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sexta-feira, 16 de maio de 2014

Cotidiano Face 24


Descativas memórias que alavancam saudades,
Quem as libertou sem a permissão do seu senhor,
Estraçalhar assim meu ego,
Sublimar assim minhas perdições,
Pactuar insolentes imagens em noites mal dormidas,
Condeno-as  que voltem aos submundos da minha mente,
Calem-se pois estão a macerar inquietudes nos acordes do meu coração!

Não as permito sequer abrir janelas que dirá escancarar portais,
Silentes permaneçam sem expor meus ais.

Fica então definido, lhes sou senhor ditatorial,
É imemorial as tuas lembranças,
Só virão a mim quando definitivamente teu tempo transparecer um ontem,
E tuas chagas estiverem soterradas de esquecimento!

...acaso pode alguém prometer pelo dia de amanhã,

Que meu hoje, na consciência de que o agora já se está esvaindo,
Estabeleça um imediatismo surreal, livre de amarras,
Que me permitam conceber alforrias cotidianas as nascitudes do meu bem querer!

...ou então me garanta o grande Pai imunidade permanente aos doares da minha alma,
Num sentimento sem perdas aos vivenciais das minhas emoções,
Ao me permitir amar sem qualquer perspectiva de perda!

São José – SC, 27/02/2014.

Cotidiano Face 23


Recados da vida...

 

Preparou tua cama, agora deite e durma...
 
Se na sequência resultar amargo o pesadelo, pondera, tempera,
E espere...pois passa!

 
Se resultar sonho doce e alvissareiro, regozija,
Viva com intensidade e reze...que perdure!
 

Ituporanga, SC, 25/02/2014

Cotidano Face 22


Este texto veio a tona na última sexta-feira, quando estive  durante oito horas em espera no aeroporto Afonso Pena, em Curitiba, quando terminei a escrita, ao relê-lo, percebi que minhas palavras estavam atropeladas de desacertos e fragilidades, consequência dos ditames ultrajantes que colho nas nossas mal facetadas condições humanas. Hoje, pensei comigo mesmo, deixe partir...

Então é ler, havendo paciência e vontade, tentar entender  o recado, desde que seja o mesmo decifrado nas brumas das minhas complexidades hoje...continuo definitivamente adentrando num terreno novo na minha vida, deixando para traz tantas necessidades mediatas para me alimentar de calmaria e bom senso  no simplismo daquele que me entendo construído!

Mas o texto ainda me parece encardido e aturdido em rupturas...mas, enfim, ei-lo absoluto na sua vontade, me disse muito, talvez mais alguém decifre equivalências no bojo das minhas conjecturas.

                                                               *

Você já se fez uma pergunta: - se, nós humanos, somos cabeças pensantes,
porque somos tão erráticos?...ou o termo correto seria errantes?
 E, veja, não um errático/errante no sentido isolado do termo, não!
Opto por errante,
Um errante na amplidão maior que se possa dar ao termo...

Errantes na forma de nos relacionarmos com nossa própria humanidade.
Quantas vezes passamos numa rua qualquer por um irmão atribulado por necessidades quase plenas e o ignoramos,
simplesmente seguimos em frente absolutos vivenciais dos nossos destinos,
e não é que deixamos passar em nossas mentes sentimentos condoídos, santa hipocrisia!

Errantes no nosso convívio com aquela que nos é tudo (sem ela não há sobrevivência),
No momento em que aviltamos os contextos das suas doações para conosco
quando mutilamos seus filhos naturais.

Pobre mãe terra!

Sua natura, maravilhosa essência, inconcebível ausência, nos é vida,
mas ainda assim, por nada, ignorantes  e destrutivos, ceifamos uma árvore sem compaixão.
E por acaso preservamos suas sementes? ...quem dera, somos daninhos,
nossa condição é pendular, e o pêndulo nos leva para a próxima árvore. 
       
Errantes na nossa convivência com nossos irmãos irracionais...tão mais fiéis e amorosos que tantos de nós!
Alguns chamamos de nossos, noutros ceifamos a vida no saciar de fomes,
fosse apenas esta a tragédia e até obteríamos algum perdão, mas há uma perdição,  extirpar é esporte de tantos nós. Haverá como negar? ...são momentos em que nos domina um lado obscuro, negro, e nos transformamos em assassinos daqueles que se rendem a nossa soberania sem nos entender, pudessem falar, certamente, diriam:  - Porque? Porque matar simplesmente pelo prazer de matar, que idolatria te traz este troféu na parede da tua morada?   

Errantes com nós mesmos, nos nossos medos, nas nossas inseguranças, nas nossas soberbas, nas nossas suficiências, ou deixamos a vida passar ao largo encolhidos em nossas conchas, ou atropelamos o bom senso atribulando coexistências.
Estigmas do nosso viver , tanto sorrir, tanto chorar, tanto criar para então destruir, tanto gerar para então consumir, tanto lembrar para então postergar, tanto amar...e/se deixar partir.

Confesso uma confissão de errante/errático fatídico, lamento a humanidade intolerante, lamento nossa humana sociedade no preconceito, lamento a ganância do acumular o que jamais se terá tempo de consumir, e, finalmente, lamento o atropelo das minhas palavras que teimam em dar um sentido correto, intrínseco do ser em obter o certo, em um tribalismo humano do justo, para este nosso mundo tão incoerentemente factual e incerto.

 PS: Ah,ah,ah...que venham os senões, dialogar é necessário!

 Curitiba, 07 de fevereiro de 2014, as 20:52.

Cotidiano Face 21


Há um tempo compassado de entendimentos,
Revivendo cinematografias quase virtuais de antigos acontecimentos,
Quimeras destes dias que convivo com amadurecimentos.
Em todos nós convivemos com as surpreendentes dádivas/infortúnios dos sentimentos!

É viver um intermediário pressuposto de acolhimentos,
Inerte aparente meus movimentos,
Alucinadas andanças se fazem nos pensamentos,
Ao simular de tédios condicionados,
Se dando ao direito de macular dias vazios com a dor de saudades,
Singrando o viver ao compasso de tardios arrependimentos.

...condição pendular de quem deixou falar a voz de deliciosas paixões,
colheita fatídica de quem calou contida a voz da mente e do coração...merecimento!

Há um não!
...o corpo vivencia desejos incontidos.

Há um sim!
...o homem colhe venturas terrenas nas doações famintas da mulher que o acolhe momento.
...a mulher concebe se deixar seduzir seduzindo ao se entregar toda consentimento,

No ato nenhum dos dois irradia qualquer dúvida ou tormento, tudo é puro reconhecimento...
sim, eu quero!  

Quantos já não se permitiram viver nesta dimensão,
Ainda que com um risco assumido de perdição,
Não negue, há uma magia impregnando o corpo que se rende,
Há uma letargia sufocando as perspectivas sociais,
Somos irracionais nos braços destas paixões quase passionais.

O fatal é ter na memória o sangrar destas concessões de vida!

O detalhe é acordar...somos humanos porém,
Nos cabe aceitar nossas fragilidades e conceituar nossas perdas.
Aquela porta que tu fechou te sentindo devedor...abra-a, e sorria,  o tempo esgota a dor.

Quem te disse que logo ali não te espera um novo amor! Ou um reencontro!
Quem te disse que a vida não está te esperando para te surpreender ...
Vá, busque a vida...és feliz contigo mesmo?

Então estas pronto, deixe acontecer, faças as pazes com a felicidade!

Recife, 25/11/2013

Cotidiano Face 19


E eis-me aqui curtindo este inverno gaúcho, quatro graus agora aqui em Cachoeira do Sul, e dando graças por poder, neste momento, amenizar a sensação térmica num acalorado quarto de hotel, onde um ar condicionado funciona na sua máxima caloria, e me dou o direito de curtir uma música que me vem a mente, busco-a no youtube, e eis  USA FOR AFRICA,  de anos atrás. Vocês, claro, estão lembrados do motivo da sua gestação, da  emoção que liberou  mundo afora, das lágrimas teimosas que desceram em nossos rostos. Ao ouvi-la, uma pergunta se sobrepõe em minha mente, e só houve um meio de calar sua imperiosa necessidade de resposta. Escrever. E a pergunta foi:  - Estará o ser humano soterrando sua humanidade?

                O porquê da pergunta, simples, para onde quer que a gente se vire em busca de uma notícia, o que colhemos são barbaridades, inumanidades, irracionalidades, fatos contundentes contra tudo e contra todos.

Na real, vejam, pensem, atentem aos noticiários, na TV, nas rádios, nos jornais, nas revistas, as contundências que nos são diuturnamente jogadas na cara.

POIS:

Contundente é a forma como muitos tratam seus animais de serviço, leia-se carroceiros nas mais diversas cidades brasileiras;
Contundente é um poder público premiar pessoas do povo, carentes de educação e trabalho, na sanha assassina de matar cães de rua, leia-se uma tragédia paraense;
Contundente é a mentira deslavada que cada um dos políticos de má índole utiliza para manipular e enriquecer a custa de verbas públicas que são sonegadas a saúde e a educação, leia-se Brasil;
Contundente são as mortandades de irmãos ceifando a vida de irmãos, tendo por desculpa um objetivo maquiavélico, o poder, e muitas vezes por trás deste a indefensável defesa de uma facção religiosa, por estes dias, leia-se Síria num banho de sangue no ceifar de vidas inocentes (estes acontecimentos é que me lembraram a música);
Contundente é um assalto a um jovem estudante, no roubo do seu celular, que grita ao ser roubado sem ter noção do risco(eu te conheço rapaz!), e é brutalmente assassinado com um tiro no rosto, leia-se um infeliz menor de idade sonegado de amor por viver  num ambiente saturado de indiferenças numa das periferias de alguma cidade brasileira;
Contundente é um marginal ao qual identificam como se fosse um homem, que brutaliza, estupra e assassina uma criança de onze anos de idade, impiedoso animal racional que se torna algoz do amor na perdição de pais que se penitenciam no ópio dilacerante do ódio, leia-se uma chaga aberta nos tortuosos labirintos das doentias mentes humanas que os nossos dias produz aos montes.

                Massacrante, não é mesmo, talvez por isso é que muitos criam seus mundinhos particulares, Eu os meus e que se exploda o resto, desta forma nos transformamos em seres umbigais, na convicção de que só assim nos protegeremos, portanto nos vestimos de indiferença, e deixamos o universo humanidade  a deriva, dando espaço para o florescimento do mal, creem: - Deus desistiu de nós! 

                Será?

                Estaremos, então, fadados ao extermínio, assim puro e simples, como o podemos perceber nas entrelinhas das nossas perdições, na ausência do mais humano dos sentimentos, o amor!

                Então, chegamos ao x da questão, é hora de cada um de nós fazer o mea culpa, reler a nossa realidade, rever os espaços em que singramos nossas atenções e começar a mudar os limites dos nossos horizontes.

                Para mudar este quadro, e expurgar a maldade que crassa espúria entre nós, por incrível que possa parecer, é simples, basta quebrar nossos internos paradigmas de complexidade e começar a ver, sentir e viver o mundo que nos rodeia na qualidade de iguais.

                Afinal somos todos irmãos, é preciso dar um basta a esta colcha de retalhos que hoje separa as pessoas e os povos, seja em nome de uma pátria, da religião, da cor da pele, de classe dominante, do ser rico na abastância de bens materiais quando o que importa de fato é a riqueza humana no sentido de ser gente na acepção da palavra e, finalmente, a espiritual que nos realiza transcendentais almas por depurar, nestas renovadas vivências em retornos carnais.
                

                Utopia, dirão!

                ...entendo.

Neste caso que venham as contundências cotidianas, estamos fadados a colhê-las notícias, eventualmente, até o dia em que elas cairão sobre nós, não mais seremos assistentes, e sim vítimas. É, mas outros umbigos estarão nos observando, tal como nós nos dias de hoje!

 

Cotidiano Face 17


Frio, vento gélido e chuvisco fino e pegajoso aqui em Videira SC, portanto só há um jeito de não congelar, terminado o trabalho diário, é se recolher ao aconchego do Hotel, ligar o ar condicionado lá pelos 28º, aquietar embaixo das cobertas e curtir um filme ou ver uma partida de futebol, do Grêmio, claro, preferencialmente, na TV.

Ou então, deixar a mente fantasiar, deixá-la se expressar e assumir suas posturas, afinal, sendo unos, não significa que não possamos simular nossas andanças nas experiências concebidas por outras mentes, nesta vida, muito do que expressamos, é fruto do nosso aprendizado por osmose, por ela também se captam os sinais de tristeza, alegrias ou realização de outro ser humano. E, podemos, então, sensibilizar nossas emoções para que curtam estas concepções.

E, pode até nascer um poema...

                                               *


Ao olharmos para trás é que entendemos a confirmação de quem somos hoje.
Somos o somatório dos nossos acertos,
Na medida em que colhemos crescimento nos nossos erros.
Somos o somatório dos nossos erros,
Na medida em que os ignoramos e colhemos insensata pequenez.

Erros, devemos lamentá-los no imediato já concebendo o pagamento do preço,
Ainda que suportados os dissabores em dor e perdas,
E, por ir em frente, é levantar e caminhar,
Sem os transformar mentais objetos de tortura.

...o que está feito, não pode ser desfeito, nunca jamais nas mesmas luzes,

Sempre há uma mazela, uma dor, uma lágrima incontida,
No conceber do ato imperfeito.
Mas quem disse que somos perfeitos,
Fosse assim seríamos diamantes
E não pedras por lapidar.

E não é que por vezes a roupagem das nossas reações
Não nos parecem pertencer,
Suas vestimentas trazem emoções como que desconhecidas,
E descortinamos vivências, perdas, ganhos,
Que de outros em nós tomam corpo e se repetem.

A vida se repete...

A morte nada encerra...

A história se renova.

Independente de qualquer condição,
Há um renascimento plantado no cerne dos nossos corações,
Ainda que sondáveis as percepções de dejavu,
Podemos reviver a magia do amor,
O incendiar das paixões, reacendendo o despertar das emoções.

...apenas vida, e a vida, se renova!

Videira-SC, 14/08/2013.

Cotidiano Face 18


E aqui estou eu, acomodado junto a uma cafeteria no aeroporto de Guarulhos, aguardando meu voo pela Azul...a uns trinta minutos enquanto degustava um expresso daqueles longos, como é de praxe, meu olhar curiosamente perscruta os arredores. E observo...
Passados alguns instantes uma jovem senhora, diria beirando os quarentinha, senta-se numa das cadeiras junto a mesa, na minha frente, respira fundo e fica na expectativa por uns momentos, talvez, pensando no que fazer.
Logo abre um Tablet e começa se divertir, me parece estar deslizando em postagens do Face. Dá para perceber uma alegria luminosa nos seus olhos, é feliz e seu aspecto transmite esta condição. Me perguntariam, é linda? Eu diria, mais que linda, é interessantemente bela, transparece segurança e tranquilidade.
As suas costas existe uma outra mesa até então desocupada, mas neste momento começa a ser ocupada por um jovem executivo, tal como ela, deve estar na casa dos trinta e cinco a quarenta anos.
                Ao mesmo tempo em que acomoda seus pertences na cadeira ao lado da que vai ocupar, dirige-se a atendente da cafeteria que aguardava por ali para nos atender, em voz clara e bom tom:
- Moça...por favor.

                Que choque levou a mulher a minha frente, se endireitou na cadeira, por segundos ereta, estática, sublimou algum reconhecimento em sua mente, pude acompanhar o nascimento de um amplo sorriso nos seus lábios, numa evidente demonstração de satisfação.

Lentamente começou a girar a cabeça para olhar trás, ao terminar o giro, observou e viu um homem de cabeça baixa, ajeitando alguma coisa.

                Foi num pulo que levantou, girou e quase gritou: Marcelo!

                Bom, o cidadão arregalou os olhos, deu um passo para trás, e observou, eu diria, um tanto preocupado, mas assim que reconheceu a origem do chamado, e, de quem partira, olha,deve ter passado muita emoção para a mulher, pois seu rosto resplandeceu simpatia, numa inequívoca alegria, e disse: Marisa!

                 Os dois quase que pularam um nos braços do outro, silentes, permaneceram  num abraço apertado, de sintonia. Aos poucos se afastaram, seus olhares como que prisioneiros de uma mesma urgência se rendiam a uma necessidade de consentimento. Suas palavras identificaram suas idênticas realidades:

- Há quanto tempo...que saudade!

                Bom, deste momento em diante eles perceberam que estavam chamando a atenção, se recolheram a um palavrear baixinho, onde mãos, sentidos e doações não sabiam onde se colocar.

                E eu, ali, totalmente discreto, vocês imaginam, ainda pude identificar algumas palavras, do tipo: o que, estás indo pra Recife, maravilha, eu também. Uma semana, ótimo, eu também.

                Pra terminar, não demorou muito e chamaram o voo em que viajariam, lá se foram, não tive nenhuma dúvida, na sensualidade irradiada, nesta semana vindoura Recife vai testemunhar o saciar de fomes,  dois famintos uniram suas carências, estão se dando o direito de conceber uma das facetas mais humanas do nosso viver.

                E não é que minha mente meio que produziu analogias, seriam reais as minhas percepções, ou serão mensagens incontestes de insondáveis  desejos...e, eis poesia, ou não!

                                                                              *

Quando você degustou saborosamente uma fruta,

Pode chamá-la de sabor,
E não tenha pudores ao reencontrá-la,
Estando, alí, alimente-se,
Condense sua fome, coma da fruta até o caroço!

É com sede que devemos saciar a fome,
É na fome que saciamos a sede...

Como na leitura de um oráculo,
Entenda o sentido não escrito,
Conjugue o verbo existir no presente...existo!
Temporiza...pressinto!

Quem me dera, ah...estou faminto!

O coração é a morada do sentimento,
Mas é a mente que o aquece permitido,
Ou o soterra desvalido.

Palavras que permeiam sem sentidos...sentidos têem!
     

                 Guarulhos, 18:45 horas, 22/08/2013
 

Cotidiano Face 16


Para dar uma amaciada na postagem anteriormente colocada, um pequeno

doar do meu universo interno... será um poema!?

  

                                                                              *
 

Acalento uma expectativa, não um mero sonho,

Ainda que,

Náufrago das tempestades vividas,

Sobrevivente nas emoções despedaçadas,

Vencedor nas acintosas derrotas acometidas,

Solitário no pagamento das minhas perdas, como tem que ser,

Memorial no relembrar das paixões vivenciadas,

Me sinto inteiro,

Para colher os frutos amadurecidos dos dias que virão!

 

Sou remanso...um quase rio etinerante

Nos meus desejos,

Navego águas tranquilas em dias de aceitação...jamais submisso!

 

Sou doação...um ser carnal apaziguando os ditames

De paixões desenraizadas,

Me transformo, me basto,

Neste tempo de espera...não sou um homem a deriva!

 

Sou contexto...abro as páginas da minha vida,

Tributo incondicional te envio uma página em branco,

Que tua escrita se realize me realizando,

Seja do verbo amar, amando, o ponto final do teu texto.

Te percebo, veja como é simples me colocar nas tuas mãos,

Sóbrio, vivo, maturado, sem omissões ou qualquer pretexto...senão o de viver!   

 

 

                Ituporanga, SC, 07/08/2013

Cotidiano Face 15


Para dar uma amaciada na postagem anteriormente colocada, um pequeno

doar do meu universo interno... será um poema!?

 

                                                                              *

 

Acalento uma expectativa, não um mero sonho,

Ainda que,

Náufrago das tempestades vividas,

Sobrevivente nas emoções despedaçadas,

Vencedor nas acintosas derrotas acometidas,

Solitário no pagamento das minhas perdas, como tem que ser,

Memorial no relembrar das paixões vivenciadas,

Me sinto inteiro,

Para colher os frutos amadurecidos dos dias que virão!

 

Sou remanso...um quase rio etinerante

Nos meus desejos,

Navego águas tranquilas em dias de aceitação...jamais submisso!

 

Sou doação...um ser carnal apaziguando os ditames

De paixões desenraizadas,

Me transformo, me basto,

Neste tempo de espera...não sou um homem a deriva!

 

Sou contexto...abro as páginas da minha vida,

Tributo incondicional te envio uma página em branco,

Que tua escrita se realize me realizando,

Seja do verbo amar, amando, o ponto final do teu texto.

Te percebo, veja como é simples me colocar nas tuas mãos,

Sóbrio, vivo, maturado, sem omissões ou qualquer pretexto...senão o de viver!   

 

 

                Ituporanga, SC, 07/08/2013

Cotidiano Face 14


Tenho ponderado muito comigo mesmo a caminhada que fiz na minha vida até os dias hoje, e dela, da minha vida, parto para os fatos, as conquistas, as mudanças, os preços, as perdas, que a minha geração enfrentou, e, vamos convir, suplantou, vencendo todas as dificuldades que nos foram colocadas no caminho para chegar eretos, qual visionários, no momento atual.

Afinal, quase que partimos da roda das carretas, permeando, avançando, fomos subindo os degraus do conhecimento, das novas tecnologias, sem, nunca, abandonarmos o prisma que adquirimos lá na juventude: ...sempre estar atento e buscando o novo. E aqui estamos convivendo com este mundo fantástico da informática, da digitalização e suas possibilidades.

                Então fica fácil perceber que não foi sem motivos o grau de exigências que vivenciamos na nossa formação familiar, tudo era regrado, muitas vezes com pouca explanação de amor materno ou paterno, duro nas tarefas, nos limites mínimos concedidos...

                Se nossos pais não o fizeram de forma consciente, na visão do seu tempo, de que grandes mudanças estavam por sobrevir a raça humana, então esta grande força do universo, o Deus nosso de todos os tempos, os iluminou. Sim, porque para cumprir com sucesso a passagem deste tempo, era necessário que fossemos moldados com fibra, com raça, com resistência, com espírito aventureiro na quebra dos nossos limites.

                E, nós, realizamos o intento que foi colocado nos nossos ombros.  Me orgulho disto, por menor que seja a parcela que me caiba, ou ainda que nenhuma, mas VIVI com intensidade todas estas conquistas.

                Então, jovens filhos, aproveitem a herança que estamos passando para vocês, corrijam os nossos erros, quando identificados, porque, é claro, podemos ter sido os pilares destas mudanças, mas não somos perfeitos.

                ATÉ PORQUE, POLITICAMENTE, RECONHEÇO, ESTAMOS LHES DEIXANDO UMA HERANÇA MALDITA.

                Neste quesito, um conselho encerraria todas as possibilidades:

Exijam que os políticos venham a cumprir o elementar na ciência política, que sejam honestos, transparentes, éticos e não se apeguem ao Poder.

                E agora, um pedido quase terminal, o primeiro passo para realizar tal façanha, até porque desta forma vocês arrancariam uma erva daninha, seria extirpar o PT do cenário político brasileiro.

                ...podem me jogar na fogueira, diante de tal concepção, eu me deixaria queimar com um sorriso nos lábios!

Cotidiano Face 13


Pois as imagens abaixo representam dois momentos de gula estanque, o coelho que habita em mim fica babando a cada momento em que passo pelos vasos, me cutuca, colhe, come, mas me cabe o direito de aguardar o momento certo. Quando EU, o ser humano, colhe estas alfaces, para degustá-las com muito prazer, me é necessário acrescentar ainda mais sabor a esta delícia da mãe natureza, portanto faz-se mister uma pitadinha de sal, azeite de oliva extra virgem a gosto e uma leves gotas de balsâmico. Pronto, me lambuzo...

Na verdade os vasos de alface são apenas uma desculpa para falar daquilo que no passar dos anos, vem mais e mais me deixando de cabelo pé (não que eles já não sejam meio revoltados, de difícil controle, devido aos redemoinhos que habitam no seu meio), pois a continuar o aumento da população terrestre de forma tão desordenada, que alimentará esta gente?

Talvez seja devido a idade, mais madura, prudente, pensada, ou ainda pela chegada meiga e maravilhosa de mais uma princesinha na minha vida, minha neta Anita!

Mas o fato é, tem me preocupado demais a herança que minha geração está deixando aos nossos filhos e netos, porque se recebemos de nossos pais um planeta ainda muito VIVO e altivo no suporte das necessidades da raça humana, hoje em dia o que temos visto é sua deterioração, em muitos lugares exauriram-se as possibilidades de produção de alimentos, ou de riquezas minerais.

E o que vemos? Governos de todos os países praticando alienação, estão convivendo de forma pacífica com suas síndromes de NEGAÇÃO! Alertas aqui e ali de que o planeta não suportar tanta gente, ah, são bobagens destas cabeças pensantes, embasamentos visionários de quem quer aparecer.

É histórico, sempre que uma célula terrena tenha alcançado o máximo de suas possibilidades para suprir as necessidades dos seus habitantes, neste momento e nunca muito após este momento, algum tipo de preço foi suportado pelos seres humanos. Seja por catástrofes naturais, desmandos humanos, ou epidemias devastadoras.

Vejam a Peste Negra na Europa, quando se encerrou o seu ciclo, milhares de pessoas tinham perdido a vida, logo, se transformaram em bocas a menos para alimentar no continente. O que se viu?  A produção de alimentos no continente, findo o período de provação, puderam até mesmo ser estocados, e o fato produziu riquezas, e por consequência a riqueza maior, o renascimento cultural, na literatura e nas obras de arte, a partir duma Itália de mentes iluminadas.

Em nossos dias, o que temos, basta ler/escutar as notícias e atentar o que está amoitado nas entrelinhas, existem países que já não suportam mais seu altíssimo nível populacional.

Nós, brasileiros, e não vamos falar da desigualdade histórica entre os ricos e pobres deste país, vivemos dentro de um quadro onde ainda é possível dar suporte as nossas necessidades. Mas seremos por acaso uma ilha neste planeta, poderemos nos dar o luxo de jamais sermos cobrados pelos nossos pares, na sociedade terrena?

E nossos governos, o que fazem? Todos eles, parecem brasileiros, deitam em berço esplêndido, assumem a NEGAÇÃO das mais negras possibilidades e acatam em suas políticas populacionais a ausência de um controle efetivo de nascituros, porque, de forma equivocada, é isto que a igreja católica recomenda. Nada de preservativos, ou outro meio condizente.

Minha convicção, neste eterno país do futuro, é que quando esta cobrança chegar não  será possível nos mantermos incólumes das pressões exteriores e afundaremos tal qual todos os outros, pois seremos obrigados a repartir a conta.

O que poderia acontecer?

Não possuo bola de cristal, mas já passou da hora o momento em que precisamos unir nossas vozes e intenções no ato de cobrar aos governos terrenos um controle demográfico efetivo, sem hipocrisias ou influências religiosas, é um FATOR HUMANO a ser sanado. Senão, sei lá se pandemia, catástrofe ou decisão de algum fanático político de plantão no apertar de um botão, daqueles, do tipo nuclear, mas o planeta terra de alguma forma obterá a sua reciclagem: seja no extinguir daqueles que não souberam dar o devido valor a este coabitar; seja num renascimento, naqueles que sobreviverem para que o repovoem, trazendo em suas mentes o conhecimento memorial dos erros por NÓS cometidos.

Que EU esteja errado e que, nunca, minhas palavras sirvam como se um anunciado e omitido paradigma existencial. 

 Que Deus ilumine os que decidem, ou então que uns poucos iluminados possam com suas vozes abrir estas mentes para que saibam ler os sinais dos tempos.

De qualquer forma, por absoluta prudência, aos jovens e futuros promissores deste maravilhoso planeta, tratem de aprender aos cultivares das hortas caseiras. No futuro, que eu queime a língua, ela talvez sejam a salvação da lavoura...e do alimento nos seus pratos!

Que Deus proteja todos nós!

TANGERINA

Para nós gaúchos BERGAMOTA ou VERGAMOTA. 


A pequena Bergamoteira, Bergamota ou Vergamota, como nós gaúchos chamamos a Tangerina, esta assim carregadinha lá no meu quintal, só estou esperando a primeira geada para começar a desfrutar de frutas com mais doces. Se bem que provei uma já mais amarelinha e estava pra lá de doce, uma delícia.

Segundo a Wikipédia  a tangerina (Citrus reticulata), Unica e corretamente chamada de Tangerina.
Suas denominações regionais: "Bergamota" ou "vergamota" são as denominações dadas à tangerina na Região Sul do Brasil, principalmente no Rio Grande do Sul.
"Mexerica" é um termo mais comum nas regiões Centro-Oeste e Sudeste do Brasil, especialmente em Goiás, Minas Gerais e Espírito Santo, onde faz-se distinção da mexerica, Citrus reticulata, em relação à tangerina ou tangerina-verdadeira, Citrus tangerine, como ocorre na língua inglesa, onde a mexerica é uma mandarin orange e a tangerina é uma tangerine.
Em alguns estados da Região Nordeste do Brasil, é conhecida como "laranja-cravo", no estado da Bahia conhecida como tangerina ou mexerica. Em Santa Rita, no estado da Paraíba, é conhecida também como "laranja-crava", sendo isto uma variação utilizada apenas nesta cidade.
Nos estados do Piauí e Maranhão, é conhecida também como "tanja", sendo isto uma abreviação de tangerina.
Em alguns poucos lugares, como em Curitiba e no litoral paranaense (principalmente em Paranaguá), é chamada de "mimosa".
No Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, qualquer qualidade de tangerina é chamada "poncã".
Em Goiás e em São Paulo, a fruta é popularmente conhecida por "mexerica". Já "poncã" é usado para denominar apenas uma das variedades comerciais que tem a casca macia e solta dos gomos.

Valor nutricional: O valor nutritivo do suco ou da polpa varia conforme a espécie, mas é sempre boa fonte de vitaminas A e C e sais minerais como potássio, cálcio e fósforo. A vitamina C é essencial para o sistema imunológico. A vitamina A é indispensável para a saúde dos olhos e da pele e aumenta a resistência às infecções. As vitaminas do complexo B fortificam os nervos.
A tangerina é considerada grande fonte de magnésio. O ser humano precisa de magnésio, apresentando maior concentração desse mineral nos ossos e músculos. Ele tem papel importante na síntese das proteínas, na contratilidade muscular e na excitabilidade dos nervos.
Popularmente, a tangerina é conhecida pelo seu efeito diurético, digestivo e aumento na eficiência física. Não existem evidências científicas que indiquem seu uso na hipertensão arterial ou na prevenção da arterioesclerose. É laxativa, pois apresenta grande quantidade de fibras, devendo ser ingerida com o bagaço para melhorar o funcionamento do intestino. Também não existem evidências que recomendem a tangerina como protetor de outras doenças como câncer, diabetes, hipertensão e outras doenças cardiovasculares. O chá das folhas é considerado popularmente como calmante. Conserva-se bem em geladeira por até três semanas.



quinta-feira, 15 de maio de 2014

COELOGYNE OVALIS




Minhas COELOGYNES OVALIS tem origem, todas elas, de uma muda que troquei em Niterói RJ lá pelo ano de 2004. neste momento possuo uma cinco, todas florescendo.

Segundo a Wikipédia a Coelogyne ovalis é uma espécie de orquídea (Orchidaceae) do Sudeste Asiático. Alguns taxonomistas consideram esta apenas uma variação menor da Coelogyne fimbriata.

TOMATE FRANCÊS (TAMARILHO)



Mais uma fruta no meu pomar, acima EXEMPLAR E SEUS FRUTOS, chamado entre outros nomes de TOMATE FRANCÊS ou TAMARILHO, eu curto o fruto ao natural ou como salada, acrescentando apenas sal e aceto balsâmico.

Segundo a Wikipédia, o Tamarilho por vezes escrito tamarillo, tomate japonês, tomate maracujá, tomate inglês ou tomate arbóreo (estes dois últimos nomes usados na Madeira), é o fruto da espécie Solanum betaceum, pertencente à família Solanaceae.
Nativa dos Andes na América do Sul, é rica em vitamina A, sendo indicada para controlar o colesterol[carece de fontes?]. É apreciada ao natural e seu sabor agridoce também pode ser explorado com sucesso no preparo de sucos, geleias ou compotas, salada de frutas e molhos para acompanhar carnes.
É comercialmente cultivada na Nova Zelândia, Califórnia e Portugal. No Brasil, a fruta é cultivada em quintais, principalmente nos estados da Bahia, de Minas Gerais e de São Paulo. Na Bahia recebe o nome de "tomatão" e em São Paulo de "tomate francês". Na região sul de Minas Gerais é popularmente conhecida como "tomate de árvore" ou "sangue de boi". No Paraná outro nome que ele recebe é o de "tomate japonês". Em Portugal também é conhecida como "tomate Inglês".
Nasce em uma árvore de pequeno porte, que não requer cuidados especiais, mas que sofre bastante com as geadas pelo que necessita de ser protegida no Inverno. Propaga-se por semente e por estacas dos ramos.

Você quer frutos, quer fazer mudas, me contate.
 
DENDROBIUM PHALAENOPSIS
 


Esta orquídea, uma bela Dendrobium Phalaenopsis, eu a adquiri no Mercado Público, de São Paulo, capital, e vem florescendo lá no alto Viamão RS desde o ano de 2008.

Muito florífera, como podem ver na foto, onde outras tantas flores esperam para abrirem.

É muito duradoura, esta da foto, esta florida desde meados de fevereiro deste ano.
EPIDENDRUM "NOID"
 

 
Este grande Epidendrum Noid ( não identificado ), foi encontrado perto de Cubatão SP, numa das estradinhas que correm paralelas aos córregos que descem da Serra do Mar. Foi uma aventura retirar minha muda, entre outras tantas, numa ilhota, do Córrego pantanoso em que se encontrava, mas já vem florescendo a muitos anos aqui em casa e formou esta grande touceira.

Por mais que tenha procurado sua classificação, nada ainda.

Foi em 2001 que a encontrei, no entanto só em 2009 é que a planta me presenteou com suas flores, desde então se repete anualmente, esta totalmente aclimatada. Minha planta, única, alcançou um tamanho bem regular, na natureza, na época, não as percebi com tanta envergadura.

Quem souber sou sua classificação, aceito agradecido a informação.

Deste exemplar só possuo este vaso e ainda não foi possível separar novas mudas.
EPIDENDRUM CILIARIS
 

 
 
As fotografias acima representam a Coilostylis ciliaris (Epidendrum ciliare), que é uma orquídea de pequeno porte, as minhas foram encontradas perto de Bragança do Pará, no Pará, em arvore tombada junto ao leito do charco que beira a estrada que leva para praia, lembro que fiquei completamente atolado no lodo para retirá-las. Algumas já estavam mortas dado a salinidade, quando da maré alta. A planta chega perto dos 10 cm,, e sua haste floral de até 15 cm.

As minhas mudas foram coletadas e salva da maré alta no ano de 2007.

Segundo a Wikipédia o Epidendrum ciliare é uma espécie de orquídea epífita do gênero Epidendrum
Esta é uma espécie muito comum, com grandes flores vistosas, que podem ser reconhecidos pelo lábio branco e 3-lobadas com, metade lobo fino longo e lobos laterais fortemente laciniado.
Descrição
É uma orquídea epífita , rizomatosa ;  Folha 23 cm de comprimento e 4,5 cm de largura, ápice obtuso, coriáceas. inflorescência em cachos com 15 cm de comprimento, com 4-6 flores muito vistosas, pedúnculo 5-13 cm de comprimento, castanho-escuro ao verde oliva as brácteas perseguido semelhante em forma ao basal e brácteas florais apical, até 6 cm de comprimento, as brácteas florais embainhando bases dos pedicelos, flores com pétalas e sépalas verdes, lábio branco com grãos amarelos; sépalos 60 mm de largo y 5 mm de ancho, acuminados; pétalos de 55 mm de largo y 5 mm de ancho, acuminados; sépalas 60 milímetros de comprimento e 5 mm de largura, acuminado; pétalas 55 milímetros de comprimento e 5 mm de largura, acuminado; a parcela livre do lábio 40 milímetros de comprimento e 22 mm de largura, 3-lobadas, os lóbulos laterais falcados, a 20 mm de comprimento e 5 mm de largura, todo dentro, mas o lado forte e irregular laciniate no exterior. Ovário e pedicel juntos 8 cm de comprimento. [1]

Possuo oito exemplares e posso dispor para trocas, para tanto basta me contatar.
MILTONIA REGNELLI
 


Eis a Miltonia Regnelli, e minhas mudas, todas elas tem origem em exemplar ganho lá em Nova Trento SC, junto a Pousada das Irmãs de Madre Paulina. Lá no ano de 1998, quando efetuei um trabalho de Levantamento Patrimonial da Entidade.

Forma rapidamente grande touceiras e sua floração ocorre, sempre, em grande número de flores, forma um belo conjunto.
 
Segundo a Wikimedia, a Miltonia regnellii é uma espécie de orquídea terrestre pertencente à familia das Orquidáceas. As plantas são encontradas nos estados brasileiros de São Paulo, Minas Gerais, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, crescendo nos bosques da parte baixa das regiões de montanha com alto teor de umidade em altitudes que variam de 800 a 1400 metros.
As plantas florescen de janeiro a maio na natureza, e entre agosto e outubro nos cultivos. As inflorescências possuem normalmente de 4 a 5 flores perfumadas, e estas tem 6,5 cm de diâmetro com as pétalas e sépalas de cor branca, o labelo tem cor que varia de rosa a púrpura. Existe uma variedade mais escura que foi descrita como var. purpúrea.
MILTONIA CLOVESII
 

 
Miltonia Clowesii, Tipo, minhas mudas, hoje tenho diversas, todas tem origem em muda que ganhei lá em Juiz de Fora MG, no ano de 2003. Havia uma grande touceira junto a uma Mangueira no Colégio em que estava trabalhando.

Ela é bem prodigiosa em flores, e todos os anos sou presenteado com sua formosura.

Segundo a Wikipédia a Miltonia clowesii é uma espécie de orquídea terrestre pertencente à familia das Orquidáceas. As plantas são encontradas nos estados brasileiros de Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo, no solo e nas árvores dos bosques das regiões de montanha em altitudes que variam de 300 a 1000 metros.
Descrição:
A espécie tem inflorescências que normalmente variam de 6 a 8 flores, estas são de 8 cm de diámetro com as pétalas e sépalas de cor amarelo-amarronzado escuro com manchas marrons, e o labelo de cor branca com marcas de cor rosa em sua base ou quase totalmente roseado.
Cultivo:
Crescem em condições intermediárias com luz moderada durante o verão e alta luminosidade durante o inverno. Durante o período de vegetação, a alta umidade é essencial para o êxito do cultivo. Os vasos não devem ficar completamente secos e tem que ter drenagem suficiente para evitar o apodrecimento da raiz. Deve borrifar as plantas com frequencia, se possível pela manhã, para imitar o nevoeiro do seu habitat natural.

Neste ano consegui separar algumas mudas, logo possuo novos exemplares e posso dispor para trocas, para tanto basta me contatar.

 

Quem sou eu

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Sou Nedi Nelson, como profissional abraço a contabilidade e nesta me realiza a auditoria; como pessoa sempre sublimei ler e escrever, a poesia é lugar comum, hoje vivencio o romancear; como hobby e paixão descobri as orquídeas, o estudo, o cultivo e por fim o descortinar de suas florações..e eis que minha alma transcende o poetar. Viver o entreabrir de uma orquídia me é palco sensível para deixar fluir o poema. A idéia é criar três seções específicas, uma para partilhar a palavra escrita, seja por meio de poemas, contos ou romance, estejam publicados ou não, que venham a ser publicados ou não; outra para cultuar, via fotografias e textos, as minhas orquídeas; e outra para falar de minhas viagens, via fotografias e textos, seja quando a trabalho nos contextos da auditoria, em minhas folgas, seja especificamente a lazer .

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