da minha estada no Rio de Janeiro, com o vaso em oferta pois a floração da planta estava em declínio, com o valor tentador, pronto, veio pro sul.

       Trata-se de uma Phalaenopsis, e Hibrida, porém revirei os sites da Internet em busca de seu nome e criador mas ainda não encontrei, portanto continua com o SP, sem identificação.

       De qualquer forma é mais uma das criações da genialidade do homem que aprendeu com a mãe natura e soube usar seus conhecimentos para nos encantar com novas flores, em formas, cores e perfumes.

       Estarei atento e assim que conseguir identificá-la, ou alguém me fizer esta gentileza, de pronto repassarei a informação, renomeando-a.

       Esperemos que se adapte perfeitamente aqui no alto Viamão RS e para o próximo ano nos presentei com uma bela floração.

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

MAXILLARIA COGNIAUXIANA

        PLANTA IDENTIFICADA: Nº 0009

     Possuo duas plantas desta espécie de Maxillaria, a Cogniauxiana, pequenas em tamanho mas grandes em cerosidade e formosura. 

      Minhas plantas foram encontradas numa derrubada de mata, já descrita em outra postagem, perto de Nova Trento SC.

         Tenho muito carinho por esta pequena grande planta, além de muito florífera, e de um leve perfume, sua forma e cerosidade são encantadoras.
  
           Na foto abaixo um dos vasos.    

      Nesta outra foto a planta vista mais de perto, com a possibilidade de vermos as diversas flores, nem todas abertas em sua plenitude.

        Outra foto, tomada de outro ponto.

      E, finalmente, uma das flores, numa tentativa não tão bem resolvida, de mostrá-la em detalhe.


       Ela é conhecida como: Maxillaria cogniauxiana por W. Hoehne 1933;

       Tem muitos sinônimos:

Christensonella cogniauxiana ( Hoehne ) Szlach. , Mytnik , Górniak & Miszek 2006; Maxillaria cogniauxiana var. latifolia (Hoehne) Pabst 1972; Maxillaria cogniauxiana var. pygmaea (Hoehne) Pabst 1978; Maxillaria heterophylla Hoehne 1952; Maxillaria heterophylla var. acicularifolia Hoehene 1952; Maxillaria heterophylla var. intermedia Hoehne 1952; Maxillaria heterophylla var. latifolia Hoehne 1952; Maxillaria heterophylla var. longifolia Hoehne 1952; Maxillaria heterophylla var. pygmaea Hoehne 1952;

       Consta que seus habitas naturais vão do Rio de Janeiro até São Paulo, Minas Gerais e ao Paraná, aos 1400 metros, porém a minha foi encontrada nos arredores de Nova Trento SC, numa altura aproximada dos 480 metros, portanto é, provavelmente muito maior a sua área de distribuição.
       Outros dados:
Planta: Epífita, ~10 centímetros;
Flor: 2,5 centímetros;
Época de floração: outono;
Longevidade das Flores: 20~25 dias;
Fragrância: nenhuma. Discordo, com leve perfume, bastante agradável;
Luminosidade: média;
Umidade: média;
Dificuldade de cultivo: fácil. 






Quem sou eu

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Sou Nedi Nelson, como profissional abraço a contabilidade e nesta me realiza a auditoria; como pessoa sempre sublimei ler e escrever, a poesia é lugar comum, hoje vivencio o romancear; como hobby e paixão descobri as orquídeas, o estudo, o cultivo e por fim o descortinar de suas florações..e eis que minha alma transcende o poetar. Viver o entreabrir de uma orquídia me é palco sensível para deixar fluir o poema. A idéia é criar três seções específicas, uma para partilhar a palavra escrita, seja por meio de poemas, contos ou romance, estejam publicados ou não, que venham a ser publicados ou não; outra para cultuar, via fotografias e textos, as minhas orquídeas; e outra para falar de minhas viagens, via fotografias e textos, seja quando a trabalho nos contextos da auditoria, em minhas folgas, seja especificamente a lazer .

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