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sábado, 25 de outubro de 2014

MORANGO

         Para quem pensa que cultivar Morango, da variedade vermelha, é tarefa difícil e complicada, informo que a planta tem poucas exigências, ou seja, terra boa, umidade constante e muito sol. Afora isso, sempre que possível, após o anoitecer, de uma a duas horas depois, tomar de mão uma lanterna com bom foco e ir catar e eliminar os caracóis e lesmas que adoram se deliciar nos frutos. Nada de agrotóxico, ou lesmóis, me proíbo de utilizar hormonios ou inseticidas, quero degustar frutos sadios. 

            Minha cultura é feita em vasos e tem demonstrado um ótimo resultado, basta ver os vasos abaixo.



        É possível observar morangos já maduros, prontos para a colheita, frutas verdes em crescimento e muitas flores por fomentar futuros frutos.
          Como possuo uns trinta vasos deste porte e quase todos nestas condições já sabem que na época de produção morango é que não falta aqui no alto Viamão RS, em minha casa.
          Quem não sabe a forma de degustá-los! Seja ao natural, embebidos no açúcar, com chocolate, em chimías e também, um descoberta recente, ao menos para mim, dá para fazer um ótimo licorizado, que acaba por conter uma execente quetura, portanto propício para os dias frios. 
        
         Segundo a Wikipedia o Morango (Fragaria) é considerado, na linguagem vulgar, como o fruto vermelho do morangueiro, da família das rosáceas. No entanto, em termos científicos não se pode considerar um fruto já que é constituído pelo receptáculo da flor original (composta), em volta do qual se dispõem os frutos (as sementes são visíveis sob a forma de grainhas)
         O morango jardim foi criado pela primeira vez na Bretanha, no noroeste da França, na década de 1750 por meio de um cruzamento deFragaria virginiana do leste da América do Norte com a variedade Fragaria chiloensis, que fora trazida do Chile por Amédée-François Frézier em 1714. 
         Tecnicamente, o morango é um fruto acessório agregado, o que significa que a parte carnuda deriva não do ovário da planta, mas dareceptáculo que sustenta os ovários.

          Nesta pesquisa acabei por descobrir a existência de um morango branco, bom estou procurando onde encontrar mudas.




quinta-feira, 23 de outubro de 2014

DENDROBIUM LODDIGESII

         PLANTA IDENTIFICADA: Nº 0236

     Mais uma asiática desfilando suas cores lá no orquidário, a lindíssima Dendrobium Loddigesii, muito florífera. Minhas mudas, de duas adquiridas em 2005 lá no Mercado Público em São Paulo, capital, se transformaram em mais de 12 vasos, tal como o da foto, onde se pode observar as novas mudas, já prontas para transplante.

     Tudo indica que o frio faz com esta planta melhore a quantidade de flores, basta observar a diferença da floração deste ano, agora em outubro/2014, do vaso abaixo, cujo inverno aqui no Rio Grande foi bastante ameno, com a do mesmo vaso, em 2010, quando fez muito frio, logo a abaixo.

       
     Deste ano, 2014, um outro vaso.

          Floração de 2010.

           Três flores em detalhe.
       Segundo a Wikipedia Internacional o Dendrobium  Loddigesii  é uma miniatura de pequeno porte, quente ao frio crescente epífita , litófita ou orquídea terrestre que vem e Laos , Vietnã e China . Pode ser encontrada nos úmido, coberto de musgo, misturado e florestas de coníferas em altitudes de 1000-1500 metros, em áreas com inverno seco e uma primavera chuvosa e verão. A planta tem adornado, pingente, subterete, estriado, branco com bainha de várias hastes, levando suplentes, carnosas, oblongo, folhas agudas. Plicatol B é um fenantreno que pode ser isolado a partir da orquídea. 

            E, finalmente, uma das flores em detalhe.

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

ONCIDIUM OTTONIS

          PLANTA IDENTIFICADA: Nº 0054

        No meu ponto de vista existem duas variedades dentro do Oncidium Ottonis, aquele com cacho com muitas flores, tipo chuva de ouro e este, dos quais possuo alguns exemplares, via de regra com uma flor para no máximo quatro flores por haste floral. Minhas plantas, todas elas, são de uma derrubada de mata, nas proximidades de Veranópolis RS, na serra gaúcha. 

           É uma planta de difícil cultivo, não perdi nenhuma muda, mas tenho constatado que seus bolbos tem diminuído de tamanho, esta faltando algo para as plantas se desenvolverem em plenitude. É observar mais e mudar, talvez, a forma de cultivá-las.

           Abaixo uma das plantas, com uma única flor.

         Já a planta, do vaso abaixo, esta com duas flores. 

      Oncidium é um gênero de orquídeas largamente distribuídas do México ao sul da América do Sul. Chuva-de-ouro é um dos nomes popularmente utilizados no Brasil para designar um grande grupo de espécies de orquídeas, outrora pertencentes ao gênero e diversos outros gêneros de flores semelhantes. A principal característica deste gênero é a presença de um calo situado na base do labelo da flor. As flores dos Oncidium, no entanto, podem ser amarelas, marrons, verdes, alaranjadas, brancas, róseas e não raramente tigradas. Outra característica presente em grande parte das espécies é que as pétalas e sépalas são bastante pequenas em relação ao labelo. Na maioria epífitas, seus pseudobulbos em grande parte das espécies são ovalados e achatados. Muito utilizados como flor-de-corte.

BIFRENARIA HARRISONIAE RUBRA

          PLANTA IDENTIFICADA: Nº 0132    

         É tempo das Bifrenárias, no caso, da bela e perfumada BIFRENÁRIA HARRISONIAE RUBRA, das quais possuo uma cinco plantas, todas com origem das proximidades de Angelina SC, em derrubada de mata para extração de lenha, lá pelo ido ano de 2004, e, muitas estão por florescer.
           Na foto abaixo, um dos vasos.

             A flor em detalhe.

Segundo a Wikipedia a Bifrenaria é um género botânico de orquídeas, ou seja, pertencente à família Orchidaceæ, composto por cerca de vinte espécies originárias da América do Sul. Algumas de suas espécies são muito difundidas e bastante cultivadas pelos orquidófilos, principalmente pela abundância de suas vistosas flores que, por sua constituição espessa e disposição na inflorescência, à primeira vista podem ser tomadas por plantas artificiais feitas em cera. As Bifrenaria são cultivadas apenas por colecionadores de orquídeas e institutos de pesquisa botânica, pois não existem utilidades conhecidas para suas espécies a não ser uso o ornamental.
Apesar de agrupar poucas espécies, existem dois grupos de plantas claramente distintas classificadas em Bifrenaria, um grupo de plantas muito robustas e flores grandes, que é o grupo mais antigo de espécies classificadas com este nome; outro de plantas mais delicadas e flores pequenas ocasionalmente denominadas Stenocoryne ou Adipe; além de duas outras espécies que neste gênero encontram-se normalmente classificadas mas que análises moleculares indicam pertencer a grupos diferentes. São elas a Bifrenaria grandis, endêmica da Bolívia, que muitos classificam como Lacaena grandis,2 e a Bifrenaria steyermarkii, do norte da Amazônia,3 a qual ainda não apresenta alternativa de classificação.

Quanto a etimologia o nome deste gênero (Bif.) origina-se do Latimbi (dois); e frenum freio ou tira; referindo-se aos dois talos parecidos com tiras, estipesque unem as polínias e o viscídio. Esta característica as distingue do gênero MaxillariaAs Bifrenarias existem desde o norte da América do Sul, uma espécie também em Trinidad, até o Rio Grande do Sul, no entanto divididas por duas áreas isoladas: a Floresta Amazônica, e a região da Mata Atlântica do Brasil. Esta última, onde dezessete espécies se fazem presentes, pode ser considerada seu centro de dispersão recente. A área montanhosa dos estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo é particularmente rica, com quinze espécies registradas. A Serra dos Órgãos no Estado do Rio de Janeiro é referenciada como habitat de catorze das Bifrenaria.  No entanto sabemos hoje que algumas destas espécies são sinônimas, sendo mais provável que ali estejam cerca de onze espécies. As espécies de flores grandes são mais comuns na região sudeste do Brasil, contudo, existem desde as áreas mais iluminadas do litoral até áreas montanhosas bem iluminadas dos estados de Minas Gerais e Bahia, desde quase o nível do mar até cerca de 2.000 metros de altitude, algumas espécies atingindo até o Rio Grande do Sul. Não há espécies deste grupo na Amazônia. Algumas espécies vivem apoiadas diretamente nas pedras do Pão de Açúcar no Rio de Janeiro as quais podem ser observadas pelos passageiros que pegam o bondinho. Os centros recentes de irradiação deste grupo são a zona litorânea da Serra do Mar e as altas serras de Minas Gerais. A espécie mais comum deste grupo, dispersa desde o Rio Grande do Sul até a Bahia, é a B. HarrisoniaeAs espécies menores, do grupo Adipe, são mais comuns em áreas menos iluminadas e mais úmidas, podendo ser encontradas de 300 até cerca de 1.600 metros de altitude. Seis espécies são nativas das montanhas da Serra do Mar e seus braços, local considerado o centro de dispersão das espécies pequenas. Apenas três espécies habitam a Amazônia, a Bifrenaria venezuelanaB. longicornis e a B. steyermarkii, nenhuma delas em altitudes acima de 1.450 metros, apesar de serem muito mais comuns em baixas altitudes. A espécie mais comum é a B. aureofulva, no entanto, pela conformação geográfica do território que habita, a B. longicornis é a espécie espalhada por maior área, atingindo a ColômbiaVenezuelaPeruSurinameGuianas, Trinidad e toda a área amazônica do Brasil. Duas espécies parecem ser endêmicas de áreas bastante restritas: a B. silvana que foi descoberta em 1987 na Serra da Ouricana perto de Itororó, na Bahia e faz parte do grupo das espécies pequenas; e a B. verboonenii, descoberta em setembro de 1995 na Serra do Cipó, próximo a Diamantina, em Minas Gerais, do grupo das grandes. Quanto ao cultivo, depois de aclimatadas as Bifrenaria são plantas razoavelmente fáceis de cultivar, devem ser plantadas preferencialmente em vasos de barro sobre substrato de fibras vegetais muito bem drenadas, pois suas raízes e pseudobulbos apodrecem com facilidade se mantidos úmidas por muito tempo. Conforme mencionado acima, e em acordo com a origem de cada espécie, três são os ambientes necessários para cultivar estas plantas com sucesso. As espécies grandes necessitam de mais luz que as restantes. As espécies pequenas, do sudeste do Brasil, devem ser cultivadas na mesma temperatura média das grandes, porém submetidas a 10 a 20% menos luminosidade. As espécies da Amazônia precisam de temperatura e umidade maiores e mais constantes que as outras. Todas as espécies devem ser regadas e adubadas com maior frequência durante seu período de crescimento.

terça-feira, 21 de outubro de 2014

SOBRALIA MACRANTHA

         PLANTA IDENTIFICADA: Nº 0237

        Mais uma terrestre lá no alto Viamão RS, dando o ar de sua graça e me deixando muito alegre, pois eu ganhei uma muda desta orquídea, três caules enraizados que se transformaram no belo vaso abaixo fotografado, nestes últimos oito anos, em que demorou para florir. É uma das maiores orquídeas existentes.

E a foto da flor em detalhe.

    E mais o labelo, em detalhe.

       Segundo a Wikipedia internacional a Sobralia é um género atribuído a 125 espécies de orquídeas, da tribo Epidendreae pertencentes à família ( Orchidaceae ).
        O gênero foi nomeado em homenagem ao botânico espanhol Francisco Sobral .
         É nativa da América tropical região do México e América do Sul.
      Trata-se de uma planta terrestre ou epífita com folhas bilobada florescendo em uma única inflorescência . Tem o caule avermelhado criação com inflorescência de seu ápice com 1 ou 2 flores têm vida muito curta. O gênero é caracterizado por grande parte terrestre e têm caule avermelhado, com folhas maiores do que o tronco. Eles têm oito polínias .

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

BLC POKAI TANGERINE

        PLANTA IDENTIFICADA: N0229

         Planta nova aqui no alto Viamão RS, recém adquirida e, por se tratar de uma primeira floração, e depois de ter encarado uma viagem fechada numa caixa durante uns três dias, até que ela se apresenta com bastante garbosidade. Eu me encanto com esta combinação de cores. 

      Trata-se de uma criação do homem, efetuada por cruzamento da Cattlianthe (Lc) Chicanery X Rhyncholaeliocattleya (Blc) Waikiki Gold por Miyamoto em 1985.   

Eis uma foto atual, outubro/2014.

         E uma de suas flores, em detalhe.

    Vai dar um certo cuidado, pois gosta de temperatura moderada a quente, deverei protegê-la nos invernos da vida aqui no alto Viamão RS, nada que seja impossível. 

ONCIDIUM FLEXUOSUM

         PLANTA IDENTIFICADA: Nº 0056

         Este ano, cá em casa, no alto Viamão RS, a floração dos Oncidiuns começaram pelo Longipes, agora quem começa a dar o ar da graça são os Oncidiuns Flexuosuns, com suas chuvas de ouro, como são chamados.
         A origem das minhas plantas é bastante diversa, podem ser aqui do Rio Grande, de Santa Catarina e São Paulo, todas elas retiradas de derrubadas de matas, nas minhas caminhadas Brasil a fora, quando a trabalho.
         Já que nos fins de semana, eu e minha moto saiamos catando estas derrubadas, e, após autorização, recolhíamos qualquer orquídea que encontrávamos.  
          Abaixo, a primeira floração deste ano, outras surgirão, maiores, e mais compactas e aparecerão por aqui, com certeza.

      Abaixo, uma das flores em detalhe.

       Segundo a Wikipedia o  Oncidium flexuosum , também chamado de “dama dançante” por causa de seu labelo que se assemelha a uma bailarina, é uma espécie de orquídeas da subfamília Epidendroideae da família das Orquidáceas.
       Quanto a sua Etimologia o termo "flexuosum" vem do latim e significa flexível. Por suas hastes florais flexíveis e com hábitos trepadores, se enroscam em qualquer suporte ou tutor.
     Quanto a descrição o Oncidium flexuosum é uma orquídea epífita com pseudobulbos ovais bastante achatados lateralmente que saem apicalmente folhas coriáceas estreitas oblongo linguladas. Da base do pseudobulbo emerge uma haste floral de numerosas flores de 2 cm de diâmetro. Possuem numerosos ramos florais paniculados com numerosas flores amarelas intensas por ramificação ou racimo. As ramificações florais são muito flexíveis, que trepam e se agarram a suportes como um tutor.

      Para cultivá-lo atentar que tem preferência por ar úmido, com muita claridade ou com sombra moderada. Pode-se pôr no exterior como os Cymbidiums, para estimular a floração. Florescem de Janeiro a Fevereiro em seu habitat. No hemisfério norte no Outono e no Inverno. 
         Aqui no alto Viamão RS estamos em outubro e todos os meus vasos apresentam hastes florais cujos botões já se encontram maduros para abrirem, os da foto acima, foram os primeiros deste ano. Um vaso em toda a sua dimensão floram logo estará desfilando sua chuva de ouro aqui no Blog. E só aguardar...     


terça-feira, 14 de outubro de 2014

DENDROBIUM DENSIFLORUM

                      PLANTA IDENTIFICADA: Nº 0226
          Este Dendrobium Densiflorum foi adquirido de um floricultor em feira livre lá em Londrina PR, no ano de 2005. Um achado, na época, foram duas mudas, com apenas dois caules cada e que hoje se expandiram de forma expressiva, apresentando a formação que podem atestar na foto abaixo. Nesta ano, apenas duas cachopas de flores.

  
          Agora vejam esta de 22 de outubro de 2012, com seis cachopas de flores, deu um espetáculo.

        Admirem a cachopa de flores, vistas mais de perto. 

       Uma de suas flores, em detalhe, expondo toda a sua plástica, em forma e cores.

        E, por fim, o labelo, tenta fazer, tenta...incrível, não é mesmo?!


        É asiática esta belezura, chamam-na Orquídea abacaxi, claro que pela forma e cor. Consta que prolifera na China, como nativa de vários habitats, mas também é encontrada no Himalaia, Indochina, na Tailândia, chegando ao Vietnã.
        Sua primeira aparição para o reconhecimento público data de 1830, por Lindl.

COELOGYNE LAWRENCEANA

            PLANTA IDENTIFICADA: Nº 0214

         Esta Coelogyne Lawrenceana foi adquirida no Mercado Público da cidade de São Paulo, lá no ido ano de 2006, neste momento possuo outros dois vasos, afora este da foto ai embaixo, absolutamente majestoso. Os outros dois não tiveram a mesma sorte pois foram atacado por lagartas de borboletas, isso no ano passado, quando estive fora numa das minhas viagens semanais, a trabalho, porém já estão em plena fase de recuperação, e devem voltar a florir para o ano que vem.

          É tal a sua forma que muitas orquídeas ficam escondidas por traz das folhas, como podem ver na foto.

          Sua origem nos levaria ao Sudeste Asiático, fossemos buscá-la em seu habitat natural. Consta que foi descrita pela primeira vez no longínquo ano de 1905, por Rolfe.

               Atentem a flor.


            Agora, fascinem-se, vendo mais de perto as pinturas maravilhosas produzidas pela mãe natura nos seus labelos. Para melhor perceberem as variáveis, coloquei dois nas fotos ai abaixo. A meu ver nenhum se repete, é como se cada flor tivesse sua própria e exclusiva identificação...lindos!

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

MAXILLARIA JUERGENSII

      PLANTA IDENTIFICADA: Nº 0211

      Mais uma pequena lindeza florescendo lá no alto Viamão RS, um micro muito linda, e planta única no orquidário. Esta veio lá dos arredores das barrancas do Paredão dos Borges, encontrada assim, ao natural, em um passeio na antiga sede das Família Borges, em galho tombado. Olhando para cima verifiquei a existência de outras que até minha última visita ao local, continuavam por lá, em seu habitat nativo.
       Na foro uma flor única, mas minha muda, que veio pequenina, começa a encorpar.

       Uma foto mais aproximada, vou ter que caprichar mais, para deixar a flor mais nítida.

    Ei-la em detalhe, porém pretendo trocar esta foto assim que efetuar outra.
     

    Sobre as Maxillarias já efetuei comentários extraídos da Wikipedia na postagem referente a Maxillaria RUPESTRIS, de qualquer forma esta pequena preciosidade tem seu habitat natural no Brasil e em outros países latino americanos.

Quem sou eu

Minha foto
Sou Nedi Nelson, como profissional abraço a contabilidade e nesta me realiza a auditoria; como pessoa sempre sublimei ler e escrever, a poesia é lugar comum, hoje vivencio o romancear; como hobby e paixão descobri as orquídeas, o estudo, o cultivo e por fim o descortinar de suas florações..e eis que minha alma transcende o poetar. Viver o entreabrir de uma orquídia me é palco sensível para deixar fluir o poema. A idéia é criar três seções específicas, uma para partilhar a palavra escrita, seja por meio de poemas, contos ou romance, estejam publicados ou não, que venham a ser publicados ou não; outra para cultuar, via fotografias e textos, as minhas orquídeas; e outra para falar de minhas viagens, via fotografias e textos, seja quando a trabalho nos contextos da auditoria, em minhas folgas, seja especificamente a lazer .

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