Arquivo do blog

terça-feira, 19 de agosto de 2014

MAXILLARIA SPEGAZZINIANA

Esta Maxillaria Spegazziniana, um bela Micro, é filha única lá em casa.

Neste momento apresenta apenas a flor da foto, e mais um botão. A ocorrência desta pequena Micro vai desde o Rio Grande do Sul até a Argentina.
Minha planta foi coletada em derrubada de árvore a beira de um córrego, estava já caindo no leito do riacho, em propriedade nas cercanias de Vacaria RS.
Outras haviam no mesmo local, até hoje me arrependo por não ter salvo todas...Se bem que realocamos algumas mudas em árvore da mesma espécie, um tanto distante do riacho.


Na foto abaixo não consegui captar toda a expressividade da pequena micro. 

Para que tenhamos uma idéia melhor da beleza desta pequena planta peguei emprestada a foto abaixo, de postagem efetuada pelo fotógrafo abaixo identificado, de belíssima qualidade:  
Thièrs Wilberger



segunda-feira, 18 de agosto de 2014

DENDROBIUM NOBILE LISASIANO, naturalmente, um hibrido.

Florido lá em casa desde o dia 11/08/2014:


Vaso com as flores quase completamente abertas, ainda com alguns em botão, neste ano de 2014:

           Minha muda original foi adquirida em São Paulo, junto ao Mercado Público, na época, há uns oito anos, me encantou com suas cores, não resisti e ei-la aqui em casa produzindo flores e keikes (mudas que se formam no caule quando este para de produzir flores, ou por excesso de água). 

Segundo a Wikipedia o Noble Dendrobium, Dendrobium nobile, é um membro da família Orchidaceae . Tornou-se um popular planta da casa decorativo cultivada, porque produz flores coloridas no inverno e na primavera, numa época em que pouco mais é em flor. É também uma das 50 ervas fundamentais utilizados na medicina tradicional chinesa , conhecida como shí hú ( chinês : ) ou shí hú LAN ( chinês : å ° .) Dendrobium nobile é um dos membros mais difundidos ornamentais de família das orquídeas . Suas flores são variegadas de cor, sombreamento do branco ao rosa e roxo, e as muitas variedades cultivadas diferentes produzem diferentes flores de tamanho e cor.
Dendrobium nobile é uma planta nativa epífitas ou rupícolas para o sul da China (incluindo o Tibete ), o Himalaia ( Índia , Bangladesh , Assam , Nepal , Sikkim , Butão ) e Indochina ( Mianmar , Tailândia , Laos , Vietnã ). A espécie também teria naturalizada no Havaí. [9]
Dendrobium nobile ocorre em florestas de planície e montanha, muitas vezes cobertas de musgo em rochas calcárias. Ele tem folhas persistentes em forma de cinta, e floresce principalmente no inverno e primavera. Produz curto, 2-4 cachos floridos, perfumado, de cera, e altamente variável na cor, surgindo a partir dos nós superiores da bastões folheadas e sem folhas.

Dendrobium nobile é um sympodial orquídea que faz pseudobulbos . Quando o ciclo de vida da planta mãe termina produz pequenos deslocamentos, continuando a vida da planta. A nova fábrica, em seguida, passa pelo mesmo ciclo. A haste é erecto e durante o período de floração flores formar ao longo de todo o comprimento da haste. Esta semente contém é monocotiledônea que é formar uma única folha, e a planta tem raízes brancas finas que se ligam a uma outra planta ou objeto tornando-se uma epífita planta.

quinta-feira, 14 de agosto de 2014

COTIDIANO FACE 36

Cotidiano Face 36

Hoje, neste Cotidiano vou lhes contar uma história, na verdade trata-se de uma experiência relativamente macabra porque passei.  Sem exageros todavia, porque estou bem e até mais esperto e lúcido, pois sobrevivi, não é mesmo, afinal estou aqui lhes contando a história...

A foto abaixo é do cabideiro, só para dar uma idéia do quadro numa mente meio adormecida...

                                                                     *

Volto de viagem, quando chego em casa já é quase uma da manhã, e, confesso, estou absolutamente me sentindo esgotado fisicamente, pois além da viagem desgastante, vim de BH, encarando conexões demoradas, a semana foi bastante operosa.
Como sempre sou recebido com muita alegria pelos meus cães, mas desta vez a festa é bem pequena, logo me recolho e vou buscar a tão bem vinda cama caseira.
Jogo a mala num canto, a bolsa do note acima da escrivania, já no meu quarto, roupas são retiradas as pressas, um pijama buscado aleatoriamente, vestido quase sem percepção do que fazia, sem atentar a nadica de nada e caminha...antes mesmo de contar a terceira divã imaginária fui abençoado pelo sonífero apaziguador do sono.

Como pude verificar depois, ai pelas quatro da madrugada, fui acordado de repente, pelo alarido nervoso dos meus cães, algo ou alguém os estava  deixando muito irritados.
Em meu quarto, que fica no segundo piso da casa, existem duas portas, uma de persiana, toda fechada e outra com duas abas, com vidros, que dão para uma cobertura descoberta. Como a mesma é protegida por grades de ferro de boa espessura e muito resistentes, via de regra é desta forma que as mantenho. Percebem que a noite, de dentro do quarto, permaneço numa penumbra bem escura, mas com um visor bem iluminado para a parte de fora do imóvel. Seja pelo luar ou por luzes de lâmpadas que ficam acesas a noite, lá no pátio, aos fundos.

Casualmente no instante em que despertei eu estava dormindo sobre o ombro direito, portanto de frente para a porta e sua luminosidade...abri meus olhos e foi como se uma alucinação me paralisasse os sentidos, estanquei, silente e pasmo, sem acreditar no que via.

Entre minha cama e a luminosidade externa, a beira dela, um vulto de médio porte humano, com um chapéu na cabeça, parecendo estar meio encurvado, me observava em silêncio. Estático.

E os cães lá embaixo, latindo nervosamente...

Minha primeira reação foi sentir meu coração explodir em batidas frementes e descompassadas, em meu corpo uma rigidez tomou conta e me prendeu sob as algemas do medo e de um horror que eu jamais havia concebido pudesse sentir em minha vida. Senti-me absolutamente refém da situação. Pois o vulto permanecia ali, ainda estático, como se dono inquestionável da situação.

Eu confesso, não conseguia me mexer, apenas encarava o vulto e meu coração, bum, bum, bum, bum, bum...

Sou um cara relativamente forte, de posse de boa agilidade, mas não consegui atinar pensar com clareza, penso eu, durante um minuto, mais ou menos, e, olha, existem momentos, como comprovei,  que isso é tempo demais... 
 E o vulto ali, ainda me encarando!

Então, numa lentidão pasma, minha mente aflorou e me informou:

- Hei, tu tens uma pistola ai ao lado, dependurada no abajur ao lado da cama.

Ao entender a mensagem, muito vagarosamente, comecei a distender meu braço esquerdo que estava sob as coberta, em direção a pistola. Põe lentamente nisso...

Ela fica num coldre de se usar abaixo do braço, logo é destravar a presilha que a prende e ela cai na sua mão, foi o que fiz quando consegui empalmá-la. De presto a arma caiu na minha mão, empunhá-la foi questão de costume, rápido.

Então, tudo aconteceu muito rápido, dei um salto para os pés da cama, tendo jogado as cobertas na direção do vulto, que pareceu sentir a ação, pois se moveu, cai meio ajoelhado no piso do quarto, com a pistola já sendo engatilhada e mirando o peito que parecia se avolumar a minha frente.

Primeiro instante, fiquei ali, mira em riste, possesso.
Segundo instante, uma imagem surreal acabara de se formar a minha frente, e em mim uma risada nervosa se transformou numa gargalhada tresloucada.

Eu quase acabara de atirar no meu cabideiro de chão, pior, quase tivera um infarto ou me borrara por causa de um cabideiro. Um cabideiro de três andares, tomado de mantas e cintas nos dois cabides inferiores e laterais, com chapéus nos superiores laterais e no da  parte alta central.  Imaginem a forma, imaginem o vulto contra a luz exterior num quarto as escuras.

Culpada, minha secretaria que, na limpeza de fim de semana, o trocara de lugar, tirando-o do seu lugar usual, junto a parede que fica na continuidade da porta envidraçada, e, portanto, longe de formar imagens surreais. E eu não o percebera.

Fica a lição, ou o reaprendizado, somos produto de medos ancestrais,medulares, em nossa imaginação, de um nada podemos criar horrores.

Eis uma história em que a imaginação alterou uma realidade trivial, na percepção de uma mente embebida de sono, ou, seria, apenas imaginação de uma mente criativa.

---vai saber!

Erechim/RS, 13 de agosto de 2014.



terça-feira, 12 de agosto de 2014

RODRIGUEZIA OBTUSIFOLIA

Com flores ainda em botão esta pequena joia esta dando um espetáculo lá em casa.

Nesta foto dá para se ter uma idéia precisa de como a planta cresce, longos racimos e inúmeras raizes, que utiliza para se fixar em seus hospedeiros, adora as laranjeiras e assemelhadas.

A flor em si, delicada e levemente perfumada pela manhã, EU realmente curto esta espécie.

Possuo apenas duas plantas desta espécie, e são cuidadas com muito carinho, adquiri uma muda a beira de estrada, rodovia que liga São José dos Campos para as praias, nas mãos de mateiro, buscando sua sobrevivência. Já consegui separá-la e hoje são duas plantas.
Existe muita pouca informação a respeito desta orquídea, mas ainda estou buscando a respeito. Tão logo as consigo, irei repassar aqui.

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

COTIDIANO FACE 35


Sou uma ilha
Cercado de ontens por todos os lados,
De tal forma que em mim se espraiam ondas repletas  de saudades intermitentes...
Exasperantes, por vezes,
Cativas de mim mesmo, por vezes...

Como toda ilha meus costados também são rochosos,
Neles explodem ondas musicais
Cantando amores como que emoldurados em memória de mim mesmo.
Ainda que pareçam dejá vu de vidas por mim não vividas.

Partimos todos nós, um dia, ou ficamos para traz, de uma forma ou de outra,
Como ilha não me é permitido deixar a mim mesmo,
Portanto sobrevivo apesar das perdas e dos ganhos,
Em contrassenso me permito saborear em devaneios o que já vivi!

...quimeras.

Não nasci para me contentar com memórias,
Ainda que ilha, em meus horizontes outras ilhas me transmitem sinais,
Pois somos um arquipélago de corpos vivos
Que aspiram se comunicar.

Tão simples e tão complexo,
Permitir-se construir uma ponte,
Tão perto e tão longe,
Permitir-se beber do encantamento em que serias fonte!




Gaspar/SC, 04 de agosto de 2014.

sexta-feira, 4 de julho de 2014

OCTOMERIA FASCICULATA

Vaso com as flores em botão:


Vaso com as flores já abertas:
Vaso com as flores entreabertas, com maior claridade:

OCTOMERIA FASCICULATA, florida neste exato momento lá em casa, neste ano praticamente todos os seus ramos eclodiram muitas flores, resultando numa explosão de pequenas micros, que formam a bela imagem acima.
Minhas mudas são aqui de pertinho, todas as duas encontradas junto a muitas outras numa arvore tomada por elas, na Serra do Mar, nas encostas do Vale Vênito, perto de Santa Maria RS.

Segundo a Wikipédia a Octomeria é um género botânico pertencente à família das orquídeas (Orchidaceae). O gênero Octomeria foi proposto pelo botânico inglês Robert Brown em Hortus Kewensis;The second edition 5: 211, em 1813, baseando sua descrição na espécie anteriormente descrita por Lineu como Epidendrum graminifolium que então passou a chamar-se Octomeria graminifolia.

Descrição:  São plantas dotadas de rizoma curto e de caules normalmente finos que não formam pseudobulbos, também chamados ramicaules, encimados por uma única folha grande ou pequena, teretiforme ou plana, geralmente coriácea. Poucas espécies apresentam caules curtíssimos e folhas carnosas como as que encontramos em Pleurothallis leptotifolia. A inflorescência é muito curta, brota do ápice do ramicaule, quase sempre com muitas flores solitárias em fasciculos, raramente poucas ou apenas uma, em regra de tons esmaecidos de amarelo, algumas espécies são muito perfumadas. Costumam florescer abundantemente mesmo nos caules antigos, durante anos a fio. Conforme o tipo de folhas, planas ou roliças, são divididas em duas principais seções.
As flores com pétalas e sépalas largas, livres e iguais, porém em poucas espécies as sépalas laterais podem apresentar-se parcialmente ou totalmente concrescidas e as pétalas então menores. O labelo, pendurado no pé da coluna, quase sempre curto, largo, lobado ou inteiro, com extremidade ou margem obtusa ou serrilhada, não raro com um par de carenas mais ou menos na metade de seu comprimento. Como já mencionamos, têm oito polínias iguais.
Algumas espécies de Octomeria são muito similares a espécies incluídas nos gêneros Myoxanthus e Anathallis, dos quais são diferenciadas principalmente pelo número de políneas, pela inflorescência monanta e ausência de pilosidades na base do ramicaule.

Histórico: Até o presente momento nenhum livro ou estudo foi publicado fazendo uma revisão completa deste gênero. Ao estudar as espécies de Octomeria, de modo geral, todos tem que consultar as publicações originais. Assim muitas dúvidas existem pois algumas das descrições mais antigas fornecem dados insuficientes para a identificação das espécies e enem sempre as descrições são facilmente encontradas para serem comparadas. Um indicador da necessidade de revisão, se considerarmos o quão antigas algumas delas são e a dificuldade da troca de informações na época em que foram descritas, é a pequena quantidade de sinônimos existentes para cada espécie.


 



ENCYCLIA ADORATISSIMA

 
Esta é uma Encyclia Adoratissima, uma singela criação da mãe natura, elegante no porte enquanto planta, com flores em formato bem típico das orquídeas, e exala um perfume bem gostoso, ainda que um pouco adocicado.
 
Minha muda é proveniente da derrubada de matas nas proximidades de Nova Trento SC, lá nos idos do ano 2000.
 
Segundo a Wikipédia a Encyclia odoratissima é uma epífita da Serra do Mar com pseudobulbos ovóides alongados, de 5 centímetros de altura e folhas estreitas e coriáceas com quilha na sua parte central e com 30 centímetros de comprimento. Inflorescências eretas e ramificadas com até 50 centímetros de diâmetro,com pétalas e sépalas oblongo-espatuladas de cor esverdeada. Labelo trilobado, amarelado e reticulado de vermelho, lóbulo central largo e franjado nas suas margens. Os lóbulos laterais são alongados e menores que o lóbulo central. Suas flores exalam delicioso perfume e floresce no verão ( a minha esta florida neste exato momento, talvez por consequência do veranico de maio).
 
 


quinta-feira, 26 de junho de 2014

ISABELIA PULCHELLA

      PLANTA IDENTIFICADA: Nº 0244  

      Esta pequena jóia da natureza, uma graça em forma e cor, anteriormente não identificada, consegui identificar como sendo uma Isabelia Pulchella.
  
    Na foto abaixo podemos acompanhar seu desenvolvimento.


   O vaso visto por inteiro para se ter uma melhor ideia da decoração projetada.


Esta pequena jóia da natureza, uma graça em forma e cor, anteriormente não identificada, consegui identificar como sendo uma Isabelia Puclhella, evidente, se trata de uma Micro e é Gaúcha a sua origem, foi encontrada bem pertinho em uma velha Nogueira. 
    
    Já pude averiguar que ela se propaga com rapidez, existem muitos exemplares, inclusive dentro da cidade de Porto Alegre, até mesmo nas grandes árvores existentes lá no Jardim Botânico. Por ser muito florífera, quando em flor, é bastante fácil percebe-la na natureza.

Minha capacidade como fotografo foi reprovada, necessito urgente de uma máquina com maior capacidade na hora de captar toda beleza e nuances das micros.

 Segundo a Wikipedia a Isabelia é um género botânico pertencente à família das orquídeas (Orchidaceae). Foi proposto pelo Botânico João Barbosa Rodrigues em Genera et Species Orchidearum Novarum 1: 75, em 1877, quando descreveu a Isabelia virginalis, sua espécie tipo. São pequenas plantas epífitas originárias do sudeste e sul brasileiros, de porte e com hábitos parecidos aos de Sophronitis e Constantia.
        O nome deste gênero é uma homenagem à princesa Isabel, regente do Império do Brasil.. A rigor, o nome deveria ter sido "Elisabethia", derivando do nome latinizado da princesa: "Elisabeth Princeps".
Como cada uma das três espécies constituía um gênero a parte, todas possuem suas particularidades, no entanto todas apresentam pseudobulbos monofoliados com folhaslineares, inflorescência solitária ou pauciflora, de flores com papo ovariano externamente visível, formado pelo pé da coluna ligado à base do labelo.
      Quanto a descrição o  gênero anteriormente conhecido como Neolauchea, do qual a única representante hoje é chamada Isabelia pulchella, tem rizomaalongado e pseudobulbos monofoliados, muito espaçados, com uma só folha muito longa e estreita, muito acanoada, que à primeira vista parece ser semiterete.
       O gênero anteriormente conhecido como Sophronitella, do qual a única representante hoje é chamada Isabelia violacea, é mais robusto que as outras espécies, com rizoma mais curto, pseudobulbos muito mais robustos, com uma folha coriácea, quase plana alongada. Esta espécie é a única apresenta mais de uma flor por inflorescência, até três.
       O gênero anteriormente conhecido como Isabelia, do qual a única representante era a Isabelia virginalis, apresenta com rizoma curto e rasteiro com pseudobulbos de folhasaciculares Baínhas, guarnecidos por Baínhas formadas por uma trama de fibras frouxamente entrelaçadas como se estivessem embrulhados em um tecido de juta.
        Existe um híbrido natural de Isabelia pulchella com Isabelia violacea, que antes da alteração de gêneros era conhecido como Isanitella x pabstii e com a unificação passou a se chamar Isabelia x pabstii.
        Como minhas fotos não expressam com muita precisão a flor e suas formas, peguei emprestada a foto abaixo, lá do mesmo site.
BIFRENARIA AUREOFULVA

 
 
Minhas fotos não estão reproduzindo as cores vivas desta orquídea, de um alaranjado brilhante, com muita vida, mas ei-las a enfeitar minha casa, para meu deleite.
 
Possuo apenas três exemplares, todos eles provenientes lá da derrubada de mata nas proximidades de Nova Trento, lá no ido ano de 2000.
 
Segundo a Wikipédia a Bifrenaria aureofulva é uma espécie de orquídea epífita de crescimento cespitoso que existe do Rio Grande do Sul a Bahia e Minas Gerais, no Brasil,[1] onde habita florestas úmidas.
Pertence ao grupo das Bifrenaria pequenas, classificadas ocasionalmente nos gêneros Adipe ou Stenocoryne.
É a espécie mais comum e também a mais fácil de reconhecer por suas flores alaranjadas, de tons claros até o mais comum muito intenso, praticamente sem manchas de outras cores, exceto ocasionais listas nas pétalas e sépalas ou pequenas pintas mais escuras no centro do labelo e também por suas flores estreitas que quase não se abrem. 
 

terça-feira, 24 de junho de 2014

MAXILLARIA RUPESTRIS

Vasos em flor... 






Detalhamento das flores, que são de um amarelo claro, com poucas pintas avermelhadas na parte externa da pétalas, sendo branco o labelo.


Minhas mudas são todas elas originárias de uma touceira encontrada na serra do mar, em derrubada de mata efetuada junto a rodovia que liga Brusque a Nova Trento, lá em Santa Catarina, no ido ano de 2000. Aliás, muitas das minhas orquídeas nativas, quando da serra do mar e região sul, tiveram sua origem nesta derrubada de mata, de grande extensão, pois constatei e recolhi dezenas de espécies naquele local. 

Algumas variedades de Maxillarias são muito assemelhadas, de alguma forma todas elas "parecem" ter origem na PICTA, de cores mais quentes e expressivas.

Segundo a Wikipédia, atualmente intitulada Brasiliorchis, se trata de uma espécie botânica, originária do Brasil e Argentina, pertencente à família das orquídeas (Orchidaceae). Trata-se de espécie muito variável, com morfologias diversas, que foram descritas com muitos nomes diferentes ao longo dos anos. Na realidade trata-se de um grupo de espécies de difícil separação modernamente consideradas mais como um complexo de espécies. Até recentemente eram classificadas no gênero Maxillaria, e é desta forma que ainda prefiro sua identificação. 

Possuo  inúmeras mudas e estou sempre disposto a efetuar trocas, basta me contatar.



LARANJA DA BAHIA

LARANJA DA BAHIA, BAIANA ou, como a chamamos aqui no Rio Grande, de UMBIGO.



Este pé de laranja chegou as minhas mãos como um presente, estava em um vaso junto a uma sacada de apartamento, e minha filha Patrícia, sentindo que sofria por falta de espaço para suas raízes, passou-a as minhas mãos. Plantada que foi em terra fértil, adaptou-se e já começa a produzir frutos, e, SURPRESA, trata-se da espécie de UMBIGO, como prefiro denominar.

Quem já não comeu, gomo a gomo, uma laranja de Umbigo, lagarteando ao sol, num dia de frio de renguear cusco, saboreando sua maravilhosa doçura, não sabe o que esta perdendo. É uma das experiências que qualquer ser humano um dia deveria curtir em compassada volúpia, pois dá-nos a medida extrema de um prazer para lá de simples e ao mesmo tempo, soberbo!

Segundo a Wikipédia é originária da Bahia, esta variedade não possui sementes e sua casca é grossa, de um laranja forte é fácil de retirar. Sua polpa é consistente, granulada e de um alaranjado vivo.[1] [2] É uma laranja grande, com uma protuberância ou cavidade carnuda no lado oposto à hate, a que deve seu apelido de laranja-de-umbigo.[3] Este "umbigo" é na verdade uma segunda laranja que nasce
nesta extremidade, mas não se desenvolve completamente.[4]
Os pés de laranja-da-baía têm grande porte. Suas copas de folhas verde escuras e grandes, são arredondadas e com muita folhagem. Podem produzir de 150 a 250 kg de laranjas por árvore. Seus frutos maturam geralmente entre abril e junho, com pico em maio.

História:
A laranja-da-baía é provavelmente uma mutação natural que teria ocorrido na Bahia, por volta de 1800.[2] Acredita-se que tenha se originado da laranja-seleta.[1]
Suas mudas passaram a ser disputadas. Mudas foram enviadas pelos serviços diplomátidos dos Estados Unidos pra Riverside, na Califórnia. Daí saíram as mudas que se espalharam não só pelos EUA, mas pelo mundo, agora chamadas de Washington Navel.   

terça-feira, 10 de junho de 2014

PARQUE NACIONAL DA SERRA DA CAPIVARA


PARQUE NACIONAL DA SERRA DA CAPIVARA, nas cercanias da cidade de São Raimundo Nonato PI - uma viagem ao passado!


Esta viagem ocorreu em setembro de 2012, além da montanha curtida e desgastada de chuva e sol, na erosão dos tempos, foi como viajar num túnel do tempo, vendo as pinturas rupestres incrustradas nas paredes de arenito.

Na foto abaixo uma parte da montanha e claro, o ator principal desta viagem...EU!

Na sequência curtam algumas fotos dos desenhos rupestres que encontrei na montanha, são absolutamente sensacionais e denotam que os índios que habitavam o local no longínquo passado eram artistas de primeira grandeza...souberam traduzir de forma magnífica as suas fragilidades e urgências.





E para finalizar uma outra imagem da montanha.








CAFERANA (BUNCHOSIA ARMENIACA) ou FALSO GUARANÁ

Caferana (Bunchosia Armeniaca), ou Falso Guaraná.

Esta frutífera está produzindo frutos lá no meu pomar, as sementes foram trazidas de Alta Floresta-PE, ganhei como se sendo Guaraná, porém não é, como pude comprovar por fotos, e por informações de parceiros no Face, trata-se da Caferana, também conhecida por Falso Guaraná.


As flores são extremamente visitadas por abelhas e vespas melíferas, também os colibris as adoram.


Os frutos quando maduros ficam bem vermelhos, só então devem ser colhidos, trata-se de visualização diária, porque senão passam do ponto e você os perde.



Na santa curiosidade que Deus me deu, estou sempre procurando novos sabores para os meus licorizados, e, informo para vocês, a frutinha acabou por se revelar uma essência maravilhosa.


Já possuo diversas mudas e selecionei sementes, quem se interessar, me contate.


MANDACARU (CEREUS JAMACARU) ou CARDEIRO


Fotos do Mandacaru em sua segunda floração, neste mês de março 15, seriam três, mas uma abortou, e não foi desta vez que a flor se fez fruto.

 Nesta foto uma das flores já aberta, outra por abrir.

Mandacaru e sua primeira floração!

Flor Maravilhosa, consegui efetuar uma sementeira de fruta colhida no Maranhão, Bacabal, e hoje tenho dois pés com uma primeira floração, sem segurar o fruto, lá no alto Viamão RS.

Em viagem efetuada a Bacabal MA, para trabalho junto a Província Franciscana Nsa Sra Assunção, na sede da Entidade, consegui a fruta acima, é o Figo do Mandacaru.

Segundo a Wikipédia, o Mandacaru (Cereus jamacaru), também conhecido como cardeiro, é uma planta da família das cactáceas. É comum no nordeste brasileiro, atinge até mais de 5 metros de altura.

Existe uma variedade sem espinhos, usada na alimentação de animais. A variedade comum é altamente espinhenta e também é usada na alimentação de animais, quando seus espinhos são queimados ou cortados. O mandacaru resiste a secas, mesmo das mais fortes.
As flores desta espécie de cactos são brancas, muito bonitas e medem aproximadamente 30 cm de comprimento. Os botões das flores geralmente aparecem no meio da primavera e cada flor dura apenas um período noturno, ou seja, desabrocham ao anoitecer e ao amanhecer já começam a murchar. Seu fruto tem uma cor violeta forte. A polpa é branca com sementes pretas minúsculas, e é muito saborosa, servindo de alimento para diversas aves típicas da caatinga, como a gralha-cancã e o periquito-da-caatinga.

Quem sou eu

Minha foto
Sou Nedi Nelson, como profissional abraço a contabilidade e nesta me realiza a auditoria; como pessoa sempre sublimei ler e escrever, a poesia é lugar comum, hoje vivencio o romancear; como hobby e paixão descobri as orquídeas, o estudo, o cultivo e por fim o descortinar de suas florações..e eis que minha alma transcende o poetar. Viver o entreabrir de uma orquídia me é palco sensível para deixar fluir o poema. A idéia é criar três seções específicas, uma para partilhar a palavra escrita, seja por meio de poemas, contos ou romance, estejam publicados ou não, que venham a ser publicados ou não; outra para cultuar, via fotografias e textos, as minhas orquídeas; e outra para falar de minhas viagens, via fotografias e textos, seja quando a trabalho nos contextos da auditoria, em minhas folgas, seja especificamente a lazer .

Seguidores