Arquivo do blog

quinta-feira, 15 de maio de 2014

Cotidiano Face 5

Tenho estado observando nossa realidade humana, cada vez mais caótica e sem freios, passei uma semana a trabalho aqui no Rio de Janeiro e a cada momento em que a TV era ligada nos noticiários, seja daqui ou não, as notícias eram de desagregação, dor e violência. Por consequência meu texto é constatação,  desabafo, consternação e esperança. Me perdoem o invólucro em que ponderei minhas figurações, violência, política e religião, mas, infelizmente, estas tem sido reflexos onde as mazelas suplantam o doar humano.

                                                                              *

São apoteoses humanas, calcinadas de dor, amargura e lamento,

as ações que em nossos dias beiram a anarquia, a desumanidade

e ao desequilíbrio entre o Bem e o Mal...

 

Senão vejamos:

 

Quando um faminto, ou drogado (triste lugar comum), pratica seu primeiro assalto,

Não lhe basta roubar, ele necessita agredir, é assim a realidade,

Já em seus atos sequenciais a agressão começa a tomar um rumo macabro,

A vida humana fica refém da indiferença e da total ausência de humanidade.

Estamos convivendo com seres robotizados, facetados de niilismos,

Pela absoluta ausência de amor,

Ególotras que se tornaram, do Eu mesmo comigo mesmo,

E o resto que se exploda!

 

Quando vemos um jovem político extravasar sua ânsia no resolver os problemas sociais,

E não importa sua origem,

se rico ou pobre, culto ou ignorante nesta triste medida da sociedade,

me vem a mente uma trajetória recente

e me domina uma angústia latente,

estaremos diante de um novo casuísmo popularesco, triste carnaval,

onde a mola mestra real estará a serviço da manipulação, da sórdida ganância,

objetivando consequência do próprio enriquecimento ilícito...

O triste é a cinematografia na sua relação conosco,

Quando o consumado ator olha dentro dos nossos olhos, e mente,

Convencido, a tantos convencendo, de que diz a verdade.

 

São apoteoses demais...a violência, os desmandos do dinheiro e do poder,

Por fim, resta falar daqueles que dizem falar por Deus!

 

Religiões emanam de todas as portas, hipócritas, dissolutas, almas canibais,

Homens que doutrinam mentes em lavagens cerebrais,

E o fim (que se salvem as exceções),

um amontoado de pastores que não herdarão os céus,

pois a balança dos seus pecados penderá à perdição...e merecerão!

 

A mim mesmo a cada dia que passa e sobrevivo

 e vivo para depurar a essência daquele que eu sou

onde busco trilhar um caminho povoado das ações onde identifico o fator humano,

me nego as idolatrias,

me nego ao ranço da politicagem,

me nego ao oportunizar da fragilidade alheia,

me nego ceder aos impulsos do ego na simetria do meu umbigo,

e, me torno, acredito, mais lúcido, menos cego, mais irmão!

 

                                                               *

 

Tenham todos um ótimo fim de semana, sabemos, há um preço,

Mas se cada um de nós pender para o Bem e a simplicidade,

Poderemos, sim, não seja nosso desejo uma utopia,

Deixar para os nossos descendentes um mundo melhor.

Beijos em vossos corações e sejam felizes, que Deus os proteja!

Cotidiano Face 6

Pois hoje vou lhes contar uma historinha que em primeira mão me despertou um lado MAU, depois ponderei e voltei a trilhar pelo caminho no qual me nego a pisar nos calos de que quer que seja (como não sou santo, nem santarrão, desde que não pisem nos meus calos).  Porque? Pelo desenrolar dos acontecimentos, pela presença irretocável do reconhecimento, nas reações e nas atitudes, vejam vocês...

                                                                                              *

Sábado passado, já em Porto Alegre, e voltando para casa, já na Av Bento Gonçalves, num trânsito lento quase parando, parado, e como sempre, enquanto dirijo mantenho um sentido aguçado de observação. Numas destas paradas, observo ao meu lado esquerdo, na pista de maior velocidade, um desses carrões da Hyundai, e na sua direção uma bela dama, loiríssima, diria beirando os trinta e lá vão. Meu carro está um pouco aquém da sua janela da frente, em minha visão ela esta de perfil, então ela aumenta o som do carro, e faz algo que via regra pertence ao mundo das crianças, e, eventualmente, do universo masculino (tal como já foi flagrado o técnico, e ex-jogador da futebol, da seleção alemã, em pleno jogo internacional), ou seja, definitivamente, coçou o cérebro, nariz adentro, com seu dedinho indicador, que poderia ser de uma pianista, longo e delgado. Na sequência, na santa paz da sua imaginária privacidade, limpou o dedinho com seus dentes, utilizando os lábios, aliás, carnudos, no ato final desta concepção...

Como diria meu sobrinho Matheus, caraca, cara...! Confesso, não resisti, como havia espaço para ir um pouco mais a frente com o carro, foi o que fiz, e devo ter colocado um sorrisinho muito Gardel e irônico na minha expressão, ao olhá-la descaradamente...pô, gente, é impagável visualizar a cena.  Quando ela me percebeu e, por consequência, soube o que eu vira...rapaz, tadinha, ai me deu pena e arrependimento, eu podia ter deixado passar...ah, somos humanos, e, as vezes, maus.

Ela empalideceu, cravou os olhos a frente e por sua sorte, sua fila andou, e bem mais rápida do que aquela em que eu estava, e ela pode desaparecer das minhas vistas... Mas seu rosto ficou gravadinho na minha mente, até porque ela é muito linda, e a beleza me é atrativo.

Diriam...ah, deixa estar, acabou. Nunca mais vou vê-la mesmo, mas fiquei me penalizando, poxa, tu poderias ter poupado a dama...que maldade!

Mas a vida apronta, e não é que o inusitado aconteceu.

 Domingo a tardinha, lá estou eu no aeroporto,  já diante do portão 23 da Azul, quanto me toca sentir a sensação de estar sendo observado. Evidente, meu olhar buscou os arredores, passando levemente pelas pessoas, ah, caramba, dentre estas ela me olha atentamente, sim, ELA! A dama.

Deixei meu olhar seguir adiante como se não tivesse percebido sua concentração e tomei uma decisão, poxa, seja gentil, faça de conta de que você não a reconheceu. E foi o que fiz.

Pessoal, dali pra frente, enquanto esperava, em muitos momentos eu tive absoluta convicção de que ela estava testando o meu reconhecimento (e convenhamos, estava muito elegante, chamava a atenção), pois andava pelo salão, sempre procurando se colocar no meu ângulo de visão, e, eu, firme, silente, sem demonstrar um mínimo da ironia cínica que queria explodir na minha face, na estampa de um sorriso largo.

Quando chamaram meu voo, ela não estava nele, seria um pouco demais, dei uma última cruzada de olhar pelo salão, e, então, deixei transparecer, eu a VI.

De imediato, pude sentir a sua tensão, seu rosto isolou-se em expectativa, num tangido de uma imolação emocional perceptível de acontecer, então, definitivamente, deixei meu olhar seguir impessoalmente em frente, ignorando-a.

Enquanto partia e entregava meu bilhete a funcionária da Azul, na percepção da minha visão periférica, pude sorrir para mim mesmo, pois estava deixando para trás alguém que havia respirado fundo, retomado suas cores e obtido a certeza de que eu não a reconhecera.

Confesso, o ato de sorrir para mim mesmo, se fez júbilo pois me permiti corroborar em atitude a salvaguarda de uma pequena maldade.

Em minha mente lhe desejei: - Vá em frente minha dama, maravilhe-nos com sua beleza e elegância...mas não coce mais o cérebro!

Cotidiano Face 7

Vamos deixar rolar nossos pensamentos, dar liberdade e asas a imaginação, neste humano vivenciar o que será mais importante, o corpo e suas necessidades ou o espírito e suas transcendências.

 No que me diz respeito, me deixei levar...

                                                                        *
O dia e uma vida se cruzam em analogia,
 mas será o cair da noite que se fará apologia.

Ao nascer do sol, ao raiar de um novo dia, somos crianças,
fazedores de inocência;
ao meio dia jovens adultos,
donos do mundo e da verdade;
ao entardecer a maturidade iluminada,
em atalhos repartimos jornada e conhecimento;
ao pôr do sol, transcendemos a paz e nos despedimos da vida...

Mas é no nosso último olhar, na noite derradeira,
que esta descortina em imagens as colheitas vindouras daquele que nos será destino...
Anotem isso, melhor assumir, a última noite é nosso guia, nossa redenção, ou nossa perdição:
se em estrelas translúcidas e brilhantes a sua fotografia,
acordarás em braços de infinita amorosidade,
e voltarás mais vez ao viver terreno para iluminar aos que aqui ficam;
se em calmarias de suaves cores noturnas num transmitir de paz,
acordarás em braços de terno amparo
e te permitirão escolher como haverás de te fazer crescimento em nova jornada terrena;
se em negritudes ofuscantes mas ainda de efêmeras visualizações,
acordarás numa sala imensa
em cujas paredes se projetarão as cores de muitos arco-íris,
significa que poderás voltar para refazer e depurar tuas ainda malfadadas existências;
agora, se a noite fôr de abscuridades plenas,
na simetria dos teus temporais existenciais,
na ausência dos teus arrependimentos,
significa que já não tens perdão, nem volta,
é teu limite, e nem adianta então chorar, acabou teu tempo...

É Adeus, partirás para o nada e apagarão no tempo as tuas memórias...
Portanto...homem, apruma, recorda, pondera,
mais que carne és espírito,
a este deve ser dado o futuro, o rumo,
enquanto és passageiro,
em luz, no simples vivenciar dos que se doam irmãos, sinceros e humildes, no equilíbrio e no amor,
ele se faz infinito.

Neste estágio, é que Deus se faz verbo e diz:
...a ti, meu filho, te permito!
Entra na minha casa e reporte,
aos que merecerem tua palavra,
que sou real...e não um MITO!

Ufa...boa noite!

Cotidiano Face 8


Respondam com sinceridade:

Vocês já não estão hiper cansados de verem tantos desmandos, politicagens, corrupção e roubalheira por parte dos nossos representantes públicos, os políticos que este país tem produzido através da sua história, passada e presente?

Este é o meu caso, tenho ponderado muito a minha vida, e me perguntado inúmeras vezes, será que não está na hora de afrontar cara a cara, do tipo bala de canhão, aos poderosos de plantão e seus pedestais de barro?

E claro que, para isso, teria que desconsiderar o medo da perda,  da ausência do amor familiar, pois aos revolucionários não há lugar para salvaguardas, é conviver com possibilidades extremas...ação, adrenalina, dor, e por ser insubmisso, o derramamento de sangue!

Amar este país é sofrer incontáveis decepções, até quando nós, todos nós, vamos continuar assistindo como meros espectadores aos artifícios utilizados pelos nossos representantes para se manterem no poder.

Bolsas dos quintos dos infernos, na tutelagem de pessoas sonegadas de amor próprio que preferem esmolas ao aprendizado e ao trabalho.

Benefícios para assaltantes, e outros marginais, manos na podridão dos tóxicos e afins, na forma de salários e outras concessões.

Nas proteções exacerbadas para classes tidas como desprotegidas através de quotas perniciosas quando o fator determinante deveria ser a carência, não a cor da pele ou de débitos históricos de outras gerações, e tantas outras mazelas. A continuar assim vai chegar o dia em que, nós, tidos como a raça branca, que já nos sentimos alvos de preconceitos por sermos brancos, teremos que exigir nossos direitos, por sermos seus iguais.

Carrego nas minhas veias, como praticamente todos nós, neste país, um sangue mestiço, resultado do cruzamento de muitas raças (português, espanhol, francês, italiano e índio), que formou e forma o povo brasileiro de tão maravilhosa índole. Meus filhos carregam outros tantos a mais...

Então, que quota merecemos nós que batalhamos pelo trabalho e pelo crescimento, graças a educação e o respeito ao próximo que recebemos dos nossos pais?!

Quanto a mim me nego ao prisma cultuado hoje por tantos, do levar vantagens, sabe-se lá em que instâncias de dor e penúria, nos destinos espoliados à saúde, segurança e educação;

Me nego por receber bolsas que alcançarão preços impagáveis, onde se dá o peixe e não se ensina a pescar, onde  a única explicação é a óbvia, busal e miséria são rentáveis.

Me nego a acreditar que é protegendo marginais que vamos salvaguardar a sociedade,  e a mim mesmo e aos meus, que paguem seu preço e neste tempo de provação tenham trabalho e aprendizado, que retomem a vergonha na cara, para que quando retornarem ao nosso convívio sejam homens de bem.

O triste é que este contexto traz em seu bojo incomensurável possibilidade de luta fratricida, pois haverá de chegar o dia em que, por absoluta impossibilidade de se pagar a conta,  fecharão a torneira e os beneficiados costumazes desta verba, anacrônica ao bom senso, se revoltarão.

 A quem caberá se defender? ... a nós,  os verdadeiros devedores e pagadores desta conta, que mantemos esta corja no poder, sem reação, pois com  o nosso silêncio, autorizamos a manipulação política e a corrupção generalizada.

De tal forma que nos é esfregada na cara uma triste convicção, o povo brasileiro, nós, estamos corrompidos.

Cotidiano Face 9


Utopia? ...acorda povo!

Não raro grito em silêncio,

Pois minha fala se ouvida assombraria tua ingenuidade,

Calaria tuas lamurias,

Teria o dom de te humilhar,

Para assim, talvez, te acordar.

...tua culpa se assessora na ignorância!

 

Teus motivos se espelham na pobreza, és pobre e estás desempregado,

Mal  te sustentas e aos teus,

Sofres pela tua família.

 

Mesmo assim, te digo, mantém tua fibra e seja âncora para a dos teus,

Não venda tua dignidade,

Aceita quando te ensinarem a pescar

E no sobrepasso salvaguarda o trabalho.

 

Não te permita teu filho te vivenciar neste aceite

De te ver aceitando umas quase esmolas,

Inda que, talvez, por eles,

Assim agindo é como se vendesses tua humanidade aos corruptores de plantão.

 

Toma noção da tua grandeza,

Atenta aos ditames desta concepção

É necessário que a plantes em tua mente, tua ação e teu coração!

 

...aceite o peixe uma única vez.

Neste mesmo momento exija teu direito

E grite alto e em bom tom:

- Obrigado!  Agora me ensinem a pescar!

Cotidiano Face 10


No espaço de dias três histórias de amigos, então distantes, me chegam ao conhecimento, de uma maneira ou de outra, todos afogaram suas mágoas e perdas ou no álcool ou nos entorpecentes.

                Dois já se foram desta para uma melhor, espero, um ainda luta, pelo que soube trata-se de uma luta inglória, desigual, sua condição é terminal e não tem volta.

                Fiquei, confesso, mais que triste, meio que tomado por uma decepção beirando a fúria, pois, na minha concepção, eles, dois homens e uma mulher, não poderiam ter se dado ao desplante de ceder a dor a tal nível, buscando afago na perdição do se fazer esquecimento:  álcool e tóxico!

                Então começou a nascer este quase poema...

                                                                                              *

Marginando o viver sem conceber a vida,

Apagando no tempo os passos que não aconteceram nem acontecerão,

Por absoluta incapacidade de reagir,

Assim percebo tantos de nós,

Nas instâncias acometidas do descaminho,

Alienadas almas do desproposito

Que permeiam respirar, acordar, comer, dormir e...excluir-se!

 

O que estarão fazendo nesta vida se a partir de um determinado fato apenas sobrevivem

E não se apegam a mais nada,

Se degeneram em entregas dissolutas,

Onde lhes são deuses os ópios facetados dos entorpecentes terminais.

 

Se por um lado dá pena, na verdade me enraiveço,

Por ver um viver sendo jogado na sarjeta,

Consumido pelas chagas de extrema e fatal entrega,

Em que se reportam ao subjugar da dor,

E se tornam culpados pelas lágrimas nunca derradeiras daqueles que os amam,

Pois perderam a noção do que é o amor!

 

Enfim, quem dá valor a vida,

Não a desperdiça em torpes esquecimentos,

Muito melhor seria chorar e gritar seus lamentos.

 

Quem dá valor a vida

Não a desperdiça com destemperos emocionais,

Procurando horizontes que beiram a insanidade,

Melhor seria terem virado a página

E partido em busca da felicidade,

Ainda que em outro lugar ou com outra pessoa...

 

Valha-me Deus a tristeza destas desventuras,

Habitar tais universos

É sofrer tantas vezes a mesma dor,

É arrancar tantas vezes a mesma decepção,

É derramar tantas vezes as mesmas lágrimas

E repor tantas vezes o mesmo amor!

Cotidiano Face 11


Hoje, neste momento, estou em Santa Maria, já havia pernoitado na cidade na noite de terça-feira, mas, para tal, quando da chegada, enfrentei um congestionamento enervante  até chegar e ultrapassar a rotatória existente na rodovia São Sepé/Sta Maria, depois resolvi passar pelo centro da cidade, tudo trancado, motorista com nervos a flor da pele, tal qual qualquer cidade de porte médio pra cima neste país...pudera, com o governo que temos.

Na manhã seguinte, viajei, e nova tranqueira junto a uma rotatória, desta vez na rodovia que passa por Camobi, e com destinos outros, tanto como para o meu destino, Júlio de Castilhos.

                Mas não é sobre isso que quero escrever...afinal transito conturbado é lugar comum.

                Quero falar é da saudade imensa que me habitou quando hoje a tarde adentrei na cidade, já ao passar pelo viaduto do diabo (todo santamariense sabe a que viaduto me refiro) senti um quê de melancolia ao rever a bela paisagem do vale do campestre do Menino Deus.

                Nem podia ser diferente, afinal, apesar de já estar ausente da cidade a tantos anos, beirando os vinte, jamais consegui cortar o cordão umbilical que me liga a esta terra, pois aqui nasci, me criei, estudei, amei com todas as forças da juventude, cheio de sonhos e casei, tive maravilhosos filhos, sofri minhas perdas, ancorei meus dias devorando paixões e vivi com intensidade demasiada...

                Depois, por ter me permitido cometer erros quase fatais, no absurdo de ignorar todas as minhas defesas, afogando no niilismo da soberba e da obsessão o meu conhecimento, o discernimento e a minha inteligência, deixei-me usar... e parti!

                Quando volto, como agora, ainda que de forma passageira, e é por um motivo de alegria, o casamento de uma das filhas de um primo, sinto minha alma transbordar de carinho por esta cidade, então o sentimento revigora: ...amo Santa Maria!

                 Mesmo vivendo longe jamais vou querer arrancar minhas raízes das entranhas desta terra.

                Acompanhei, lamentei e me revoltei com as incontáveis tristezas vivenciadas nos noticiários, na tragédia da Kiss.

                Pois hoje a tarde passei diante do que restou da Kiss, constatei a imagem, as flores, as fotos, as mensagens, e, confesso, senti em meu espírito todo o  peso das angustiantes energias que permanecem como que sepultadas no local. Em minha epiderme tremores e arrepios ficaram transitando descompassados, acordando memórias ancestrais, que só cessaram quando lágrimas teimosas molharam meu rosto e pude dar vazão da imensa emoção que me habitava.

                Este, Santa Maria, é um fardo teu, e sendo teu, é nosso, daqueles que amam teu destino, pois tua dor só pode ser suportada se te alimentares com o amor dos que te habitam.

Ou, daqueles que, como eu, partiram mas te mantém viva nos seus corações.

                Insondável destino, te desejo Santa Maria, diante de tal tragédia, imunidade até o fim dos tempos, coloco a ti e aos teus nas minhas orações, que Deus te proteja!

Cotidiano Face 12


 

                O emoldurado acima é a reprodução de um poema que escrevi para o meu filho, Fabricio Ethur Borges, então com quatro aninhos, data de 12/11/1985, ele o tinha guardado, tratei de recuperá-lo e mandei colocar moldura. Como na foto é de difícil entendimento o que está escrito, transcrevo o poema, meu pequeno agora Homem e pai, realizou com garbo as premissas desejadas, é um ser humano maravilhoso e corre atrás dos seus sonhos.

Ao futuro...

Da criança peralta decorre a certeza de um futuro

E de esperanças,

É como o cair da chuva nas tórridas terras de um deserto,

Escaldante, quase em chamas,

As sementes adormidas explodem e se enraízam na terra fértil,

Do dia para a noite,

E nos extasiam com sua magnífica gestação,

Cinemada em vida, verde e flores.

 

Está a alegria do dia apercebido nos passos da criança,

Transcendendo a crença de sua inocência,

Nos dá a medida da plena certeza de como é possível

Se readquirir a confiança no amanhã,

Nos cabe lhes dar a meta e o desígnio,

Que seja a sensibilidade a mola mestra;

Que seja a coerência com o fator humano a engrenagem vital;

Que seja o desejo cotidiano de justiça a energia tocando a máquina do saber;

Que seja o amor pelo amor a descoberta infindável da pessoa se descobrindo pessoa,

Se realizando ser para o ser;

Que seja do coração a final permanente decisão

De se dar nascitude plena,

Da plena emoção,

Da plena aceitação,

de se doar por se obter,

porque

está na magia desta concepção

a fecundação deste menino hoje

se transformando no homem de amanhã!

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

PLEUROTHALLIS NOID

PLEUROTHALLIS "NOID"         

 Eis que o meu primeiro Pleurothallis a ser postado aqui neste meu pequeno espaço floral, lamentavelmente, ainda é um Noid.
 

      
 Esta planta é unica aqui no meu orquidário, lembro como fôsse hoje, o dia em que a encontrei, lá pelos idos de 1999, em mata derrubada nas encostas das montanhas que cercam Nova Trento/SC. A coisa estava séria por lá, muita mata nativa era derrubada sem dó nem piedade.

           Era uma muda pequena que eclodira junto as raízes de um Catasetum. Quando a separei e replantei não tinha a mínima idéia da espécie em questão. Mas, como vêem, ela vingou, a primeira vez que floriu foi em 2008, de lá para cá, todos os anos vem me presenteando com suas pequenas e preciosas abordosadas inflorescências.  Não tem perfume...pena.  

              É evidente que o fotografo ficou devendo em demasia, na exposição de flor de tão pequena envergadura, ainda não possuo técnica suficiente para a tarefa, mas chego lá e, então, providencio em trocar a foto hoje postada por outra melhor, que estabeleça com mais clareza as cores e o formato desta especiaria.

              Se alguém se dispuser a identificá-la, agradeço de antemão a colaboração.

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

DENDROBIUM NOBILE "ROSADINHA"

Floração atual lá em casa, desde 05/08/2014
  
Esta floração é do ano de 2010:

                                                                                                                                                                                                            Eis a primeira Dendrobium Nobile a florescer este ano lá nos altos de Viamão/RS, como   não consegui identificar sua variante dentro das, imagino, centenas de Nobiles, para mim intitulo-a como sendo um Dendrobium Nobile "Rosadinha".

            Tenho uma variedade bastante inúmera de Nobiles, todos eles adquiridos ou em feiras livres ou em orquidários profissionais. 

             Este veio de Londrina, eu o adquiri numa Feira Livre, de um Floricultor japonês, sem uma denominação mais detalhada senão Dendrobium Nobile.

Esta floração é de 2010:
           Sabemos que os Nobiles geraram centenas, senão milhares, de cruzamentos genéticos, por isso tanta variação de cores e formatos, e também tanta falta de informações a respeito das possíveis identificações, e a origem dos cruzamentos.

         Nos próximos dois meses muitos Dendrobiuns haverão de florescer cá em casa, a medida em que isso acontecer, providenciarei em fotografá-los para futuras postagens.

         Não conheço nenhuma orquídea cuja propagação seja tão fácil e  de tão elevado sucesso. Basta amarrar um caule já florescido e sem folhas, depois de cortando da planta mãe, em uma árvore, qualquer que seja o tipo, e ei-lo formando uma brotação, uma nova planta. 

           Agora, querem saber, apesar de toda esta simplicidade, são flores duráveis e muito belas, em muitos momentos apresentam formatos surpreendentes e cores fascinantes.

            Deste padrão possuo algumas mudas para trocas, se alguém desejar efetuar troca é só contatar.

E, agora, mais duas florações deste ano, 14/09/2014, dois vasos com este padrão:


terça-feira, 10 de agosto de 2010

CINBIDIUM "NOID"
 
       
Possuo alguns Cimbidiuns, todos eles ou foram adquiridos ou presentes de pessoas que sabem do meu amor pelas orquídeas.

        Este é um deles, não consegui classificá-lo, ainda vou tirar um tempo para fazer uma busca na Internet, veremos.

        Suas flores são belas e vistosas, normalmente sem perfumes, e é espécie terrestre.

         Esta planta que se apresenta em plena floração, carrega ainda as capsulas de sementes, duas, em estágio pleno de maturação, no ponto de semeadura, soubesse como fazer sua germinação e iria aproveitá-las. Mas se alguém se dispuser por fazer germiná-las e só contatar.   

         Tenho tido algumas difilcudades com meus Cimbidiuns, ainda não consegui evidenciar a existência de que tipo de borboleta tem colocado seus ovos junto aos bulbos das minhas orquídeas. A danada da lagarta quando em desenvolvimento até a fase adulta bem que devora um ou dois bulbos grande, quando as percebo já fizeram um grande estrago.

          Se alguém souber que borboleta, ou mariposa, utiliza esta forma de propagação da espécie e puder ajudar, ficarei muito grato. Estou a pensar que se trata de alguma mariposa noturna...

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

CATTLEYA INTERMÉDIA "SEMI ALBA"



         Esta é a primeira Cattleya Intermédia a florir este ano lá no meu orquidário, no alto de Viamão/RS.

        A flor em detalhe acima é deste ano, setembro/2014.
          
       Para mim é muito difícil classificar as Intermédias, todas me parecem ter alguma diferenciação, seja nas sépalas, nas pétalas ou mesmo nos labelos.

O vaso abaixo é de floração de 08/2010:
Este vaso com floração atual, em setembro/2014:
Mais um vaso com floração atual, em setembro/2014:
             Estas, por exemplo, não me parecem ser Tipo, pois não tem o rosado caracteristico das tipos, falta-lhe uma cobertura maior desta pigmentação.

           Logo, eu a classifico como sendo uma Semi Alba, vejam que parte do seu labelo é completamente branco, e suas pétalas e sépalas são levemente rosadinhas.

Enfim, fica a questão, como classificá-la corretamente?

           Possuo Intermédias paulistas, catarinenses e gaúchas, tantas vieram até mim, que me é complicado lembrar todas as suas origens.

A medida que florirem irei catalogando-as, procurando lembrar de onde vieram.

           Esta, da foto, não tenho dúvidas, é gaúcha e do alto do Viamão, foi salva junto com outras tantas, de diversas espécies, num quase desastre ecológico cometido bem perto aqui de casa, quando houve uma invasão de terras, onde ainda havia uma pequena reserva de mata nativa. Fiquei sabendo que estavam derrubando muitas árvores e lá fui eu...consequência, repus algumas em outras árvores, e salvei outras, obtendo algumas mudas. 

            Com certeza outras iguais a ela vão florir, ou mesmo diferentes, são inúmeros os vasos se preparando para floração, então terei Intermédias para trocar. 


Maxillaria Picta

MAXILLARIA PICTA

           
Eis uma das minhas Maxillarias Picta, que já estão comigo desde 1998, e têm, todas elas, a mesma origem, quando numa das minhas escapadas de fim de semana, adentrei, eu e minha moto estradeira, uma Saara, pelas trilhas que correm por baixo das linhas condutoras de eletricidade, no alto da Serra do Mar, nos arredores de São Bernardo do Campo/SP.

             Lá ia eu a cata de uma derrubada de mata, desta vêz bem que demorou um pouco, andei bem uns sete kilometros trilha adentro até encontrar a primeira derrubada, esta até que era de pequeno porte, uns dois hectares, no máximo...e o peão estava lá, trabalhando, além dos eventuais cantares dos pássaros, só o que quebrava o silêncio era a batida inclemente do machado contra a madeira viva.

           Conversa vai conversa vem, finalmente ele entendeu meu objetivo e pude me dedicar na retirada das orquídeas que encontrava. Ainda conversamos um pouco a respeito de quem era a terra, se o dono tinha autorização para a derrubada, etc, ele disse: Sei não seu moço, meu trabalho é derruba e limpá.

            Difícil ser o senhor da consciência dos outros...segui em frente.
      Dentre elas, algumas touceiras de Maxillarias, não floridas, mas com muitas cápsulas de sementes, quase maduras.

    Mais tarde, quando vieram a florescer, em julho daquele ano, é que pude identificar: Pictas.

      A foto ao lado dá uma idéia bem clara das suas manchas laterais. 

       Ainda possuo muitas mudas, até porque as danadas crescem e se desenvolvem rápido, proporcionando novas mudas, nos cortes efetuados.




A foto abaixo representa floração deste mês, ainda florida lá em casa, desde 15/07/2014:

Possuo mais de dez exemplares para efetuar trocas, para tanto basta me contatar.







terça-feira, 3 de agosto de 2010

MAXILLARIA CHRISANTHA "CANELA 2"
Flor fotografada em 2010: 
          
Esta Maxillaria Chrisantha, agora identificada via Google, mas com diferenças tangíveis em relação a " Canela 1", parte daquelas orquídeas recolhidas em mata derrubada nas proximidades de Canela/RS.

            Vaso fotografado em 2010:            
           As plantas, esta e a postada originalmente como sendo a Maxillaria Noid "Canela 1", agora Chrisantha Canela 1, em si, são muito parecidas, com a diferença de que na primeira os bulbos são mais robustos e ficam bem juntinhos uns dos outros; nesta, como se pode ver na foto da planta, os bulbos são menores e crescem a uma certa distância um do outro, em ordem sequencial.

          Já em relação as flores, a igualdade fica apenas quanto ao labelo das duas, de resto, enquanto nesta, " Canela 2",  as sépalas e pétalas são mais finas e estreitas, na outra, "Canela 1", estas são cerosas e mais encorpadas, num amarelo mais quente.

         Desta planta consegui resgatar umas quantas mudas, até porque não consegui repor nada na natureza, junto a propriedade em questão, o proprietário havia cortado todas. Destas, muitas delas estão com flor por abrir, gosta de frio a pequena, florescem de julho a agosto aqui nos altos de Viamão/RS.

     Vaso fotografado agora em agosto de 2014, ainda florida lá em casa:


       O vaso abaixo representa as diferenças que tenho alegado nas postagens originais, as mudas fazem parte do mesmo local e árvore, porém detalham diferenças evidente, só não sei se o suficiente para determinar que sejam espécimes diferentes, ou meras sutilezas da mãe natura. Se souberes me esclarecer, comente por aqui.
       
          Podem ver que as diferenças são bastante expressivas.

         Portanto, possuo algumas mudas para trocas, quem se habilitar é só contatar.  Quanto a confirmação da identificação, agradeço qualquer informação mais detalhada.       

MAXILLARIA UBATUBANA

MAXILLARIA UBATUBANA

Vaso florido nesta data, lá em casa: 05/08/2014







            Esta é uma das minhas Maxillarias Ubatubana, trata-se  de uma orquídea muito assemelhada a Maxillária Picta, quanto a flor, onde esta é menor, mas diferenciadas, quanto a planta. Enquanto as folhas da Picta lembram mais uma gramínea, mais finas e pendentes, na Ubatubana elas são mais firmes, encorpadas e se mantém eretas.

            Minhas plantas, todas elas, vieram de São Paulo, dos arredores de Atibaia, das encostas da montanha, não lembro o nome, mas de cujos paredões os aficcionados por Asa-Delta costumam se jogar, na pratica do esporte, no ano de 2002.

          Nas junções das grandes rochas existem centenas de touceiras destas orquídeas e dão um show quando em floração, ao menos davam lá pelos idos de 1997, quando por lá estive pela primeira vêz.

            Se estão pensando em crime ecológico, enganaram-se, não retiro plantas nativas de seus locais se lá estiverem seguras. Alguém as havia colhido, sim, mas as havia abandonado na beirada da estrada que sobe a montanha. Como o que sobe, também desce, foi na descida que as percebi de dentro do carro, estacionei e elas vieram comigo. Como estão comigo até hoje e todos os anos florescem e perfumam meu ambiente, penso que estão felizes com a troca.
            Enquanto na segunda foto se apercebe o amarelo vivo na parte interna das pétalas, na terceira foto dá para se ter uma idéia plena das manchas laterais nas pétalas e sépalas quando vistas lateralmente.

A Planta seve ser cultivada em meio de casca fina, musgo esfagno completo, ou montados em treefern ou cortiça. Aceita bastante luminosidade.  Regue regularmente e manter mix úmido, mas não molhado, porém exige descanso semi-seca até o mês de inverno.           

             De lá pra cá já consegui muitas novas mudas, nos meus cortes, portanto possuo algumas mudas para trocas, quem se interessar é só contatar.

                     Neste momento acabo de renovar as fotos destas orquídeas, mais de vinte vasos estão floridos lá em casa e deram um espetáculo. O melhor foi o perfume sensacional que exalam das dez horas da manhã até perto das quatorze horas, só neste horário, não me pergunte porque?


terça-feira, 27 de julho de 2010

MAXILLARIA CHRISANTA "CANELA 1"

Foto de floração ocorrida em 2010: 
         
Esta orquídea é uma Maxillaria Chrisantha, agora identificada via tio Google,  intitulo-a "Canela 1".

            Minha foto não expressa sua cerosidade, num amarelo muito vivo, trata-se de uma das maxillarias mais bonitas que já vi. Para tanto coloquei uma foto para podermos observar com mais detalhes o labelo da flor.

          Minhas plantas têem basicamente três origens: ou são conpradas, ou as adquiri via trocas, ou são nativas, e neste quesito, busco-as em matas derrubadas, e nisto vocês podem apostar sempre. Afora estas condições, no máximo, em situações de exceção, tais como galhos quebrados por ventavais, etc.

Foto de 2010, com o vaso inteiro:

Esta planta foi encontrada na serra gaúcha, bem perto de Canela, e embora seja muito assemelhada com outras tantas maxillarias recolhidas e salvas no mesmo local, somente esta quando floresceu cá no meu orquidário, já um ano depois, apresentou uma floração diferencida.
          
Quanto a confirmação da sua identificação, quem se habilitar e puder me ajudar, conte com minha gratidão.

Em outra postagem estarei detalhando as diferenças expressivas entre estes dois padrões, daquelas que, parecem, como plantas serem iguais, mas cujas flores, que também têem labelos tão iguais, mas que, de resto, apresentam evidentes diferenças.    

Nesta foto, a planta agora em agosto de 2014, permanece com a mesma cerosidade, o que a diferencia das outras plantas encontradas no mesmo local, tal como estarei analisando em postagem que farei a seguir:




ZYGOPETALUM CRINITUN
 
         
  A especiaria ACIMA é um ZYGOPETALUM CRINITUM, dos quais possuo três plantas, todas elas provenientes da Serra do Cipó, nas cercanias de Belo Horizonte/MG.

             É planta vistosa, cujas flores exalam um pefume adocicado.

             Como sempre, foi num fim de semana que tive a ventura de encontrar e ganhar estas plantas, na verdade era uma grande toceira,
maravilhosamente florida, que as irmãs tinham recolhido depois de um ventaval, quando a árvore, já morta e apodrecendo, tombou com algumas parasitas. Como acharam a planta bonita, levaram com      galho e tudo e amarraram numa laranjeira, das tantas que lá existem, numa plantação bem perto da casa principal da chácara.  
  
   Quando lá estive e vi a planta, já estava sem flores, mas reconheci como sendo uma orquídea. Claro que "chorei" uma muda. Elas me autorizaram abrir a grande toceira, como resultado, obtivemos nada menos do que sete mudas, todas elas com mais de quatro bulbos. 

    Aqui nos altos de Viamão este Zygopetalum não mantém uma época específica para florir, tanto que minhas mudas florescem em muitos momentos.

    Basta a planta largar um novo broto, que junto ao mesmo, via de regra, se apresenta uma nova floração.

    Um dos meus vasos já apresenta duas frentes, e vou separá-lo, logo terei uma muda para efetuar uma troca, quem se interessar, é so contatar.

      Mas me interessa trocar Zygopetaum por uma outra variedade que eu não tenha.

terça-feira, 20 de julho de 2010

MAXILLARIA SCHUMQUEANA


          PLANTA IDENTIFICADA: Nº 0206

     Minhas plantas, duas, originalmente, foram adquiridas em São paulo, capital, na SEASA, mas hoje já possuo sete, pois andei separando as plantas.
         Floração em 2010: 
   
   Floração deste ano, 2014:
 
      É certo que se trata de uma Maxillaria Schumkeana, porém minhas plantas não possuem a negritude desta afamada pequena beleza. Meu exemplar original foi adquirido numa feira de orquídeas, na capital paulista, São Paulo.

                   Floração do ano passado, 2013:

    Detalhe da FLOR, sob aumento:

        Segundo a Wikimédia a Maxillaria Schumkeana, hoje é identificada como sendo a Brasiliorchis schunkeana.. 
As cores de suas flores são muito próximos ao preto, mas na verdade é um roxo muito escuro, vermelho, dando a impressão de uma flor preta.

Distribuição: 
        A planta é encontrada em matas das serras no estado do Espirito Santo, Brasil , em altitudes de 600 a 700 metros.








Quem sou eu

Minha foto
Sou Nedi Nelson, como profissional abraço a contabilidade e nesta me realiza a auditoria; como pessoa sempre sublimei ler e escrever, a poesia é lugar comum, hoje vivencio o romancear; como hobby e paixão descobri as orquídeas, o estudo, o cultivo e por fim o descortinar de suas florações..e eis que minha alma transcende o poetar. Viver o entreabrir de uma orquídia me é palco sensível para deixar fluir o poema. A idéia é criar três seções específicas, uma para partilhar a palavra escrita, seja por meio de poemas, contos ou romance, estejam publicados ou não, que venham a ser publicados ou não; outra para cultuar, via fotografias e textos, as minhas orquídeas; e outra para falar de minhas viagens, via fotografias e textos, seja quando a trabalho nos contextos da auditoria, em minhas folgas, seja especificamente a lazer .

Seguidores