Arquivo do blog

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

BIFRENARIA HARRISONIAE RUBRA

          PLANTA IDENTIFICADA: Nº 0132    

         É tempo das Bifrenárias, no caso, da bela e perfumada BIFRENÁRIA HARRISONIAE RUBRA, das quais possuo uma cinco plantas, todas com origem das proximidades de Angelina SC, em derrubada de mata para extração de lenha, lá pelo ido ano de 2004, e, muitas estão por florescer.
           Na foto abaixo, um dos vasos.

             A flor em detalhe.

Segundo a Wikipedia a Bifrenaria é um género botânico de orquídeas, ou seja, pertencente à família Orchidaceæ, composto por cerca de vinte espécies originárias da América do Sul. Algumas de suas espécies são muito difundidas e bastante cultivadas pelos orquidófilos, principalmente pela abundância de suas vistosas flores que, por sua constituição espessa e disposição na inflorescência, à primeira vista podem ser tomadas por plantas artificiais feitas em cera. As Bifrenaria são cultivadas apenas por colecionadores de orquídeas e institutos de pesquisa botânica, pois não existem utilidades conhecidas para suas espécies a não ser uso o ornamental.
Apesar de agrupar poucas espécies, existem dois grupos de plantas claramente distintas classificadas em Bifrenaria, um grupo de plantas muito robustas e flores grandes, que é o grupo mais antigo de espécies classificadas com este nome; outro de plantas mais delicadas e flores pequenas ocasionalmente denominadas Stenocoryne ou Adipe; além de duas outras espécies que neste gênero encontram-se normalmente classificadas mas que análises moleculares indicam pertencer a grupos diferentes. São elas a Bifrenaria grandis, endêmica da Bolívia, que muitos classificam como Lacaena grandis,2 e a Bifrenaria steyermarkii, do norte da Amazônia,3 a qual ainda não apresenta alternativa de classificação.

Quanto a etimologia o nome deste gênero (Bif.) origina-se do Latimbi (dois); e frenum freio ou tira; referindo-se aos dois talos parecidos com tiras, estipesque unem as polínias e o viscídio. Esta característica as distingue do gênero MaxillariaAs Bifrenarias existem desde o norte da América do Sul, uma espécie também em Trinidad, até o Rio Grande do Sul, no entanto divididas por duas áreas isoladas: a Floresta Amazônica, e a região da Mata Atlântica do Brasil. Esta última, onde dezessete espécies se fazem presentes, pode ser considerada seu centro de dispersão recente. A área montanhosa dos estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo é particularmente rica, com quinze espécies registradas. A Serra dos Órgãos no Estado do Rio de Janeiro é referenciada como habitat de catorze das Bifrenaria.  No entanto sabemos hoje que algumas destas espécies são sinônimas, sendo mais provável que ali estejam cerca de onze espécies. As espécies de flores grandes são mais comuns na região sudeste do Brasil, contudo, existem desde as áreas mais iluminadas do litoral até áreas montanhosas bem iluminadas dos estados de Minas Gerais e Bahia, desde quase o nível do mar até cerca de 2.000 metros de altitude, algumas espécies atingindo até o Rio Grande do Sul. Não há espécies deste grupo na Amazônia. Algumas espécies vivem apoiadas diretamente nas pedras do Pão de Açúcar no Rio de Janeiro as quais podem ser observadas pelos passageiros que pegam o bondinho. Os centros recentes de irradiação deste grupo são a zona litorânea da Serra do Mar e as altas serras de Minas Gerais. A espécie mais comum deste grupo, dispersa desde o Rio Grande do Sul até a Bahia, é a B. HarrisoniaeAs espécies menores, do grupo Adipe, são mais comuns em áreas menos iluminadas e mais úmidas, podendo ser encontradas de 300 até cerca de 1.600 metros de altitude. Seis espécies são nativas das montanhas da Serra do Mar e seus braços, local considerado o centro de dispersão das espécies pequenas. Apenas três espécies habitam a Amazônia, a Bifrenaria venezuelanaB. longicornis e a B. steyermarkii, nenhuma delas em altitudes acima de 1.450 metros, apesar de serem muito mais comuns em baixas altitudes. A espécie mais comum é a B. aureofulva, no entanto, pela conformação geográfica do território que habita, a B. longicornis é a espécie espalhada por maior área, atingindo a ColômbiaVenezuelaPeruSurinameGuianas, Trinidad e toda a área amazônica do Brasil. Duas espécies parecem ser endêmicas de áreas bastante restritas: a B. silvana que foi descoberta em 1987 na Serra da Ouricana perto de Itororó, na Bahia e faz parte do grupo das espécies pequenas; e a B. verboonenii, descoberta em setembro de 1995 na Serra do Cipó, próximo a Diamantina, em Minas Gerais, do grupo das grandes. Quanto ao cultivo, depois de aclimatadas as Bifrenaria são plantas razoavelmente fáceis de cultivar, devem ser plantadas preferencialmente em vasos de barro sobre substrato de fibras vegetais muito bem drenadas, pois suas raízes e pseudobulbos apodrecem com facilidade se mantidos úmidas por muito tempo. Conforme mencionado acima, e em acordo com a origem de cada espécie, três são os ambientes necessários para cultivar estas plantas com sucesso. As espécies grandes necessitam de mais luz que as restantes. As espécies pequenas, do sudeste do Brasil, devem ser cultivadas na mesma temperatura média das grandes, porém submetidas a 10 a 20% menos luminosidade. As espécies da Amazônia precisam de temperatura e umidade maiores e mais constantes que as outras. Todas as espécies devem ser regadas e adubadas com maior frequência durante seu período de crescimento.

terça-feira, 21 de outubro de 2014

SOBRALIA MACRANTHA

         PLANTA IDENTIFICADA: Nº 0237

        Mais uma terrestre lá no alto Viamão RS, dando o ar de sua graça e me deixando muito alegre, pois eu ganhei uma muda desta orquídea, três caules enraizados que se transformaram no belo vaso abaixo fotografado, nestes últimos oito anos, em que demorou para florir. É uma das maiores orquídeas existentes.

E a foto da flor em detalhe.

    E mais o labelo, em detalhe.

       Segundo a Wikipedia internacional a Sobralia é um género atribuído a 125 espécies de orquídeas, da tribo Epidendreae pertencentes à família ( Orchidaceae ).
        O gênero foi nomeado em homenagem ao botânico espanhol Francisco Sobral .
         É nativa da América tropical região do México e América do Sul.
      Trata-se de uma planta terrestre ou epífita com folhas bilobada florescendo em uma única inflorescência . Tem o caule avermelhado criação com inflorescência de seu ápice com 1 ou 2 flores têm vida muito curta. O gênero é caracterizado por grande parte terrestre e têm caule avermelhado, com folhas maiores do que o tronco. Eles têm oito polínias .

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

BLC POKAI TANGERINE

        PLANTA IDENTIFICADA: N0229

         Planta nova aqui no alto Viamão RS, recém adquirida e, por se tratar de uma primeira floração, e depois de ter encarado uma viagem fechada numa caixa durante uns três dias, até que ela se apresenta com bastante garbosidade. Eu me encanto com esta combinação de cores. 

      Trata-se de uma criação do homem, efetuada por cruzamento da Cattlianthe (Lc) Chicanery X Rhyncholaeliocattleya (Blc) Waikiki Gold por Miyamoto em 1985.   

Eis uma foto atual, outubro/2014.

         E uma de suas flores, em detalhe.

    Vai dar um certo cuidado, pois gosta de temperatura moderada a quente, deverei protegê-la nos invernos da vida aqui no alto Viamão RS, nada que seja impossível. 

ONCIDIUM FLEXUOSUM

         PLANTA IDENTIFICADA: Nº 0056

         Este ano, cá em casa, no alto Viamão RS, a floração dos Oncidiuns começaram pelo Longipes, agora quem começa a dar o ar da graça são os Oncidiuns Flexuosuns, com suas chuvas de ouro, como são chamados.
         A origem das minhas plantas é bastante diversa, podem ser aqui do Rio Grande, de Santa Catarina e São Paulo, todas elas retiradas de derrubadas de matas, nas minhas caminhadas Brasil a fora, quando a trabalho.
         Já que nos fins de semana, eu e minha moto saiamos catando estas derrubadas, e, após autorização, recolhíamos qualquer orquídea que encontrávamos.  
          Abaixo, a primeira floração deste ano, outras surgirão, maiores, e mais compactas e aparecerão por aqui, com certeza.

      Abaixo, uma das flores em detalhe.

       Segundo a Wikipedia o  Oncidium flexuosum , também chamado de “dama dançante” por causa de seu labelo que se assemelha a uma bailarina, é uma espécie de orquídeas da subfamília Epidendroideae da família das Orquidáceas.
       Quanto a sua Etimologia o termo "flexuosum" vem do latim e significa flexível. Por suas hastes florais flexíveis e com hábitos trepadores, se enroscam em qualquer suporte ou tutor.
     Quanto a descrição o Oncidium flexuosum é uma orquídea epífita com pseudobulbos ovais bastante achatados lateralmente que saem apicalmente folhas coriáceas estreitas oblongo linguladas. Da base do pseudobulbo emerge uma haste floral de numerosas flores de 2 cm de diâmetro. Possuem numerosos ramos florais paniculados com numerosas flores amarelas intensas por ramificação ou racimo. As ramificações florais são muito flexíveis, que trepam e se agarram a suportes como um tutor.

      Para cultivá-lo atentar que tem preferência por ar úmido, com muita claridade ou com sombra moderada. Pode-se pôr no exterior como os Cymbidiums, para estimular a floração. Florescem de Janeiro a Fevereiro em seu habitat. No hemisfério norte no Outono e no Inverno. 
         Aqui no alto Viamão RS estamos em outubro e todos os meus vasos apresentam hastes florais cujos botões já se encontram maduros para abrirem, os da foto acima, foram os primeiros deste ano. Um vaso em toda a sua dimensão floram logo estará desfilando sua chuva de ouro aqui no Blog. E só aguardar...     


terça-feira, 14 de outubro de 2014

DENDROBIUM DENSIFLORUM

                      PLANTA IDENTIFICADA: Nº 0226
          Este Dendrobium Densiflorum foi adquirido de um floricultor em feira livre lá em Londrina PR, no ano de 2005. Um achado, na época, foram duas mudas, com apenas dois caules cada e que hoje se expandiram de forma expressiva, apresentando a formação que podem atestar na foto abaixo. Nesta ano, apenas duas cachopas de flores.

  
          Agora vejam esta de 22 de outubro de 2012, com seis cachopas de flores, deu um espetáculo.

        Admirem a cachopa de flores, vistas mais de perto. 

       Uma de suas flores, em detalhe, expondo toda a sua plástica, em forma e cores.

        E, por fim, o labelo, tenta fazer, tenta...incrível, não é mesmo?!


        É asiática esta belezura, chamam-na Orquídea abacaxi, claro que pela forma e cor. Consta que prolifera na China, como nativa de vários habitats, mas também é encontrada no Himalaia, Indochina, na Tailândia, chegando ao Vietnã.
        Sua primeira aparição para o reconhecimento público data de 1830, por Lindl.

COELOGYNE LAWRENCEANA

            PLANTA IDENTIFICADA: Nº 0214

         Esta Coelogyne Lawrenceana foi adquirida no Mercado Público da cidade de São Paulo, lá no ido ano de 2006, neste momento possuo outros dois vasos, afora este da foto ai embaixo, absolutamente majestoso. Os outros dois não tiveram a mesma sorte pois foram atacado por lagartas de borboletas, isso no ano passado, quando estive fora numa das minhas viagens semanais, a trabalho, porém já estão em plena fase de recuperação, e devem voltar a florir para o ano que vem.

          É tal a sua forma que muitas orquídeas ficam escondidas por traz das folhas, como podem ver na foto.

          Sua origem nos levaria ao Sudeste Asiático, fossemos buscá-la em seu habitat natural. Consta que foi descrita pela primeira vez no longínquo ano de 1905, por Rolfe.

               Atentem a flor.


            Agora, fascinem-se, vendo mais de perto as pinturas maravilhosas produzidas pela mãe natura nos seus labelos. Para melhor perceberem as variáveis, coloquei dois nas fotos ai abaixo. A meu ver nenhum se repete, é como se cada flor tivesse sua própria e exclusiva identificação...lindos!

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

MAXILLARIA JUERGENSII

      PLANTA IDENTIFICADA: Nº 0211

      Mais uma pequena lindeza florescendo lá no alto Viamão RS, um micro muito linda, e planta única no orquidário. Esta veio lá dos arredores das barrancas do Paredão dos Borges, encontrada assim, ao natural, em um passeio na antiga sede das Família Borges, em galho tombado. Olhando para cima verifiquei a existência de outras que até minha última visita ao local, continuavam por lá, em seu habitat nativo.
       Na foro uma flor única, mas minha muda, que veio pequenina, começa a encorpar.

       Uma foto mais aproximada, vou ter que caprichar mais, para deixar a flor mais nítida.

    Ei-la em detalhe, porém pretendo trocar esta foto assim que efetuar outra.
     

    Sobre as Maxillarias já efetuei comentários extraídos da Wikipedia na postagem referente a Maxillaria RUPESTRIS, de qualquer forma esta pequena preciosidade tem seu habitat natural no Brasil e em outros países latino americanos.

terça-feira, 7 de outubro de 2014

BIFRENARIA TYRIANTHINA SEMI-ALBA "DOURADA"

      PLANTA IDENTIFICADA: Nº 0186

    Possuo algumas dezenas destas plantas e todas são mineiras de origem, salvas que foram das jazidas de minério de ferro, perto Igarapé MG, cuja história já contei aqui no Blog, em outra postagem. Linda e perfumadas elas dão um espetáculo a parte quando em flor.

       Este vaso e sua floração, em outubro/novembro 2015.

             A foto do vaso, pegando toda a planta, que será separada após a floração, de 2014..
 
                      Uma das flores, vista mais de perto, outra de 2014..

            E sua beleza em detalhe, de 2014.

         Segundo a Wikipedia as Bifrenaria tyrianthina é uma espécie de orquídea rupícola, ocasionalmente epífita, de crescimento cespitoso que só existe na Bahia e em Minas Gerais, no Brasil, onde habita áreas bem iluminadas, frequentemente sobre pedras totalmente expostas ao sol, eventualmente dele parcialmente abrigadas, crescendo em árvores com folhagem rala. Pertence ao grupo das Bifrenaria grandes, as quais nunca foram classificadas nos gêneros Adipe ou Stenocoryne. Esta espécie é a que flores maiores entre todas as Bifrenaria. Por sua ampla dispersão e diversas populações isoladas existentes, trata-se de espécie extremamente variável com múltiplos sinônimos e variedades de cor, forma, e comprimento da inflorescência. Este último era inicialmente utilizado para separar estas espécies da Bifrenaria harrisoniae com a qual muito se parece, no entanto, sabe-se hoje que o comprimento da inflorescência de ambas espécies varia conforme a população. A única maneira de diferenciar ambas as espécies é pelo comprimento do calcar na base do labelo, que a B. tyrianthina tem duas vezes mais longo que a coluna e a B. harrisoniae quase do mesmo comprimento, e pelo estipe, que na B. harrisoniae e largo e na B. tyrianthinaé estreito.


quinta-feira, 2 de outubro de 2014

CATTLEYA INTERMÉDIA PSEUDO-TIPO

      PLANTA IDENTIFICADA: Nº 0238

      Minhas Cattleyas Intermédias estão praticamente todas floridas e estou podendo determinar suas variedades, eventualmente encontro alguma com grande dificuldade para efetuar esta classificação.
      É o caso da orquídea do vaso abaixo, que em site do Google consegui identificar, talvez, com restrições, como sendo uma Cattleya Intermédia Pseudo-tipo, por causa do Labedo cujo colorido se interrompe em linha horizontal no segundo terço do lobo anterior (Brazillian Orchids).

         E a flor, em detalhe, e é possível verificar com bastante clareza numa das folhas da foto o estrago feito pelo maior inimigo das orquídeas, o maledeto Tenthecoris, um inseto sugador dos mais temíveis e que se alastra rápido, cuja eliminação é muito complicada, é estar sempre atendo. Mas, como viajo demais, por vezes eles me passam a perna e usufruem das coitadas das plantas.

   E da flor, o labelo, em detalhe:

     Éste é o único vaso com estas características, já identificado desta forma. Espero estar correto, qualquer eventual correção, favor contatar.

EPIDENDRUM DENTICULATUM "ROSA"

        PLANTA IDENTIFICADA: Nº 0090

        Possuo alguns vasos desta espécie, nesta variedade rosa, que estão floridos neste momento, 01/10/2014.

    Em detalhe, uma das hastes, em flor:

     Em detalhe, uma das flores e suas parasitas, que só percebi quando salvei a foto:

     E, agora, um risco constante, piolhos, a planta deve ser muito atraente e saborosa para este sugadores, pois eles as adoram. É necessário estar sempre atento, óbvio que nesta flor eu me descuidei...tadinha! É, mas já foram devidamente eliminados. 

        Segundo a Wikipedia o Epidendrum denticulatum, é uma espécie de orquídea, muito comum no Brasil, que faz parte de um grupo de espécies de pertencentes ao gênero Epidendrum, todas muito parecidas, distintas apenas por pequenos detalhes, as quais de modo geral são consideradas sinônimos do E. secundum Jacquin. Em regra este grupo de espécies é terrestre ou epífita, muitas vezes encontrado em dunas ou à beira das praias e às margens dos rios, vivendo sob sol pleno, por quase todo o litoral brasileiro e em muitos outros países americanos. São ocasionalmente utilizados em jardins pois florescem longamente formando vistoso conjunto de flores de cores variáveis. Híbridos desta espécie são comumente encontrados à venda nas exposições de orquídeas e supermercados.
        A principal causa da confusão em sua identificação é devida ao fato de as espécies secas e prensadas em herbários perderem parte das características facilmente verificáveis em uma planta viva, principalmente no que se refere à curvatura e calosidades presentes nolabelo de suas flores
     O Epidendrum denticulatum foi descrito por João Barbosa Rodrigues em 1881, a partir de uma planta de flores róseas com calosidades brancas e amarelas, encontrada florescendo no mês de março sobre uma árvore nas matas próximas a Joinville, em Santa Catarina. O nome é uma referência ao labelo de margem serrilhada, como se fossem pequenos dentes.
       Pelo fato de fazer parte deste grande grupo de espécies similares, por muito tempo sua aceitação esteve em dúvida entre os taxonomistas fora do Brasil, que consideravam esta espécie apenas um sinônimo do Epidendrum secundum.
        Em 2007, Fábio de Barros e Fábio Pinheiro publicaram um trabalho estabelecendo sem dúvida a identidade desta espécie. Mediram os segmentos florais de dezenas de exemplares em cultivo e demostraram, dentre outras diferenças existentes nas medidas nos lobos do labelo, que a coluna desta espécie mede de 7 a 8 mm de comprimento, e o labelo de 11,7 a 13,4 mm enquanto no Epidendrum secundum estas medidas são respectivamente 4,7 a 6,2 mm e 7,2 a 8,6 mm. Mas, de qualquer forma, sabe-se que esta espécie pode ser prontamente identificada pelo formato dos calos.
É planta pouco exigente e de fácil cultivo em mistura de material orgânico e arenoso, bem drenado, tanto em grandes vasos como em canteiros sob sol pleno. Tolera temperaturas entre 2 e 40°C.

ARUNDINA BAMBUSIFOLIA ALBA

        PLANTA IDENTIFICADA: Nº 0239

      Esta é um pouco mais difícil de ser encontrada do que a variedade Lilásarrocheada, casualmente meu único vaso foi adquirido numa floricultura aqui pertinho de casa há uns três anos, já mais encorpada, este ano aumentou sua quantidade de flores. Eis o vaso:

     E flores, em detalhe:

        E mais uma:

     Tal como sua co-irmã esta variedade também é encontrada em muitos lugares e continentes deste nosso lindo planetinha chamado terra.

        Um pouco mais sobre a espécie pode ser encontrado descrito na blogagem a respeito da Lilásarrocheada.

       Também esta variedade estará representada nos arredores do "chateau" lá nas barrancas do Rio Vacacai, no nosso recanto, Paredão dos Borges!       

  

Quem sou eu

Minha foto
Sou Nedi Nelson, como profissional abraço a contabilidade e nesta me realiza a auditoria; como pessoa sempre sublimei ler e escrever, a poesia é lugar comum, hoje vivencio o romancear; como hobby e paixão descobri as orquídeas, o estudo, o cultivo e por fim o descortinar de suas florações..e eis que minha alma transcende o poetar. Viver o entreabrir de uma orquídia me é palco sensível para deixar fluir o poema. A idéia é criar três seções específicas, uma para partilhar a palavra escrita, seja por meio de poemas, contos ou romance, estejam publicados ou não, que venham a ser publicados ou não; outra para cultuar, via fotografias e textos, as minhas orquídeas; e outra para falar de minhas viagens, via fotografias e textos, seja quando a trabalho nos contextos da auditoria, em minhas folgas, seja especificamente a lazer .

Seguidores