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terça-feira, 21 de outubro de 2014

SOBRALIA MACRANTHA

         PLANTA IDENTIFICADA: Nº 0237

        Mais uma terrestre lá no alto Viamão RS, dando o ar de sua graça e me deixando muito alegre, pois eu ganhei uma muda desta orquídea, três caules enraizados que se transformaram no belo vaso abaixo fotografado, nestes últimos oito anos, em que demorou para florir. É uma das maiores orquídeas existentes.

E a foto da flor em detalhe.

    E mais o labelo, em detalhe.

       Segundo a Wikipedia internacional a Sobralia é um género atribuído a 125 espécies de orquídeas, da tribo Epidendreae pertencentes à família ( Orchidaceae ).
        O gênero foi nomeado em homenagem ao botânico espanhol Francisco Sobral .
         É nativa da América tropical região do México e América do Sul.
      Trata-se de uma planta terrestre ou epífita com folhas bilobada florescendo em uma única inflorescência . Tem o caule avermelhado criação com inflorescência de seu ápice com 1 ou 2 flores têm vida muito curta. O gênero é caracterizado por grande parte terrestre e têm caule avermelhado, com folhas maiores do que o tronco. Eles têm oito polínias .

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

BLC POKAI TANGERINE

        PLANTA IDENTIFICADA: N0229

         Planta nova aqui no alto Viamão RS, recém adquirida e, por se tratar de uma primeira floração, e depois de ter encarado uma viagem fechada numa caixa durante uns três dias, até que ela se apresenta com bastante garbosidade. Eu me encanto com esta combinação de cores. 

      Trata-se de uma criação do homem, efetuada por cruzamento da Cattlianthe (Lc) Chicanery X Rhyncholaeliocattleya (Blc) Waikiki Gold por Miyamoto em 1985.   

Eis uma foto atual, outubro/2014.

         E uma de suas flores, em detalhe.

    Vai dar um certo cuidado, pois gosta de temperatura moderada a quente, deverei protegê-la nos invernos da vida aqui no alto Viamão RS, nada que seja impossível. 

ONCIDIUM FLEXUOSUM

         PLANTA IDENTIFICADA: Nº 0056

         Este ano, cá em casa, no alto Viamão RS, a floração dos Oncidiuns começaram pelo Longipes, agora quem começa a dar o ar da graça são os Oncidiuns Flexuosuns, com suas chuvas de ouro, como são chamados.
         A origem das minhas plantas é bastante diversa, podem ser aqui do Rio Grande, de Santa Catarina e São Paulo, todas elas retiradas de derrubadas de matas, nas minhas caminhadas Brasil a fora, quando a trabalho.
         Já que nos fins de semana, eu e minha moto saiamos catando estas derrubadas, e, após autorização, recolhíamos qualquer orquídea que encontrávamos.  
          Abaixo, a primeira floração deste ano, outras surgirão, maiores, e mais compactas e aparecerão por aqui, com certeza.

      Abaixo, uma das flores em detalhe.

       Segundo a Wikipedia o  Oncidium flexuosum , também chamado de “dama dançante” por causa de seu labelo que se assemelha a uma bailarina, é uma espécie de orquídeas da subfamília Epidendroideae da família das Orquidáceas.
       Quanto a sua Etimologia o termo "flexuosum" vem do latim e significa flexível. Por suas hastes florais flexíveis e com hábitos trepadores, se enroscam em qualquer suporte ou tutor.
     Quanto a descrição o Oncidium flexuosum é uma orquídea epífita com pseudobulbos ovais bastante achatados lateralmente que saem apicalmente folhas coriáceas estreitas oblongo linguladas. Da base do pseudobulbo emerge uma haste floral de numerosas flores de 2 cm de diâmetro. Possuem numerosos ramos florais paniculados com numerosas flores amarelas intensas por ramificação ou racimo. As ramificações florais são muito flexíveis, que trepam e se agarram a suportes como um tutor.

      Para cultivá-lo atentar que tem preferência por ar úmido, com muita claridade ou com sombra moderada. Pode-se pôr no exterior como os Cymbidiums, para estimular a floração. Florescem de Janeiro a Fevereiro em seu habitat. No hemisfério norte no Outono e no Inverno. 
         Aqui no alto Viamão RS estamos em outubro e todos os meus vasos apresentam hastes florais cujos botões já se encontram maduros para abrirem, os da foto acima, foram os primeiros deste ano. Um vaso em toda a sua dimensão floram logo estará desfilando sua chuva de ouro aqui no Blog. E só aguardar...     


terça-feira, 14 de outubro de 2014

DENDROBIUM DENSIFLORUM

                      PLANTA IDENTIFICADA: Nº 0226
          Este Dendrobium Densiflorum foi adquirido de um floricultor em feira livre lá em Londrina PR, no ano de 2005. Um achado, na época, foram duas mudas, com apenas dois caules cada e que hoje se expandiram de forma expressiva, apresentando a formação que podem atestar na foto abaixo. Nesta ano, apenas duas cachopas de flores.

  
          Agora vejam esta de 22 de outubro de 2012, com seis cachopas de flores, deu um espetáculo.

        Admirem a cachopa de flores, vistas mais de perto. 

       Uma de suas flores, em detalhe, expondo toda a sua plástica, em forma e cores.

        E, por fim, o labelo, tenta fazer, tenta...incrível, não é mesmo?!


        É asiática esta belezura, chamam-na Orquídea abacaxi, claro que pela forma e cor. Consta que prolifera na China, como nativa de vários habitats, mas também é encontrada no Himalaia, Indochina, na Tailândia, chegando ao Vietnã.
        Sua primeira aparição para o reconhecimento público data de 1830, por Lindl.

COELOGYNE LAWRENCEANA

            PLANTA IDENTIFICADA: Nº 0214

         Esta Coelogyne Lawrenceana foi adquirida no Mercado Público da cidade de São Paulo, lá no ido ano de 2006, neste momento possuo outros dois vasos, afora este da foto ai embaixo, absolutamente majestoso. Os outros dois não tiveram a mesma sorte pois foram atacado por lagartas de borboletas, isso no ano passado, quando estive fora numa das minhas viagens semanais, a trabalho, porém já estão em plena fase de recuperação, e devem voltar a florir para o ano que vem.

          É tal a sua forma que muitas orquídeas ficam escondidas por traz das folhas, como podem ver na foto.

          Sua origem nos levaria ao Sudeste Asiático, fossemos buscá-la em seu habitat natural. Consta que foi descrita pela primeira vez no longínquo ano de 1905, por Rolfe.

               Atentem a flor.


            Agora, fascinem-se, vendo mais de perto as pinturas maravilhosas produzidas pela mãe natura nos seus labelos. Para melhor perceberem as variáveis, coloquei dois nas fotos ai abaixo. A meu ver nenhum se repete, é como se cada flor tivesse sua própria e exclusiva identificação...lindos!

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

MAXILLARIA JUERGENSII

      PLANTA IDENTIFICADA: Nº 0211

      Mais uma pequena lindeza florescendo lá no alto Viamão RS, um micro muito linda, e planta única no orquidário. Esta veio lá dos arredores das barrancas do Paredão dos Borges, encontrada assim, ao natural, em um passeio na antiga sede das Família Borges, em galho tombado. Olhando para cima verifiquei a existência de outras que até minha última visita ao local, continuavam por lá, em seu habitat nativo.
       Na foro uma flor única, mas minha muda, que veio pequenina, começa a encorpar.

       Uma foto mais aproximada, vou ter que caprichar mais, para deixar a flor mais nítida.

    Ei-la em detalhe, porém pretendo trocar esta foto assim que efetuar outra.
     

    Sobre as Maxillarias já efetuei comentários extraídos da Wikipedia na postagem referente a Maxillaria RUPESTRIS, de qualquer forma esta pequena preciosidade tem seu habitat natural no Brasil e em outros países latino americanos.

terça-feira, 7 de outubro de 2014

BIFRENARIA TYRIANTHINA SEMI-ALBA "DOURADA"

      PLANTA IDENTIFICADA: Nº 0186

    Possuo algumas dezenas destas plantas e todas são mineiras de origem, salvas que foram das jazidas de minério de ferro, perto Igarapé MG, cuja história já contei aqui no Blog, em outra postagem. Linda e perfumadas elas dão um espetáculo a parte quando em flor.

       Este vaso e sua floração, em outubro/novembro 2015.

             A foto do vaso, pegando toda a planta, que será separada após a floração, de 2014..
 
                      Uma das flores, vista mais de perto, outra de 2014..

            E sua beleza em detalhe, de 2014.

         Segundo a Wikipedia as Bifrenaria tyrianthina é uma espécie de orquídea rupícola, ocasionalmente epífita, de crescimento cespitoso que só existe na Bahia e em Minas Gerais, no Brasil, onde habita áreas bem iluminadas, frequentemente sobre pedras totalmente expostas ao sol, eventualmente dele parcialmente abrigadas, crescendo em árvores com folhagem rala. Pertence ao grupo das Bifrenaria grandes, as quais nunca foram classificadas nos gêneros Adipe ou Stenocoryne. Esta espécie é a que flores maiores entre todas as Bifrenaria. Por sua ampla dispersão e diversas populações isoladas existentes, trata-se de espécie extremamente variável com múltiplos sinônimos e variedades de cor, forma, e comprimento da inflorescência. Este último era inicialmente utilizado para separar estas espécies da Bifrenaria harrisoniae com a qual muito se parece, no entanto, sabe-se hoje que o comprimento da inflorescência de ambas espécies varia conforme a população. A única maneira de diferenciar ambas as espécies é pelo comprimento do calcar na base do labelo, que a B. tyrianthina tem duas vezes mais longo que a coluna e a B. harrisoniae quase do mesmo comprimento, e pelo estipe, que na B. harrisoniae e largo e na B. tyrianthinaé estreito.


quinta-feira, 2 de outubro de 2014

CATTLEYA INTERMÉDIA PSEUDO-TIPO

      PLANTA IDENTIFICADA: Nº 0238

      Minhas Cattleyas Intermédias estão praticamente todas floridas e estou podendo determinar suas variedades, eventualmente encontro alguma com grande dificuldade para efetuar esta classificação.
      É o caso da orquídea do vaso abaixo, que em site do Google consegui identificar, talvez, com restrições, como sendo uma Cattleya Intermédia Pseudo-tipo, por causa do Labedo cujo colorido se interrompe em linha horizontal no segundo terço do lobo anterior (Brazillian Orchids).

         E a flor, em detalhe, e é possível verificar com bastante clareza numa das folhas da foto o estrago feito pelo maior inimigo das orquídeas, o maledeto Tenthecoris, um inseto sugador dos mais temíveis e que se alastra rápido, cuja eliminação é muito complicada, é estar sempre atendo. Mas, como viajo demais, por vezes eles me passam a perna e usufruem das coitadas das plantas.

   E da flor, o labelo, em detalhe:

     Éste é o único vaso com estas características, já identificado desta forma. Espero estar correto, qualquer eventual correção, favor contatar.

EPIDENDRUM DENTICULATUM "ROSA"

        PLANTA IDENTIFICADA: Nº 0090

        Possuo alguns vasos desta espécie, nesta variedade rosa, que estão floridos neste momento, 01/10/2014.

    Em detalhe, uma das hastes, em flor:

     Em detalhe, uma das flores e suas parasitas, que só percebi quando salvei a foto:

     E, agora, um risco constante, piolhos, a planta deve ser muito atraente e saborosa para este sugadores, pois eles as adoram. É necessário estar sempre atento, óbvio que nesta flor eu me descuidei...tadinha! É, mas já foram devidamente eliminados. 

        Segundo a Wikipedia o Epidendrum denticulatum, é uma espécie de orquídea, muito comum no Brasil, que faz parte de um grupo de espécies de pertencentes ao gênero Epidendrum, todas muito parecidas, distintas apenas por pequenos detalhes, as quais de modo geral são consideradas sinônimos do E. secundum Jacquin. Em regra este grupo de espécies é terrestre ou epífita, muitas vezes encontrado em dunas ou à beira das praias e às margens dos rios, vivendo sob sol pleno, por quase todo o litoral brasileiro e em muitos outros países americanos. São ocasionalmente utilizados em jardins pois florescem longamente formando vistoso conjunto de flores de cores variáveis. Híbridos desta espécie são comumente encontrados à venda nas exposições de orquídeas e supermercados.
        A principal causa da confusão em sua identificação é devida ao fato de as espécies secas e prensadas em herbários perderem parte das características facilmente verificáveis em uma planta viva, principalmente no que se refere à curvatura e calosidades presentes nolabelo de suas flores
     O Epidendrum denticulatum foi descrito por João Barbosa Rodrigues em 1881, a partir de uma planta de flores róseas com calosidades brancas e amarelas, encontrada florescendo no mês de março sobre uma árvore nas matas próximas a Joinville, em Santa Catarina. O nome é uma referência ao labelo de margem serrilhada, como se fossem pequenos dentes.
       Pelo fato de fazer parte deste grande grupo de espécies similares, por muito tempo sua aceitação esteve em dúvida entre os taxonomistas fora do Brasil, que consideravam esta espécie apenas um sinônimo do Epidendrum secundum.
        Em 2007, Fábio de Barros e Fábio Pinheiro publicaram um trabalho estabelecendo sem dúvida a identidade desta espécie. Mediram os segmentos florais de dezenas de exemplares em cultivo e demostraram, dentre outras diferenças existentes nas medidas nos lobos do labelo, que a coluna desta espécie mede de 7 a 8 mm de comprimento, e o labelo de 11,7 a 13,4 mm enquanto no Epidendrum secundum estas medidas são respectivamente 4,7 a 6,2 mm e 7,2 a 8,6 mm. Mas, de qualquer forma, sabe-se que esta espécie pode ser prontamente identificada pelo formato dos calos.
É planta pouco exigente e de fácil cultivo em mistura de material orgânico e arenoso, bem drenado, tanto em grandes vasos como em canteiros sob sol pleno. Tolera temperaturas entre 2 e 40°C.

ARUNDINA BAMBUSIFOLIA ALBA

        PLANTA IDENTIFICADA: Nº 0239

      Esta é um pouco mais difícil de ser encontrada do que a variedade Lilásarrocheada, casualmente meu único vaso foi adquirido numa floricultura aqui pertinho de casa há uns três anos, já mais encorpada, este ano aumentou sua quantidade de flores. Eis o vaso:

     E flores, em detalhe:

        E mais uma:

     Tal como sua co-irmã esta variedade também é encontrada em muitos lugares e continentes deste nosso lindo planetinha chamado terra.

        Um pouco mais sobre a espécie pode ser encontrado descrito na blogagem a respeito da Lilásarrocheada.

       Também esta variedade estará representada nos arredores do "chateau" lá nas barrancas do Rio Vacacai, no nosso recanto, Paredão dos Borges!       

  

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

DENDROBIUM NOBILE COMET KING AKATSUKI

      PLANTA IDENTIFICADA: Nº 0227

     Mais um Dendrobium Nobile florido neste momento lá em casa, trata-se de um hibrido, criação de J. Yamamoto, e meu exemplar foi adquirido no Mercado Público Central de São Paulo,capital, há uns cinco anos e é a segunda vez que floresce aqui no altos do Viamão RS.
       
        Eis a foto da planta envasada.

     As flores, vista de outro lado, em detalhe.
     
       Uma das flores, em detalhe.

     Dentre as flores umas três apresentaram a anomalia desta abaixo, em detalhe, sem o labelo desenvolvido.

    É mais um espécime que pretendo utilizar os bulbos que já floresceram para produzir novas mudas.   

terça-feira, 30 de setembro de 2014

ASCOCENDA PRINCESS MIKASA

     PLANTA IDENTIFICADA: Nº 0210

       Esta é estrangeira de fato, adquirida lá em São Paulo, no Mercado Público, setor orquídeas e substratos, me apaixonei a primeira vista e ela veio comigo.

      Olhem a foto, não tenho razão, é encantadora não é mesmo?!

     Agora, vejam mais de perto, o conjunto.

       Certo, melhor seria observar em detalhe, então admiremos uma flor.

      Tenho-as como lindíssimas, adoro esta cor e sua forma.

       Para sua cultura, o local deve ser fresco e com condições intermediárias. O ideal é pendurar a planta em uma área com grande quantidade de movimento do ar. E Evitar mante-la em vaso, deixando as raízes penduradas em uma cesta com casca grosa de pinheiros (pinus).      

       Originalmente sua origem é Filipina, mas hoje já esta disseminada por todos os cantos deste nosso lindo planetinha, chamado terra.

PHAIUS TANKERVILLEAE

      PLANTA IDENTIFICADA: Nº 0026

       Até o início deste ano só possuía um vaso, grande, que todos os anos formava inúmeras hastes de flores, momento em que eu separei seus bulbos e montei oito vasos, que estão desenvolvendo novos brotos, para o ano é que terei muitas flores, pois então estarão bem desenvolvidos.

     Conhecida como Freira Velada, por causa do formato da flor, forma belas cachopas. Minha muda foi "chorada" e ganha lá em São José-SC, na Casa Mãe das Irmas Franciscanas, a uns cinco anos.

     Este ano, apenas um vaso formou uma haste de flor, ei-lo abaixo, em foto.

     A flor, com foto em detalhe.

     E o labelo, foto em detalhe.

    Segundo a Wikipedia o Phaius tancarvilleae é uma espécie de orquídea generalizada no Subcontinente indiano , Nova Guiné , China , Japão , Sudeste Asiático ,Indonésia , Malásia , as Filipinas , Austrália e algumas ilhas do Pacífico . Ele também é naturalizada no Havaí , Panamá , as Índias Ocidentais e o US State of Florida [1]
      Na Austrália ele é encontrado tão ao sul quanto [Yamba], Nova Gales do Sul [2] [3] e mais ao norte, em tropical de Queensland . Ela está listada como ameaçada com a possibilidade de extinção no país. [4]
   Os nomes comuns incluem Grande Pântano-orquídea, Pântano Lily, Pântano Orchid, Freira da orquídea e orquídea velado.
      Em 1778, John Fothergill trouxe esta orquídea de volta da China para a Inglaterra. Mais tarde, Joseph Banks chamado a planta em homenagem a Lady Emma Tankerville , como a orquídea floresceu em sua estufa em Walton-on-Thames , perto de Londres . [5] [6] [7] O nome da espécie refere-se à origem do nome de casada de Emma, ​​a Condessa Tankerville . Sendo a cidade de Tancarville , na Normandia ,França . [8]
     Phaius tancarvilleae é uma orquídea terrestre. As grandes folhas surgem rentes ao chão, e são franzidas. Suas inflorescências surgem verticalmente para fora da planta e pode atingir uma altura de 2 m (7 pés). Eles suportar até 16 flores cada. As flores têm quatro pétalas, que são marrom no interior e branco do lado de fora. A parte central da flor é um tubo aberto e malva e de cor amarela. [9]
          Propagação: 
       Uma planta facilmente cultivada no cultivo. Prefere semi sombra. Sua propagação é conseguida a partir de sementes ou por o corte do aglomerado base da planta. As grandes flores ocorrerem na primavera. [2] Além disso, a propagação no nó do tronco traz o sucesso. Onde, após a floração, o scape ou é colocado todo ou em partes em um meio como Sphagnum musgo ou estava em um recipiente com água. As mudas vão emergir os nós, e quando grande o suficiente são removidos e envasadas.

Quem sou eu

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Sou Nedi Nelson, como profissional abraço a contabilidade e nesta me realiza a auditoria; como pessoa sempre sublimei ler e escrever, a poesia é lugar comum, hoje vivencio o romancear; como hobby e paixão descobri as orquídeas, o estudo, o cultivo e por fim o descortinar de suas florações..e eis que minha alma transcende o poetar. Viver o entreabrir de uma orquídia me é palco sensível para deixar fluir o poema. A idéia é criar três seções específicas, uma para partilhar a palavra escrita, seja por meio de poemas, contos ou romance, estejam publicados ou não, que venham a ser publicados ou não; outra para cultuar, via fotografias e textos, as minhas orquídeas; e outra para falar de minhas viagens, via fotografias e textos, seja quando a trabalho nos contextos da auditoria, em minhas folgas, seja especificamente a lazer .

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