Arquivo do blog

terça-feira, 16 de setembro de 2014

LAELIA AURANTIACA

           Possuo apenas um vaso desta Laelia Aurantiaca, esta mexicana de origem foi adquirida junto a um orquidário que expõe no Mercado Público Central na capital paulista, São Paulo.


E na foto abaixo as flores em detalhe.

       Neste ano, após o término da floração, minha planta será separada, logo serão dois vasos.

       Segundo a Wikipedia, internacional, conforme a tradução a seguir, este robusto, pequeno para espécies rupícolas no porte, epífitas e ocasionais de tamanho médio é encontrado em El Salvador e no México em altitudes de 300-1600 metros de florestas tropicais montanhas tropicais e inferior em rochas expostas, ou em árvores em áreas de extremo calor e frio. 
Cresce morno para frio com alongado, cilíndrico-fusiforme, pseudobulbos ligeiramente comprimido transportando com duas folhas apicais, carnuda, elípticas a lanceoladas oblongo deixa com um arredondado, é no ápice que as flores do final do inverno até a primavera prosperam em um terminal, com 16 cm de comprimento, poucos para muitos de duas a onze florescidos, inflorescência umbelliform resultante de um pseudobulbo maduro. 
As flores desta planta são os menores no gênero e muitas populações do norte podem se auto-polinizar, o que faz com que as flores não abram totalmente. Esta espécie e a Cattleya Skinneri naturalmente híbrido para criar C. guatemalensis.

DENDROBIUM KINGIANUM

         Tal como os Densdrobiuns Nobiles, também os Dendrobiuns Kingianuns nos fornecem a cada ano muitas novas mudas.
         Meus vasos, hoje, uns trinta, são todos eles filhos de um vaso adquirido junto a uma Feira de orquídeas em São Paulo, capital, lá nos idos de 1999,


Abaixo, as flores em detalhe, as minhas, numa cor lilás meio abordesado, é uma pequena linda e preciosa.

Segundo a Wikipedia, internacional, o Kingianum Dendrobium ou Thelychiton kingianum, [2] comumente conhecido como Rosa Rocha Orchid, Dendrobium do Capitão King,ou (um pouco enganadora) Rosa Rocha Lily, é uma planta do gênero Dendrobium e nativa do leste da Austrália (Queensland e New South Wales). [ 1] [3] Foi nomeado após almirante Phillip Parker King , explorador da Austrália.
Dendrobium kingianum cresce naturalmente em superfícies rochosas e, ocasionalmente, em troncos de árvores, flores na primavera ou no final do inverno. A sombra das flores é geralmente rosa e raramente branco.

CATTLEYA LABIATA SEMI-ALBA

Uma bela nordestina dando o ar de sua graça, aqui em casa, minha planta foi adquirida em Recife PE junto a um orquidário nas redondezas da cidade.

Na foto abaixo, floração de setembro/outubro 2014.

Ei-la em detalhe, é ou não é maravilhosa...

Já na foto abaixo, floração de outubro/novembro 2015.


Segundo a Wikipedia as Cattleyas labiatas são uma espécie que, no final do verão e princípio do outono, enfeita nossos orquidários com as suas flores. Além das belas flores, somos premiados com seu magnífico perfume que é exalado principalmente na parte da manhã.
Ele é tão característico que podemos chamar de "perfume das Cattleyas".
Planta epífita que vegeta sobre árvores nas serras como em locais bastante úmidos, sempre protegidos do sol intenso. Vegeta numa altitude entre 500 e 1000 metros.
Como habitat, ela procede em maior número de habitats dos estados de Alagoas, Ceará, Paraíba e Pernambuco e raramente do Maranhão e Piauí.
Sem dúvida é uma das mais belas e mais cultivadas orquídeas brasileiras.
Espécie considerada "Rainha do Nordeste Brasileiro", foi classificada e descrita por John Lindley, em 1821.



LUDISIA DISCOLOR

          Eis um dos meus vasos de Ludisia Discolor, a chamada Orquídea Joia.



            Tenho dois vasos desta planta, neste momento, 15/09/2014 esta em botão, uma haste cresce dia a dia fomentando sua futura floração.
             Infelizmente não será desta vez que verei a haste floral com suas flores abertas, pois, como pode ser observado no detalhe da flor a baixo, o excesso de chuvas deu em fungo e sua floração esta comprometida.


Segundo a Wikipedia, internacional, página traduzida, a Ludisia é um gênero de orquídea que contém apenas uma espécie, Ludisia discolor, comumente referido como jóia orquídea . Eles são nativos para o sul da China , Tailândia , Vietnã , Filipinas , Malásia , Indonésia e Burma , [2] e, muitas vezes cultivada. São orquídeas terrestres que em seu ambiente natural seria encontrada crescendo no chão da floresta. Eles são conhecidos por sua folhagem, que muitas vezes é aveludado profunda marrom com veias vermelhas que correm paralelas ao centro da folha.
As flores são brancas com amarelo torcendo colunas . As flores individuais são pequenos, mas crescem em cachos em hastes verticais.Flores em cultivo durar um mês ou mais. [3]
Eles precisam de alta umidade e temperaturas quentes, com baixa a média luz, e eles tolerar níveis extremamente baixos de luz.

terça-feira, 9 de setembro de 2014

CATTLEYA INTERMÉDIA AQUINII

Abaixo a bela Cattleya Intermédia Aquinii, que eu ainda não tinha, como não tenho milhares de outras orquídeas, mas ei-la partindo na sexta aqui de Passo Fundo RS para o alto Viamão, minha casa e minha admiração. Recebi de presente, e que presente.


Como podem verificar na flor em detalhe ela já começa a perder seu viço e beleza, mas sempre tem o ano que 
vem, e estarei cuidando dela com muita carinho..

O artigo abaixo é da Revista Como Cultivar Orquídeas, da Casa Dois Editora, através do seu Portal, e expressa as opiniões de orquidófilos experientes, que conhecem como poucos as orquídeas e suas formas de cultivo:



Cattleya intermedia consta como uma das Cattleya mais apreciadas e cultivadas no Brasil. Motivos para isso não faltam. Além de ser nativa do Sul do País, apresenta uma grande variedade de formas e cores, sendo há décadas alvo contínuo de melhoramentos genéticos.

É encontrada naturalmente desde a Região dos Lagos no Rio de Janeiro, passando pelos estados de São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Vegeta principalmente no litoral, adentrando pelo interior até determinadas altitudes onde o frio impede seu avanço. "Estranhamente, a costa paranaense não foi povoada por esta espécie, o que constitui uma intrigante curiosidade", comentam Pedro e Lígia Holderbaum, proprietários da Flora Holderbaum, de Joinville, SC. 

Carlos Gomes, proprietário do Orquidário Carlos Gomes, de Florianópolis, SC, afirma que no estado gaúcho sua ocorrência chega até as proximidades da fronteira com o Uruguai. "Nessa área, encontrou um habitat perfeito no Banhado do Taim, de onde saíram as melhores plantas e muitas variedades."

O porte da Cattleya intermedia sofre pequenas alterações conforme o habitat. Gomes explica que no litoral, junto à vegetação rasteira das praias, onde há umidade constante e muito calor, atinge quase 50 cm de altura, apresenta folhas duplas ou triplas de até 20 cm de comprimento e abre de nove a dez flores por haste. Já no interior ou em locais com menos umidade, chega a 30 cm de altura e possui de três a cinco flores por haste.

"Embora seja epífita, também pode crescer em pedras nos costões à beira-mar ou mesmo no interior. No Banhado do ­Taim forma verdadeiros jardins suspensos nas árvores, conhecidas como corticeiras, com dezenas de exemplares floridos", adiciona ele.

Esta espécie faz parte das Cattleya bifoliadas e conta com pseudobulbos roliços, robustos e de crescimento rápido. As plantas comercializadas em orquidários emitem em média de uma a sete flores por haste, podendo ou não ser perfumadas.

MAIOR ATRATIVO

Seu florescimento acontece do final do Inverno ao início da Primavera, com auge em setembro. Nesse período são realizadas diversas exposições em sua homenagem, principalmente em Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

Os proprietários da Flora Holderbaum ressaltam que as flores da Cattleya intermedia possuem excelente textura, o que lhes confere boa durabilidade, permanecendo abertas por cerca de um mês. "Esta planta tem grandes predicados para hibridação, apresentando nas variedades flamea eaquinii um atrativo muito especial, que é o fato das pétalas possuírem em suas extremidades um intenso colorido, também passado aos seus descendentes. Esse atributo forma elementos multicoloridos que resultam em flores magníficas", dizem.­

Eles justificam que, com o melhoramento genético sofrido pela espécie, os exemplares estão atingindo praticamente a perfeição, pois, ao longo de milhares de cruzamentos, suas flores se tornaram maiores, com melhor textura, mais redondas e de cores bem vibrantes. 

Atualmente, são admitidas cerca de 30 variedades, sendo que as mais comuns são tipoorlata,marginataalbacoeruleaflameasuaveaquinii e concolor. "A orlata e a marginata parecem atrair mais a atenção devido à beleza do labelo. A flamea desperta interesse por ser grande e colorida", salienta Gomes.

Ele acrescenta que uma particularidade é ser a única que possui um amplo número de exemplares com flores pelóricas, ou seja, com três sépalas e três labelos ou pelo menos duas pétalas imitando o labelo. "É uma mutação rara em outras orquídeas, mas acontece em Cattleya intermedia oriundas de cruzamentos encontrados na natureza."

Dentre suas virtudes, também ganha destaque a precocidade, já que alguns seedlings emitem flores em três a quatro anos, enquanto nas demais orquidáceas, como a Laelia purpurata, pode demorar de seis a sete anos. Isso, aliado ao fácil cultivo, faz com que tenha grande aceitação em diferentes países, em especial no Japão, para onde é muito exportada.

MANTENDO A BELEZA

Assim como todas as Cattleya bifoliadas, a Cattleya intermedia aprecia raízes bem arejadas, substrato poroso e boa adubação. 

O profissional de Florianópolis afirma que ela não suporta substrato velho, principalmente xaxim (hoje com comercialização e extração proibidas), sendo este o responsável pelo insucesso do cultivo no passado. Ele recomenda produtos para epífitas, desde que sejam porosos e trocados a cada dois anos se forem orgânicos. Caso sejam inorgânicos, a substituição pode ser feita somente quando a planta estiver saindo do vaso. "Particularmente, utilizo apenas pedra britada."

O casal Holderbaum conta que depois de realizar diversas experiências, a que apresentou mais eficiência nas condições ambientais de Joinville foi a mistura de casca de pinus tratada, carvão e brita. "Uma dica importante para quem cultiva orquídea é desenvolver a observação, pois cada caso é diferente, não existindo uma receita exata para o sucesso". Como a cidade está localizada ao nível do mar e possui boa umidade do ar, esta espécie se adapta muito bem. "Cultivamos nossos exemplares sob ripados ou sombrite de 50% e em local ventilado", completam.

Quando bem adubada, a Cattleya intermedia emite de dois a três pseudobulbos por ano, formando touceiras. Os profissionais orientam aplicar semanalmente ou a cada 15 dias adubo químico de formulação balanceada ou orgânico, como bokashi, a cada três meses. Porém, o procedimento deve ser interrompido durante a floração.

Para garantir seu pleno desenvolvimento, é preciso dar atenção à rega, fornecendo água sempre que o substrato secar, e à luminosidade, mantendo sombreamento máximo de 70%. Também é necessário assegurar umidade ambiente acima de 60%.

Os proprietários da Flora Holderbaum explicam que essa planta aceita bem divisões e replantes. "O momento mais propício é a partir de um mês após o término da florada, quando surgem novos brotos e novas raízes. O vaso deve ter uma abertura de 4 a 5 cm maior do que a muda plantada, que precisa ficar bem fixada, nunca solta ou balançando."

Para minimizar o ataque de fungos, é essencial fornecer ventilação e luminosidade adequadas."Se houver necessidade, basta aplicar fungicida, tanto de contato quanto sistêmico, mas sempre com orientação técnica, porque de nada adianta usá-lo sem saber qual é o fungo", orienta Gomes.

Como toda aglomeração de plantas favorece o aparecimento de pragas, os especialistas de Joinville aconselham um acompanhamento visual quando a coleção não é numerosa, retirando para tratamento o exemplar que apresentar infestação. "Cultivar Cattleya intermedia propicia um grande prazer, porque a cada abertura da primeira flor de um seedling novas surpresas poderão surgir", concluem.









quarta-feira, 3 de setembro de 2014

COTIDIANO FACE 35

Imagem livre, capturada, que representa o Relógio das horas, muito a ver com tempo que realizamos nosso viver...


A vida e o estado de riscos andam de mãos dadas, sua parceria é inerente,
Surpreende-nos e nos impõe ditames,
Não há como conceber colocar-se incólume diante das suas multifacetadas adversidades.

Nem nos nossos sonhos adormidos conquistamos esta regalia,
Do nada podem se transformar em pesadelos.

Na intenção de eliminar, ou tentar, os riscos que nos rodeiam,
Uns se protegem de todas as formas possíveis,
A si e aos seus,
Muitos, de forma radical, levam isso tão a sério,
Que esquecem de viver a vida,
Por si e pelos seus.

Já outros abrem as portas dos seus corações alvissareiros,
das suas mentes criativas e libertas de grilhões,
e encaram de frente as possibilidades do inevitável.

A estes os prêmios e os percalços assumidos da vida,
Onde se fazem etinerantes.

Aonde me enquadro?

Me questiono por responder quando me questionam,
E pondero, a minha realidade, no meu ser eu,
Não há no meu espírito algemas limitando em medo o dia de amanhã.

Meio fatalista...sim, eu o sou! ...afinal meu destino esta nas mãos de Deus!

Porque?
- Porque viver é simples...veja!

Basta,
Sintonizar em igualdades o meu semelhante,
Ansiar e realizar a presença do amor naqueles e naquilo que for colocado no meu caminho,
Labutar com a consciência de que há honra e paz
Quando vestimos a roupagem de uma ética transvestida da plena humanidade.

E o principal,
Que é conceber minhas decisões e alternativas na fonte daquilo em que EU acredito,
E levo fé,
Porque quem paga meus preços sou eu mesmo,
Quem vive minhas alegrias e encantos sou eu mesmo!

Nisso tudo, no todo que me envolve e transcende vida vivida,
Me cabe deixar partir os ganhos e os risos aos que amo,
Assim como isolá-los em salvaguarda nas dores que me afrontarem,
Quando vencidas forem as minhas defesas.

Simples assim...

Ao amar a vida,
Amamos tudo e todos os que de nós se aproximam:
Seja quando neles reconhecemos a aconchegante presença de um irmão,
Ainda que ele seja um estranho, homem ou mulher;
Seja quando neles percebemos a mão inconfundível do grande PAI,
O Deus de cada um de nós!

É...pela vida que já vivi, imponderável negar a mim mesmo...eu amo a vida!



Florianópolis/SC, 03 de setembro de 2014.

SACOILA LANCEOLATA

      Neste momento meus quatro vasos começam a apresentar a formação de hastes florais, como no vaso da foto em 15/08/2014, em que observamos três delas. Neste vaso, de quebra, uma das invasoras mais presentes nas nossas matas nativas, cujas sementes viajam pelos ares, o Pinus Elliottii. 

Eis a Sacoila Lanceolata, orquídea terrestre, agora com as hastes florais já praticamente abertas, nesta data 15/09/2014:.



Detalhe da haste floral.

Detalhe da flor e sua cerosidade, numa cor maravilhosa.


Minhas mudas, todos os quatro vasos, tem origem numa pequena muda que encontrei noa montanhas desmatadas nos arredores da cidade de Vassouras RJ. Numa caminhada matutina, quando me dei o direito de subir a montanha, a beira da estrada de terra em que passeava, junto a um descarregamento de refugos de alguma construção, ou demolição, meio arrancada da terra, percebi aquelas raízes tuberosas e esbranquiçadas. Pensei com os meus botões: ...é uma orquídea! Foi pensar e retirá-la do seu sofrimento. Ou alguém dúvida que se continuasse lá não teria perecido...logo uma máquina estaria retirando aquele entulho e adeus plantinha. De qualquer forma ela veio comigo e a mais de oito anos esta produzindo florações e mudas, tenho certeza que há gratidão nela...

Segundo a Wikipedia a Sacoila é um género botânico pertencente à família das orquídeas (Orchidaceae). Foi proposto por Rafinesque em Flora Telluriana 2: 86, em 1836, tipificado pela Sacoila lurida Raf., nome ilegal pois havia sido primeiro descrita como Neottia aphylla Hook., em 1828, ambas são sinônimos da anterior Sacoila lanceolata (Aubl.) Garay, publicada em 1775 como Limodorum lanceolatum Aubl. O nome vem do grego saccos, saco, e koilos, oco, em referência ao calcar formado pela base do labelo e sépalas laterais de suas flores.



A espécie tipo deste gênero é extremamente variável e diversas espécies novas têm sido descritas resultando em muitos sinônimos. Conforme consideremos ou não estas plantas como espécies válidas, Sacoila terá entre cinco e dez espécies.



São ervas terrestres de raízes carnosas, extremamente adaptáveis e assim fáceis de cultivar que habitam climas diversos preferencialmente campos abertos arenosos e rochosos, cerrado, florestas abertas e pastos, onde recebem bastante sol. Existem em todos os países americanos excetuados Canadá e Chile, até 2200 metros de altitude.

Distingue-se este gênero através de suas muitas flores que nascem em haste ereta, dotadas de nectário mentoso, tubulares, de sépalas eretas, calcar curto e cônico, e estigma formando até um ângulo de 45 graus em relação à abertura da flor. Suas diversas folhas formam uma roseta basal que começa a fenecer durante a floração; as flores são carnosas e moderadamente vistosas, de cores diversas, de palha a verde e vermelho.


terça-feira, 2 de setembro de 2014

BRASSAVOLA TUBERCULATA

Vaso com uma flor, neste momento lá em casa, em 31/08/2014. 

     Eis a flor em detalhe, esta orquídea quando consegue formar um grande número de flores fica realmente sensacional.
 
           Por enquanto, nesta espécie, somente a orquídea deste vaso floriu lá em casa, de forma inusitada, com este labelo muito bonito, mais uma pequena obra de arte da mãe natura. Ela é levemente perfumada. 
           Minhas mudas são gaúchas, aqui mesmo de perto, retiradas que foram de uma das árvores que foram ceifadas em derrubada de mata, quando em invasão de terras, a uns anos atras. 

Segundo a Wikipedia a Brassavola é um género botânico pertencente à família das orquídeas (Orchidaceae). Foi publicado por Robert Brown em Hortus Kewensis; The second edition 5: 216, em 1813. O nome deste gênero é uma homenagem ao italiano Antonio Musa Brassavola, professor de medicina em Ferrara. Sua espécie tipo é a Brassavola culullata, por R. Brown remanejada do gênero Epidendrum, ondeJohn Lindley a havia classificado em 1763.
Distribuição: Este gênero é composto por espécies epífitas, eventualmente rupícolas, de crescimento cespitoso, ou subcespitoso, ascendente ou pendente, ocorrendo da América Central e Caribe ao sul do Brasil.
Descrição: Apesar do gênero contar poucas espécies, estas são bastante difíceis de identificar. Conforme a referência que consultemos são citadas de doze a vinte espécies válidas, algumas consideradas válidas por uns, são consideradas sinônimos por outros. As espécies brasileiras, que se dividem em três grupos, com poucas exceções, são muito parecidas e suas flores praticamente iguais. A variação que se encontra é tão pequena que poderia ser considerada variação dentro de uma mesma espécie. Alguns dos critérios utilizados para separa-las são observar a morfologia vegetativa, seu tamanho, número de flores, e principalmente saber sua procedência. Enfim, os taxonomistas não concordam e não se chega a uma classificação confiável. Reduzimos aqui as espécies citadas às espécies válidas mais prováveis, mas algumas dessas podem ser sinônimos.
São por plantas de pseudobulbos cilíndricos quase imperceptíveis pois sua única folha constitui-se em um prolongamento roliço do mesmo e com ele se confunde, esta é mais ou menos longa e acuminada, ereta ou pendente. Da base das folhas, e mais curta que estas, brota a inflorescência com uma a muitas flores brancas, ou de tons pálidos de creme ou verde, de labelo branco com ou sem mancha amarela ou esverdeada junto à base, que abrem simultaneamente, algumas muito perfumadas durante o fim da tarde e início da noite, vagamente lembrando limão.
As flores têm pétalas e sépalas muito estreitas, lanceoladas ou falciformes, bastante acuminadas, em rega bem abertas e de formatos parecidos. O labelo destaca-se muito, é amplo, simples, levemente côncavo, em algumas espécies com extremidade acuminada, ou margens serrilhadas.
Preocupando-nos apenas com sua morfologia, podemos dividi-las em quatro grupos principais:

terça-feira, 26 de agosto de 2014

ACIANTHERA APHTHOSA

Identifiquei esta planta como sendo uma Acianthera Aphthosa. Florido nesta momento lá em casa. Em 23/08/2014.  


 Eis a flor, desta feita a fotografia conseguiu captar de forma exemplar a flor e suas nuances. Muito bonita, não é mesmo!


            Esta planta é unica aqui no meu orquidário, lembro como se fosse hoje, o dia em que a encontrei, lá pelos idos de 1999, em mata derrubada nas encostas das montanhas que cercam Nova Trento/SC. A coisa estava séria por lá, muita mata nativa era derrubada sem dó nem piedade.



           Era uma muda pequena que eclodira junto as raízes de um Catasetum. Quando a separei e replantei não tinha a mínima idéia da espécie em questão. Mas, como vêem, ela vingou, a primeira vez que floriu foi em 2008, de lá para cá, todos os anos vem me presenteando com suas pequenas e preciosas abordosadas inflorescências.  Não tem perfume...pena.  

              Só sei que são centenas de variedades dentro da espécie.


Segundo a Wikipedia a Acianthera aphthosa é uma espécie de orquídea (Orchidaceae) que existe no sul e sudeste do Brasil, além da ColômbiaEquador,PeruParaguai e Bolívia.1 Pertence à secção Sicaria, subseção Sicaria do gênero Acianthera, caracterizado plantas de crescimento cespitoso, com caules secundários, também chamados ramicaules, com a secção superior triangular, mais largos junto a folha que na base, inflorescência subséssil com poucas ou muitas flores, segmentos florais frequentemente espessos, ou levemente pubescentes ou papilosos, em um grupo composto por plantas mais fibrosas e resistentes, com ramicaule canaliculado, sem asas ou com asas estreitas, cuja folha não parece uma continuação do ramicaule, ou seja, a ligação entre os dois é clara. Esta espécie distingue-se das demais ser a única com ramicaule com asas estreitas, pouco comprimido no ápice; sépalas livres de interior liso; folha de base cuneada; labelo de margens convexas, espessas e obtusas com par de calos espessos; e sépalas apiculadas. Flores de cores muito variáveis, frequentemente escuras.

MAXILLARIA MADIDA

Eis um vaso de uma variedade da Maxillaria Madida, floridos uns quatro lá em casa, justo agora, em 23/08/2014. Neste, a folhagem ficou tão vigorosa, que as flores ficam escondidas no seu meio.

Não chega a ser uma micro, e expande uma cerosidade linda, como é possível ver no detalhe da flor abaixo.

Esta é uma variedade dentro da espécie que possui algumas variações, e existem bem poucos estudos para definir suas possíveis novas denominações.
Minhas plantas vieram de Minas Gerais, das montanhas de onde se extrai minério de ferro.
Quando estive em Igarapé, cidade que faz parte da região metropolitana de BH, a trabalho, escutei um ensurdecedor barulho de explosões. Fiquei sabendo que estavam derrubando praticamente toda uma montanha nos arredores. Como estava de moto, a tardinha fui visitar o local e constatei que centenas de orquídeas vinham sendo drasticamente arrasadas e perdidas. Falando com o gerente do campo de exploração, perguntei se não poderei salvar algumas mudas. Ele não só me autorizou retirar quantas quisesse, demarcando uma área, como liberou um termo para que eu pudesse levá~las comigo. E foi assim que muitas espécies vieram para o RS e ainda estão comigo.   

Outro vaso, com o mesmo padrão, florescendo mais tarde, agora, em 22/09/2014:
        Flor deste vaso em detalhe, realmente o mesmo padrão, Madida mesmo:

Quem sou eu

Minha foto
Sou Nedi Nelson, como profissional abraço a contabilidade e nesta me realiza a auditoria; como pessoa sempre sublimei ler e escrever, a poesia é lugar comum, hoje vivencio o romancear; como hobby e paixão descobri as orquídeas, o estudo, o cultivo e por fim o descortinar de suas florações..e eis que minha alma transcende o poetar. Viver o entreabrir de uma orquídia me é palco sensível para deixar fluir o poema. A idéia é criar três seções específicas, uma para partilhar a palavra escrita, seja por meio de poemas, contos ou romance, estejam publicados ou não, que venham a ser publicados ou não; outra para cultuar, via fotografias e textos, as minhas orquídeas; e outra para falar de minhas viagens, via fotografias e textos, seja quando a trabalho nos contextos da auditoria, em minhas folgas, seja especificamente a lazer .

Seguidores