Arquivo do blog

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

EPIDENDRUM PANICULATUM VAR. ALBO

        PLANTA IDENTIFICADA: Nº 0248 

       Possuo duas plantas desta espécie e só recentemente consegui classificá-la, trata-se do Epidendrum Paniculatum var. Albo. Porque Albo, enquanto o Tipo possui as sépalas verdes, nas minhas elas são levemente esverdeadas, por isso a variedade Albo.


      Minhas mudas tem sua origem de uma área com mata derrubada nas proximidades de Cubatão SP, ocorrida muito perto de um córrego que desce das montanhas, onde existe uma Barragem. 

      Uma foto com maior aproximação para melhor observarmos as flores.

                      E a flor, em detalhe.

     Segundo a Wikipedia o Epidendrum paniculatum é uma orquídea epífita no gênero Epidendrum.
       
       A planta tem ampla distribuição, desde as florestas de Beliza, Costa Rica, Ilhas de Barlavento, Guiana Francesa, Guiana, Venezuela, Peru, Bolívia, Brasil e Argentina, em altitudes que podem chegar aos 2100 metros. 

       Quanto a sua cultura a planta cresce em condições de clima intermediário e para cultivar em vasos, utilizar casca de pinheiro com perlita. A planta prefere períodos de secagem entre as regas, onde a luminosidade alta é recomendada. No inverno alongar o período de secagem.


sábado, 8 de novembro de 2014

BULBOPHILUM FALCATUM

       PLANTA IDENTIFICADA: Nº 0232

       Possuo este Bulbophylum desde 2009 e todos os anos floresce aqui no alto Viamão RS, porém SOMENTE agora consegui classificá-lo junto aos sites da Internet, e o danado é africano, mais propriamente da região de Uganda e arredores.

         Esta planta foi adquirida em São Paulo, capital, no SEASA.

         Minhas fotos ficaram devendo, ainda preciso melhorar muito enquanto fotógrafo.

      Abaixo, suas hastes florais, mais aproximadas.

       E, finalmente, algumas flores, em detalhe, pequenas mas com cores intensas e muito cerosas. Ainda que a primeira vista pareçam bastante estranhas quanto ao formato, quando vistas individualmente demonstram todas as características das orquídeas.

      Segundo a Wikipedia Internacional o Bulbophyllum falcatum é uma espécie de planta da família Orchidaceae endémica da África tropical a partir de Serra Leoa até o Congo e no oeste de Uganda . 
         Ele é um membro da secção de Megaclinium. 
    Tem raque em forma de asa que são cerca de 10 cm de comprimento e 8-10 mm de espessura. Em cada lado da coluna vertebral são uma fileira de flores com as flores 10-15 por fila. As sépalas das flores são um vermelho escuro e as pétalas são extremamente pequenas e assemelham-se a um fio. Das partes florais a sépala dorsal é o maior ser 8-9 mm de comprimento e visualmente a parte mais proeminente da flor. Para o fim da dorsal SEPAL existe uma área mais espessa amarela.

PHALAENOPISIS HIBRIDA PINTALGADA

      PLANTA SEM IDENTIFICAÇÃO: Nº 0231

       Aquisição recente, quando da minha estada no Rio de Janeiro, com o vaso em oferta pois a floração da planta estava em declínio, com o valor tentador, pronto, veio pro sul.

       Trata-se de uma Phalaenopsis, e Hibrida, porém revirei os sites da Internet em busca de seu nome e criador mas ainda não encontrei, portanto continua com o SP, sem identificação.

       De qualquer forma é mais uma das criações da genialidade do homem que aprendeu com a mãe natura e soube usar seus conhecimentos para nos encantar com novas flores, em formas, cores e perfumes.

       Estarei atento e assim que conseguir identificá-la, ou alguém me fizer esta gentileza, de pronto repassarei a informação, renomeando-a.

       Esperemos que se adapte perfeitamente aqui no alto Viamão RS e para o próximo ano nos presentei com uma bela floração.

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

MAXILLARIA COGNIAUXIANA

        PLANTA IDENTIFICADA: Nº 0009

     Possuo duas plantas desta espécie de Maxillaria, a Cogniauxiana, pequenas em tamanho mas grandes em cerosidade e formosura. 

      Minhas plantas foram encontradas numa derrubada de mata, já descrita em outra postagem, perto de Nova Trento SC.

         Tenho muito carinho por esta pequena grande planta, além de muito florífera, e de um leve perfume, sua forma e cerosidade são encantadoras.
  
           Na foto abaixo um dos vasos.    

      Nesta outra foto a planta vista mais de perto, com a possibilidade de vermos as diversas flores, nem todas abertas em sua plenitude.

        Outra foto, tomada de outro ponto.

      E, finalmente, uma das flores, numa tentativa não tão bem resolvida, de mostrá-la em detalhe.


       Ela é conhecida como: Maxillaria cogniauxiana por W. Hoehne 1933;

       Tem muitos sinônimos:

Christensonella cogniauxiana ( Hoehne ) Szlach. , Mytnik , Górniak & Miszek 2006; Maxillaria cogniauxiana var. latifolia (Hoehne) Pabst 1972; Maxillaria cogniauxiana var. pygmaea (Hoehne) Pabst 1978; Maxillaria heterophylla Hoehne 1952; Maxillaria heterophylla var. acicularifolia Hoehene 1952; Maxillaria heterophylla var. intermedia Hoehne 1952; Maxillaria heterophylla var. latifolia Hoehne 1952; Maxillaria heterophylla var. longifolia Hoehne 1952; Maxillaria heterophylla var. pygmaea Hoehne 1952;

       Consta que seus habitas naturais vão do Rio de Janeiro até São Paulo, Minas Gerais e ao Paraná, aos 1400 metros, porém a minha foi encontrada nos arredores de Nova Trento SC, numa altura aproximada dos 480 metros, portanto é, provavelmente muito maior a sua área de distribuição.
       Outros dados:
Planta: Epífita, ~10 centímetros;
Flor: 2,5 centímetros;
Época de floração: outono;
Longevidade das Flores: 20~25 dias;
Fragrância: nenhuma. Discordo, com leve perfume, bastante agradável;
Luminosidade: média;
Umidade: média;
Dificuldade de cultivo: fácil. 






CAPANEMIA SUPERFLUA

       PLANTA IDENTIFICADA: Nº 0074

      Eis um vaso de encher os olhos, a pequena e muito charmosa Capanemia Superflua, da qual possuo duas plantas, porém neste ano só uma floriu lá no alto Viamão RS.

    Minhas mudas são da serra gaúcha, das proximidades de Veranópolis, e foram encontradas, ambas juntinhas e pequenas, num galho caído em área dos Freis Franciscanos Capuchinhos. 

        Abaixo, foto da planta com botões ainda por abrir.

       E, na sequência, a planta muito linda e florífera, já com as flores completamente abertas, como podem ver na foto abaixo, que recém esta adquirindo sua maioridade enquanto planta.


      Logo abaixo as pequenas charmosas em detalhe...


   Segundo o Wikipedia a Capanemia é um género botânico pertencente à família das orquídeas (Orchidaceae). Foi proposto por João Barbosa Rodrigues em Genera et Species Orchidearum Novarum 1: 137, em 1877. A Capanemia micromera Barb.Rodr. é a espécie tipo deste gênero. O nome deste gênero é uma homenagem ao Barão de Capanema. Como é um gênero morfologicamente muito próximo de Quekettia, espécies de um já estiveram atribuídas ao outro.
    Capanemia agrupa cerca de uma dezena de miniaturas epífitas, de crescimento cespitoso, distribuídas pelo sudeste brasileiro, ParaguaiBolívia e Uruguai, normalmente crescendo em finos ramos musgosos das árvores.
          São plantas minúsculas cujo rizoma é curto com pseudobulbos globulares ou ovóides, na base guarnecidos por Baínhas não foliares, portando uma única folha plana e coriácea, ou roliça rígida e carnosa, então sulcada na face de cima. A inflorescência é racemosa, sempre mais curta que as folhas, com flores simultâneas muito pequenas verdes, amareladas ou alvacentas, e brota das Baínhas que parcialmente recobrem os pseudobulbos.
      Como descrição temos que as sépalas e pétalas são livres e variáveis conforme a espécie. O labelo, em regra simples, geralmente mais largo que longo ou então quase romboidal, é totalmente livre da coluna, embora justaposto à sua face ventral em algumas espécies, por vezes carnoso ou com calosidades variáveis no disco, ou prolongado em pequeno calcar na base. As flores contém duas polínias.

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

CATTLEYA SP

      PLANTA NÃO IDENTIFICADA: Nº 0233

     Esta é uma Cattleya, e é filha única aqui no alto Viamão RS, foi plantinha pequena encontrada numa derrubada de mata aqui perto há uns oito anos, quase as margens do Estuário do Guaíba, muito próximo já da Lagoa dos Patos. Quando floriu, anos depois, levou bem uns quatro anos, me encantou, porém até hoje, e já é a sua terceira floração, não consegui classificá-la. Penso que é um casamento natural entre uma Cattleya Leopoldii e uma Cattleya Intermédia, de floração mais tardia. Já pesquisei muito na Internet e, ainda, nada descobri. A orquídia que mais se parece com esta dai, na foto abaixo, é a Cattleya Ametlystoglossa, todavia esta variedade tem seus habitats restritos a Bahia, Espírito Santo e um tantinho em Minas Gerais...o que faria, aqui, bem ao sul, junto ao Estuário do Guaíba? E, demais a mais, existem diferenças bem expressivas entre ambas, ainda que conste que a Amestlystoglossa tenha sua origem a partir da Guttata, que muitos acreditam ser igual a nossa Leopoldii.

       De qualquer forma, enquanto aguardo encontrar sua classificação, talvez alguém saiba e se disponha a me esclarecer, ei-la para a alegria daqueles, que, como eu, se encantam com a beleza destas belas flores...e, esta, não há como negar, é muito linda! Curtam a foto abaixo.

 
      A flor, em detalhe.

       E o seu labelo, magistralmente bem desenhado, haja perfeição na mãe natura.

quarta-feira, 29 de outubro de 2014

ONCIDIUM LONGICORNU

      PLANTA IDENTIFICADA: Nº 0179

      Embora de pequeno tamanho este Oncidium mostra um formato muito charmoso, com belas cores e muitas flores numa só haste. É claro que o nome, sugestivo, não é um premio para uma flor tão serena e inocente, que culpa tem ela...

     Minha planta, filha única, foi encontrada nos arredores de Londrina PR, em galho tombado numa Granja de religiosas, junto as margem de um pequeno rio... 

     Eis a planta por inteiro, desfilando sua plenitude.

       Para melhor poder decifrá-los eis uma foto com maior aproximação.

       E finalmente uma das flores, em detalhe. É ou não é muito charmosa?!

                                 Numa foto de 2010, ei-lo com clareza de detalhes.


       Pouco se sabe a respeito deste pequeno Oncidium, é bastante raro, sabe-se que ocorre desde o Brasil até o nordeste da Argentina.

terça-feira, 28 de outubro de 2014

CYRTOPODIUM GIGAS

     PLANTA IDENTIFICADA: Nº 0234
                                 Floração em novembro \ dezembro 2015.
    Uma das flores o maior aproximação, novembro \ dezembro 2015.

   Minhas mudas tem origem em lugares diferentes e distantes, duas delas foram encontradas onde menos provável seria existissem, pois estavam em uma árvore de Salso, a beira rio, lá no Rio Vacacai, na margem do outro lado, a frente daquele paredão em que meu avô, Amaro de Lima Borges, ergueu a casa de veraneio dos Borges, o que resultou no hoje intitulado Paredão dos Borges, lugar que tanto amamos. 

    Eu passava, de canoa, depois de estar pescando uns pintaditos, a frente do Salso, já quase tombado no rio (fato que se confirmou na próxima enchente), quando percebi numa de suas forquilhas duas pequenas plantas, parecendo pequenas palmeiras, mas já com Bulbos bem crescidos. Óbvio, reconheci, ali, uma variedade de orquídea. Entre deixá-las, plural, porque eram duas mudas, perecerem numa próxima enchente ou levá-las comigo, a resposta está na floração abaixo.

     Quando floresceu a primeira vez, depois de quatro anos envasadas em xaxim, confirmei a quase impossibilidade de poder encontrá-las nas barrancas do Vacacai...o que não é a natureza em sua predisposição por fazer sobreviver as espécies, e, claro, os ventos que trouxeram duas ou mais pequeníssimas sementes, tão longe, pois esta espécie é tipicamente praiana.

     Estas duas plantas, são comprovadamente Gigas, pois já floresceram diversas vezes e consegui classificá-las. As outras três mudas ainda não floresceram e permanece a incerteza. Uma delas veio de perto de Londrina PR e as outras duas são mineiras, da Serra do Cipó.

    O vaso abaixo representa um dos floridos, com sua haste de flores ainda parcialmente abertas, em novembro 2014.
 
         Na foto  abaixo uma aproximação , em detalhe, em novembro 2014.

       E, por fim, uma das flores, em detalhe, muito linda não é mesmo!? Em novembro 2014.

           Segundo a Wikipedia o Cyrtopodium Gigas é uma espécie epífita e rupícola que vegeta em grande parte do litoral brasileiro, muitas vezes também sobre detritos vegetais. Com Pseudobulbos altos, de até 1 metro de altura, fusiformes e afunilados na sua base e na sua ponta, portando folhas alternadas, lanceoladas e largas, plissadas, de 40 centímetros de comprimento. Hastes florais densas e ramificadas de até 1 metro de altura, com até 120 flores. Flor de 3 centímetros de diâmetro, com pétalas e sépalas amarelas, densamente matizadas de marrom claro. Labelo curto, de cor amarela.


BULBOPHYLLUM ODORATISSIMUM TRICHOSEPALUM

        PLANTA IDENTIFICADA: Nº 0208

       Mais uma pequena jóia da natureza com origem asiática, como outras desta espécie também esta apresenta um formato bastante diferenciado, uma das característica desta espécie é justamente seus formatos inusitados, e seus perfumes, as vezes estranhos, até mesmo com cheiro de carne podre, o que não é o caso deste, levemente com perfume adocicado.

        Minha planta, filha única, foi adquirida de orquidário profissional e demorou um pouco para produzir flores, ou mesmo um crescimento normal, tudo porque não uso qualquer tipo de produto para induzir a planta, seja para melhorar sua aparência, seja para fomentar maior produção de flores (e é óbvio que eles agem desta forma). Prefiro que se adaptem e sobrevivam por conta própria, que busquem sua sobrevivência, partindo do pressuposto de que é assim na natureza. Naturalmente eu as ajudo, em relação a água quanto o tempo fica muito seco e em relação ao subtrato, quando este já perdeu suas potencialidades.  

    Na foto abaixo a planta com seu crescimento um tanto desordenado e suas muitas pequenas flores. É fácil atentar que a planta esta completamente adaptada ao meio ambiente em que convive, aqui no alto Viamão RS.

       Na foto abaixo o conjunto de suas pequenas flores.

         Esta espécie de orquídea tem habitats tanto a nível de planície florestal quanto em florestas montanhosas em Assam,  no Himalaia Oriental, Índia, Nepal, Butão, Tailândia, Laos, Vietnã e incluindo a China, em altitudes de 800-2500 metros.

    Na sua cultura é recomendado manter plantas num intermediário de temperaturas quentes. Mantendo úmidas no verão, não permitindo o substrato secar,  já no inverno mantê-lo seco, reduzindo as regas. Mantenha-o com bom movimento de ar para evitar o crescimento de fungos. Manter as plantas na sombra.  Preferencialmente utilizar vasos com esfagno e cascas finas.

ZYGOSTATES ALLENIANA

          PLANTA IDENTIFICADA: Nº 0235

       Estas pequeníssimas orquídeas são gauchas e se encontram presentes em quase todo o território do Rio Grande do Sul, e noutros estados do sul brasileiro, mas esta planta ai da foto abaixo, ainda por florir, é de um local com o qual tenho profunda raízes, na verdade amo de paixão curtir suas naturas sempre que posso. Estou falando do local denominado Paredão dos Borges, o nosso Paredão, no compasso das matas e de um rio sobejando vidas com a sua exuberância. Pois se lá forem, logo abaixo do nosso "chateau" existem duas laranjeiras de cheiro (aquelas pequenas que comemos com casca e tudo ou resultam em ótimos licorizados, se colocadas em potes embebidas na cachaça mais açúcar), atentem nos seus galhos e encontrarão muitas mudas desta pequena preciosidade. Mas já vou avisando, nada de retirá-las, afinal não é terra sem dono...e os donos são conservadores e ciumentos, eu particularmente, até porque quem plantou aqueles frutíferas fui EU! Outras podem ser encontradas numa árvore bem pertinho da casa dos amigos Marcio e Débora, lá estão, ir lá nos outubros da vida é observá-las em flor.     

         No vaso abaixo podemos observar as hastes em botão

        No vaso abaixo, com as flores já abertas, as pequenas micros mostram sua beleza ( são em média do tamanho de uma cabeça de fósforo).

        Para cultivá-las devemos ter presente a manutenção de uma umidade relativa, elas não toleram ficar secas por muito tempo, quando isso acontece, definam e podem morrer, pois não tem bulbos para armazenar nutrientes.

     Para que vocês tenham uma dimensão real do tamanho da nossa pequena preciosidade, vejam abaixo, que emprestei via site, numa foto de Milan Vágner. 



DENDROBIUM AGREGATUM

       PLANTA IDENTIFICADA: Nº 0183  

       Esta é mais uma asiática que faz parte do meu pequeno orquidário lá no alto Viamão, e o vaso abaixo recém foi adquirido e veio a somar-se a um que tenho a anos. Agora serão dois vasos, pois já possuo um que neste ano promete uma grande quantidade de cachos de flores, pois como planta já atingiu uma maturidade maravilhosa (é ver a foto logo abaixo, em vaso de argila, com algumas flores já abertas). 


Como prometido, ei-lo abaixo, plenamente florido e dando um espetáculo a parte...

         Tenho até pena de repartí-lo na produção de novas mudas, por isso adquiri uma nova muda (foto logo abaixo), agora é aguardar que esta também atinja a formação deste primeiro. 


         Agora atentem as diferenças entre as flores, será a mesma espécie? Penso que dentro da mesma espécie, existem variedades, melhor pesquisar um pouco...



Nome: Dendrobium lindleyi
Sinonímia: Dendrobium aggregatum (é assim que é mais conhecido no Brasil), e dentre outros: - Dendrobium lindleyi var. majus; 
- Dendrobium alboviride var. majus; 
- Callista agregata 

Origem: É planta nativa do Sudeste da Ásia, com habitats na China, Índia, Tailândia, Vietnam, Himalaia, Indochina e Birmânia. 

Hábitat: Floresta Tropical, planta epífita. 

Produção: Sementeira Clima: Intermediário Luminosidade: Média, 50% de luz 

Inflorescência: Com cacho pendente, com muitas flores 
Tamanho das Flores: Média – 3 a 6 cm 
Época de Floração: Inverno (seria?). 
Odor: Inodoro 
Duração da Flor: 10 a 20 dias 

Para seu cultivo: São plantas bulbosas por isso gostam de ficar penduradas. Crescem melhor em caixetas de madeira, com pedaços de cascas de árvores como substrato, indo muito bem em placas de cortiça ou de xaxim. Também podem ser cultivadas em vasos de barro ou de plástico, neste caso com substrato de rápida secagem. Observar na adubação a metade do que é indicado na embalagem. Diminuir a rega durante o inverno, estação na qual a adubação deve ser suprimida. A propagação pode ser feita pela divisão da planta, com pelo menos 4 bulbos em cada pedaço (estas informações foram encontradas no site da Fênix Plantas e Jardins).


sábado, 25 de outubro de 2014

MORANGO

         Para quem pensa que cultivar Morango, da variedade vermelha, é tarefa difícil e complicada, informo que a planta tem poucas exigências, ou seja, terra boa, umidade constante e muito sol. Afora isso, sempre que possível, após o anoitecer, de uma a duas horas depois, tomar de mão uma lanterna com bom foco e ir catar e eliminar os caracóis e lesmas que adoram se deliciar nos frutos. Nada de agrotóxico, ou lesmóis, me proíbo de utilizar hormonios ou inseticidas, quero degustar frutos sadios. 

            Minha cultura é feita em vasos e tem demonstrado um ótimo resultado, basta ver os vasos abaixo.



        É possível observar morangos já maduros, prontos para a colheita, frutas verdes em crescimento e muitas flores por fomentar futuros frutos.
          Como possuo uns trinta vasos deste porte e quase todos nestas condições já sabem que na época de produção morango é que não falta aqui no alto Viamão RS, em minha casa.
          Quem não sabe a forma de degustá-los! Seja ao natural, embebidos no açúcar, com chocolate, em chimías e também, um descoberta recente, ao menos para mim, dá para fazer um ótimo licorizado, que acaba por conter uma execente quetura, portanto propício para os dias frios. 
        
         Segundo a Wikipedia o Morango (Fragaria) é considerado, na linguagem vulgar, como o fruto vermelho do morangueiro, da família das rosáceas. No entanto, em termos científicos não se pode considerar um fruto já que é constituído pelo receptáculo da flor original (composta), em volta do qual se dispõem os frutos (as sementes são visíveis sob a forma de grainhas)
         O morango jardim foi criado pela primeira vez na Bretanha, no noroeste da França, na década de 1750 por meio de um cruzamento deFragaria virginiana do leste da América do Norte com a variedade Fragaria chiloensis, que fora trazida do Chile por Amédée-François Frézier em 1714. 
         Tecnicamente, o morango é um fruto acessório agregado, o que significa que a parte carnuda deriva não do ovário da planta, mas dareceptáculo que sustenta os ovários.

          Nesta pesquisa acabei por descobrir a existência de um morango branco, bom estou procurando onde encontrar mudas.




Quem sou eu

Minha foto
Sou Nedi Nelson, como profissional abraço a contabilidade e nesta me realiza a auditoria; como pessoa sempre sublimei ler e escrever, a poesia é lugar comum, hoje vivencio o romancear; como hobby e paixão descobri as orquídeas, o estudo, o cultivo e por fim o descortinar de suas florações..e eis que minha alma transcende o poetar. Viver o entreabrir de uma orquídia me é palco sensível para deixar fluir o poema. A idéia é criar três seções específicas, uma para partilhar a palavra escrita, seja por meio de poemas, contos ou romance, estejam publicados ou não, que venham a ser publicados ou não; outra para cultuar, via fotografias e textos, as minhas orquídeas; e outra para falar de minhas viagens, via fotografias e textos, seja quando a trabalho nos contextos da auditoria, em minhas folgas, seja especificamente a lazer .

Seguidores